12/10/2019
08:55

Resultado de imagem para fotos da modelo gaúcha Isadora Viana Costa, de 22 anos.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou nesta sexta-feira (11) a soltura de Paulo Odilon Xisto Filho, acusado de matar em maio de 2018 a modelo gaúcha Isadora Viana Costa, de 22 anos. De acordo com a assessoria de imprensa do STJ, a decisão deve ser encaminhada ainda nesta sexta para a Comarca de Imbituba, onde o réu esta preso.

A liminar em habeas corpus foi concedida ao oficial de cartório pelo ministro Néfi Cordeiro por volta das 13h. Conforme a assessoria de comunicação do STJ, a decisão só deve ser publicada na segunda-feira (14), mas será encaminhada ainda nesta sexta para a comarca de origem para ser cumprida.

A defesa dele ingressou com pedido de soltura na sexta-feira passada (4) com argumento de que Paulo não apresenta risco e, com isso, não há necessidade de ficar preso. Com a decisão, ele deve aguardar julgamento em liberdade quando for solto, o que pode ocorrer ainda nesta sexta.

O acusado responde por homicídio triplamente qualificado por motivo fútil, feminicídio e impossibilidade de defesa da vítima, além de fraude processual. O júri popular dele ainda não tem data marcada. A defesa dele também recorreu para que ele não vá a júri.

O réu ficou preso entre 17 de julho e 29 de novembro de 2018. Ele ganhou liberdade após decisão liminar (temporária) do ministro do STF Marco Aurélio Mello publicada em 28 de novembro de 2018 e cumprida no dia seguinte. Em 26 de agosto ele se apresentou a polícia e foi preso três dias após a 2ª Vara de Imbituba decretar a prisão.

G1

Publicado por: Chico Gregorio


12/10/2019
08:45

Resultado de imagem para fotos de bivar com bolsonaro

“Logo após o presidente Jair Bolsonaro e 21 parlamentares terem pedido ao PSL acesso às contas do partido\ para auditoria, o comando da legenda decidiu contra-atacar. Vai pedir auditoria nas contas da campanha presidencial do ano passado. Nas palavras de um integrante do PSL, foi iniciado um processo que deixará ‘as vísceras do partido expostas”, informa o jornalista Gerson Camarotti, em reportagem publicada no G1.

ITAGUAÍ, Rio de Janeiro (Reuters) – Após os desentendimentos com o comando do PSL chegarem a novas temperaturas máximas esta semana, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que “o nosso partido é o Brasil”.

Ao discursar na cerimônia de início da integração do submarino Humaitá, Bolsonaro que os inimigos internos são mais terríveis que os externos.

“O destino do nosso país quem os fará seremos todos nós, juntos e unidos, porque lá fora cada vez mais pensam em nos colocar numa situação de colonizados e não permitiremos”, disse o presidente.

“Como político eu digo: o nosso partido é o Brasil. Temos inimigos dentro e fora do Brasil e os de dentro são os mais terríveis e os de fora nós venceremos com tecnologia, disposição e meios de dissuasão”, acrescentou.

Em um tom de voz mais elevado e parecendo se dirigir ao governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), que estava no palco principal, afirmou que trabalha para que seu sucessor no futuro receba um país melhor do que dele recebeu.

“Trabalho para que quem por ventura no futuro —de forma ética, moral e sem covardia— venha assumir o destino da nação encontre nossa pátria numa situação bem melhor do que encontrei no corrente ano”, afirmou Bolsonaro.

Na terça-feira, o presidente chegou a falar para um apoiador esquecer seu partido, o PSL e afirmou que o presidente da legenda, deputado Luciano Bivar, está “queimado para caramba”. No dia seguinte, procurou minimizar a situação, afirmando que “briga de marido e mulher, de vez em quando acontece”.

Já a relação com Witzel, que se beneficiou da onda Bolsonaro para ser eleito governador no ano passado, esfriou desde que o ex-juiz deu indícios de que pretende disputar a eleição presidencial em 2022.

Reportagem de Rodrigo Viga Gaier


Portal WSCOM com Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


12/10/2019
08:38

Homem tentou enganar PRF com documenos falsos (Foto: Reprodução)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu no início da noite dessa sexta-feira (11) um homem foragido do sistema prisional do Rio Grande do Norte, durante fiscalização na BR 101, km 88.

O homem de 29 anos conduzia um veículo Chevrolet Ônix. Ao consultar os sistemas, a PRF constatou que ele possuia quatro mandados de prisão em aberto no Estado do Acre e que era foragido do sistema prisional do Rio Grande do Norte.

Durante a abordagem o homem apresentou documentos falsos para evitar que a polícia identificasse os mandados de prisão. Ele não esboçou reação e estava com a esposa e filho pequeno.

Além de possuir uma vasta ficha criminal com mandados de prisão aguardando cumprimento e ser foragido de presídio, o homem é investigado por fazer parte de organização criminosa que atua dentro e fora de presídios no país.

A ocorrência foi encaminhada para a Central de Polícia Civil de João Pessoa.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


12/10/2019
08:31

O presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, afirmou ao Blog do Esmael nesta sexta-feira (11) que a soltura do ex-presidente Lula seria a ‘salvação’ para o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará no próximo dia 23 um pedido de suspeição do ex-juiz Sérgio Moro. Caso a tese da defesa prospere na corte máxima, as sentenças do ex-juiz Sérgio Moro seriam anuladas e o processo contra o petista começaria do zero de novo.

Segundo Hidalgo, Lula Livre seria a glória para Bolsonaro porque se estabeleceria um quadro de polarização na política do país.

“A liberdade de Lula não interessa a Ciro Gomes nem ao ministro da Justiça Sérgio Moro porque, num cenário polarizado, os dois seriam colocados de escanteio”, analisa o presidente da Paraná Pesquisas.LEIA TAMBÉM

Murilo Hidalgo observa ainda que Moro seria classificado como “incompetente” pela máquina bolsonarista com a soltura de Lula.

“A política é uma coisa engraçada. Hoje quase vemos Bolsonaro gritar ‘Lula Livre’ e setores da esquerda torcer para que ele continue preso. A polarização só interessa ao petista e ao capitão. Pra ninguém mais”, disse o ao Blog do Esmael o dono da Paraná Pesquisas.

A Paraná Pesquisas é instituto queridinho do Palácio do Planalto e desbancou o Ibope na preferência dos presidentes da República, isto é, passou a ser “alma gêmea” de Bolsonaro. Até o sumido Hélio Negão anda com ciúmes de Murilo Hidalgo.

Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


12/10/2019
08:20

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (Cremern) está ameaçando entrar na Justiça para que o Governo do Estado mantenha funcionando os atendimentos de casos graves de diabetes e de problemas vasculares no Hospital Ruy Pereira. A justificativa para a abertura da ação civil é de que houve um aumento expressivo na demanda de serviços especializados em doenças vasculares. O Ruy Pereira é o único no Estado a ofertar esse tipo de atendimento, sendo responsável, ainda, por atender pacientes acometidos por isquemia crítica e amputações clínicas.

Nessa semana, o Conselho Estadual de Saúde votou pela interdição da unidade, que corre o risco de ser fechado em razão dos problemas estruturais. O Governo explica que, como o prédio é alugado, só quem pode realizar a manutenção é o dono do imóvel.

Em 2018, o Hospital Ruy Pereira realizou 1.363 cirurgias e 242 amputações de membros inferiores (da altura da coxa ou perna). A média foi de 4,6 amputações por semana. No entanto, somente entre janeiro a setembro de deste ano, o número de cirurgias saltou para 1.737 e o de amputações foi de 411. A média semanal de amputados clínicos pulou para 8,5 por semana.

“Este é um número absurdo. Isso reflete uma falência no atendimento básico de saúde. Nós temos que cessar as amputações. Muitos pacientes não têm acesso às medicações e não há tratamento adequado para os casos de diabetes”, denuncia o presidente do Cremern, Marcos Lima de Freitas.

De acordo com ele, a discussão não é apenas relacionada com o possível fechamento do Ruy Pereira, mas em como o poder público vai atuar para garantir um serviço digno para os pacientes vasculares no Rio Grande do Norte.

“A discussão do Hospital Ruy Pereira traz outras discussões, e o Estado precisa cuida melhor dos pacientes. Temos, sim, que promover maior acesso para a área de diagnóstico e terapêutica médica, para que possamos reduzir o número de amputações”, aponta.

Agência Saiba Mais;

Publicado por: Chico Gregorio


12/10/2019
08:13

Por Everton Dantas I portal OP9 

A mudança nos critérios da divisão dos recursos do megaleilão do petróleo vai fazer com que o Nordeste perca pelo menos R$ 1,4 bilhão, 27,4% a menos que a previsão inicial. Antes, com o cálculo feito somente pelo Fundo de Participação dos Estados (FPE), a região ficaria com R$ 5,3 bilhões dos R$ 12,6 bilhões que serão destinados aos estados.

Agora, com a divisão feita pelo FPE e pela Lei Kandir – proposta dos estados do Centro-Oeste, Sul e Sudeste – a região deve ficar com algo em torno de R$ 3,8 bilhões. Em valores nominais, Pernambuco é o estado que mais vai perder, um total de 205,6 milhões (-29,5%). O segundo que mais perde, em valores nominais estimados, é o estado do Ceará, com R$ 199 milhões (-28,9%).

O terceiro com maior perda será o Maranhão, que terá menos R$ 182,5 milhões (o que equivale a -25,1%). O Rio Grande do Norte tinha expectativa de receber da cessão onerosa um total estimado de R$ R$ 454,2 milhões. Com a mudança operada na Câmara dos Deputados, agora deve ficar com R$ 317 milhões (-30,2%).

A proposta com as novas regras foi aprovada na Câmara dos Deputados, quarta-feira (9). O novo texto é resultado de acordo entre Câmara, Senado e governadores, para que as regras beneficiassem todos os estados.

O dinheiro a ser dividido é uma parte do chamado bônus de assinatura, que totaliza R$ 106,56 bilhões. A estimativa de extração do bloco a ser licitado é de 15 bilhões de barris de óleo equivalente.

Do total do bônus, R$ 33,6 bilhões ficarão com a Petrobras em razão de acordo com a União para que as áreas sob seu direito de exploração possam ser licitadas. Do restante (R$ 72,9 bilhões), 15% ficarão com estados.

Outros 15% serão disponibilizados aos municípios e 3% serão destinados aos estados confrontantes à plataforma continental onde ocorre a extração petrolífera. Os outros 67% ficam com a União (R$ 48,84 bilhões)

Publicado por: Chico Gregorio


12/10/2019
08:06

Resultado de imagem para fotos do governador do rio comemoraNDO MORTE

Uma possível saída do presidente Jair Bolsonaro do PSL abre portas para nomes que hoje já são considerados adversários do bolsonarismo na eleição presidencial de 2022.

A ala da sigla ligada ao deputado Luciano Bivar (PSL-PE), atual presidente do partido, vem defendendo que, tão logo Bolsonaro e seus aliados deixem a legenda, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, seja incorporado ao PSL. A Folha apurou que a direção do partido decidiu oficializar o convite na semana que vem.

Atualmente no PSC do Pastor Everaldo, Witzel tem flertado com a candidatura ao Palácio do Planalto e uma eventual migração para o PSL daria estofo a suas pretensões presidenciais.

Até o fim de 2019, por exemplo, o PSL deve receber cerca de R$ 100 milhões a mais do que o PSC do fundo partidário.

No próximo ano, somando os fundos partidário e eleitoral, o PSL pode ter em caixa R$ 350 milhões —o valor leva em conta as estimativas de R$ 1 bilhão para o fundo partidário, e os R$ 2,5 bilhões propostos pelo governo para o fundo eleitoral.

Caso esse seja o cenário em 2020, o PSL vai ficar com a maior fatia de recursos entre todos os 32 partidos registrados no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Com apenas nove deputados, o nanico PSC receberá cerca de R$ 60 milhões, somando os dois fundos.

O grupo de Bivar tem feito uma série de gestos a Witzel. Em conversas recentes no Rio e em Brasília, deputados do PSL disseram ao governador que, hoje, é ele “o sonho de consumo” do partido.

Aliados de Witzel admitem que os acenos de integrantes do PSL têm sido constantes. O governador, no entanto, tem repetido o discurso de que sua missão é a de fortalecer o PSC em todo o país.

Políticos que acompanharam a ascensão do ex-juiz ao Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, dizem que a relação que Witzel construiu com Everaldo pode ser um empecilho a uma eventual mudança de partido.

Parlamentares do PSL disseram à Folha que os cortejos a Witzel têm acontecido há algum tempo —antes, portanto, de Bolsonaro escancarar a crise com a sigla— e que nenhum gesto mais enfático havia sido feito até agora porque o presidente e o governador são tidos como rivais.

Na quarta-feira (9), por exemplo, Bolsonaro e Witzel se encontraram no aniversário do ministro Augusto Nardes, do TCU (Tribunal de Contas da União), em Brasília. Embora tenham se falado rapidamente e até posado para fotos, o clima foi de constrangimento, segundo relatos feitos à Folha.

Como mostrou o Painel nesta sexta-feira (11), o presidente deixou a festa logo depois de o governador chegar.

O racha com o clã Bolsonaro ficou explícito assim que Witzel escancarou seu desejo de disputar a eleição ao Planalto em 2022. Desde então, o governador do Rio passou a trabalhar para se descolar da imagem do presidente, a quem apoiou em 2018.

No fim de setembro, o PSL no Rio, sob o comando do senador Flávio Bolsonaro, decidiu deixar, formalmente, a base da gestão Witzel.

O filho mais velho do presidente chegou a determinar a saída do governo e a ameaçar de expulsão os que permanecessem nos cargos. Diante da resistência de deputados e de seus indicados, foi obrigado a rever a posição.

Derrotado, Flávio teve de ceder e delegar aos filiados a decisão de manter ou não seus indicados nos cargos do governo. Atualmente, o PSL ocupa 40 postos na administração estadual, incluindo duas secretarias.

Como mostrou a Folha no dia 30 de setembro, o governador vem se dedicando pessoalmente à montagem de um palanque, com o objetivo de viabilizar seu sonho de chegar à Presidência da República.

O desgaste da relação de Bolsonaro com a direção do PSL, comandada por Bivar, ficou escancarado na terça-feira (8), quando o presidente disse a um apoiador que o deputado estava “queimado pra caramba”.

Bolsonaro tem dito a aliados já ter tomado a decisão de deixar o partido. O presidente busca, no entanto, uma saída jurídica para levar parlamentares, evitar perdas de mandatos e ainda tentar manter o fundo partidário.

Se isso ocorrer, deve seguir o movimento um grupo de cerca de 20 deputados fiéis ideologicamente a Bolsonaro —do total de 53 da bancada do PSL.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


12/10/2019
08:04

Desmatamento
Caminhão carrega troncos de árvore através de uma área desmatada e queimada em Boca do Acre, no Amazonas Foto: Bruno Kelly/Reuters

Entre 1 de janeiro e 30 de setembro, o volume acumulado de desmatamento na Amazônia já chega a 7.853 km², um volume 93% maior que o verificado nos primeiros nove meses de 2018, quando a devastação da floresta  atingiu 4.075 km².

Só no mês passado, de 1 a 30 de setembro, os índices de desmatamento na região amazônica cresceram 96% sobre setembro de 2018. Foram 1.447 quilômetros quadrados de desmatamento, contra 739,46 km² do mesmo intervalo de 2018. Em setembro de 2017, o volume chegou a 691 km².

Pará continua a liderar a derrubada das florestas. Dos 1.447 km² devastados em setembro, 497 km² se concentraram no Pará.

Os dados são do Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter), ferramenta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que serve para orientar ações de fiscalização contra o desmatamento.

Para evitar distorções, os números citados consideram apenas as três categorias de corte de vegetação que o próprio governo identifica como desmatamento efetivo: desmatamento com solo exposto, desmatamento com vegetação e mineração. As informações do Deter se baseiam em alertas de desmatamento, dados que são consolidados anualmente pelo governo, por meio do sistema Prodes.

Em setembro, o Estado msotrou que no primeiro mês de ação das Forças Armadas na Amazônia a quantidade de incêndios diminuiu, mas houve redução do número de bens apreendidos, como toras de madeira e motosserras, e também de autos de infração. Além disso, os números de desmate continuam a avançar, segundo dados oficiais de monitoramento.

Nos últimos dias, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, chegou a comemorar os índices do Inpe, que mostravam queda de queimada de setembro em relação a agosto. O monitoramento do desmate motivou crise no governo após o presidente Jair Bolsonaro chamar de mentirosos os dados divulgados pelo Inpe. Os questionamentos levaram à exoneração do ex-diretor do instituto Ricardo Galvão, no começo de agosto. A demissão motivou críticas de cientistas do Brasil e do exterior ao governo.

O ministro Salles tem dito que pretende usar um sistema privado desde o começo do ano. Em julho, ele usou imagens da tecnologia privada para contrapor captações feitas pelo Deter – sistema de alertas de desmate do Inpe – e exibir o que seriam imprecisões nas medições. O sistema Planet é o mesmo que começa a rodar no Estado do Mato Grosso e já foi testado no Pará, como mostrou o Estado.

Salles muda tom e diz que desmatamento ‘é problema real que precisa ser revolvido’

Nesta sexta-feira, 11,  o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, decidiu mudar o tom em relação aos dados apurados pelo Inpe sobre os índices alarmantes do desmatamento na região amazônica. Questionado pelo Estado, evitou colocar as informações técnicas em xeque, como ocorreu nos últimos meses.

“Está claro que temos um problema real e que isso precisa ser resolvido. Independentemente do porcentual, o que precisamos fazer é avançar nas políticas de combate ao desmatamento ilegal. Isso passa pela questão de fiscalização e monitoramento”, disse.

O GLOBO

Publicado por: Chico Gregorio


11/10/2019
11:23

Maioria dos parlamentares do RN faltam votação que retirou R$ 1,1 bilhão da educação prejudicando UFERSA, IFRN e UFRN N última quarta-feira (9), o Congresso Nacional finalizou a votação do Projeto de Lei (PLN) 18/19 que fez alterações no orçamento retirando R$ 1,15 bilhão da educação. A matéria trata de remanejamentos que prejudicam a educação beneficiando ministérios da Saúde, da Defesa,…

Publicado por: Chico Gregorio


11/10/2019
11:22

Para Zenaide Maia (Pros-RN), o governo precisa investir nos setores que geram emprego e renda. “A construção civil, por exemplo, emprega do analfabeto ao engenheiro, movimenta a economia local com a venda de material de construção”, defendeu a senadora, no plenário do Senado, na primeira sessão de discussão da Reforma, em segundo turno, nesta quinta-feira (10). Zenaide argumentou que, quanto…

Publicado por: Chico Gregorio


11/10/2019
11:20

Nesta quarta-feira (09), foi instalada na Câmara Federal a comissão especial que debaterá a regulamentação e o uso de medicamentos derivados da Cannabis, comissão que a deputada federal Natália Bonavides (PT/RN) fará parte. O grupo vai trabalhar para garantir que seja aprovado um projeto que garanta o direito à saúde da população brasileira.

“Existe a necessidade de o Congresso Nacional debater a regulamentação sobre o uso medicinal dos derivados da Cannabis, pois diversas pessoas necessitam da utilização para sobreviver. São milhares de famílias brasileiras que deixam de ter acesso por causa do preconceito, da dificuldade de obtenção e dos altos custos envolvidos. São histórias reais, são sofrimentos reais, são famílias reais. Vencer o preconceito salva vidas”, declarou a parlamentar.

A utilização medicinal da Cannabis já é pesquisada em vários países, inclusive no Brasil e no Rio Grande do Norte, e seu uso estabelecido como método para tratar esclerose múltipla, câncer, epilepsia, ansiedade, distúrbios do sono, problemas gástricos, autismo e dores crônicas, entre outras doenças.

Após aprovação do relatório da Comissão Especial, o Projeto de Lei será encaminhado diretamente para o Senado, sem precisar passar pelo Plenário da Câmara.

Para maiores informações acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=LwDxVx7eWqQ

Publicado por: Chico Gregorio


11/10/2019
11:15

Postagem publicada no Twitter pede a defesa do Sistema Único de Saúde (SUS) e afirma que o SUS é o único sistema público de saúde que “atende a uma população com mais de 200 milhões de pessoas” e que “fornece remédios de graça” – algo que, segundo a postagem, nem o equivalente britânico, o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês), supostamente faria.

De fato, todo e qualquer brasileiro tem o direito de ser atendido gratuitamente pelo SUS, algo definido na Constituição e na lei 8.080, de 1990. Também é verdade que o SUS fornece remédios gratuitamente. Hoje a população brasileira é de 210,5 milhões.

A publicação, no entanto, comete um erro ao dizer que o NHS não fornece medicação “totalmente de graça”. O sistema britânico oferece remédios gratuitos para uma lista de doenças e para alguns grupos, como idosos, jovens de até 16 anos, populações pobres ou com doenças graves.

O Ministério da Saúde, contatado pelo Comprova, destacou que “o Brasil é o único país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes que conta com um sistema público (financiado pelo governo), universal (para todos) e gratuito para toda a população”.

Há vários sistemas de saúde no mundo. Em alguns países, mesmo que o sistema seja público, não necessariamente ele é gratuito para toda a população.

Dos países reconhecidos por possuírem sistema de saúde público e universal, como Reino Unido, Canadá, Dinamarca, Suécia, Espanha, Portugal e Cuba, nenhum tem população superior a 100 milhões de habitantes. O mais populoso é o Reino Unido, com cerca de 66,4 milhões de pessoas.

O Comprova só analisou individualmente os sistemas de saúde dos países com mais de 200 milhões, número citado pela postagem. De fato, nenhum deles possui um sistema público de saúde universal, como o SUS. Foram pesquisados China, Índia, EUA, Indonésia, Paquistão e Nigéria.

QUEM TEM DIREITO AO SUS?

A Constituição Federal brasileira define que todo brasileiro tem direito a ter acesso à saúde via SUS. A frase “a saúde é direito de todos e dever do Estado” define a ideia. Qualquer pessoa pode ir a uma unidade básica de saúde ou a um hospital e receber atendimento de graça. O SUS não é apenas atendimento médico, mas também vigilância em saúde e fornecimento de medicamentos.

Beneficiários de planos de saúde também têm direito a atendimento pelo SUS – nesse caso, no entanto, as operadoras dos planos privados são obrigadas pela lei a ressarcir os cofres públicos pelos serviços prestados que tenham cobertura do plano.

O SUS FORNECE REMÉDIOS GRATUITAMENTE? QUAIS?

Sim. Entre as doenças cujos medicamentos são fornecidos gratuitamente pelo SUS estão diabetes, pressão alta, asma, Aids e Alzheimer. A lista de drogas fornecidas é atualizada anualmente e se chama Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). O Ministério da Saúde informou ao Comprova que, na última década, o número de remédios incluídos na lista aumentou em 54%: passou de 574 drogas em 2010 para as atuais 885.

Quem precisa de um remédio que está na lista, mas não é oferecido pelo posto de saúde, ou que não está na lista, pode processar o governo (judicializar) para obrigá-lo a pagar o tratamento. Em geral, pacientes ganham a ação se provam à Justiça que correm risco de vida caso fiquem sem o remédio solicitado.

O QUE MAIS O SUS FAZ?

Há, também, outros serviços que beneficiam a toda população, como atendimento de emergência por acidentes por meio do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência); regulação de hemocentros assim como transplante de órgãos.

Além disso, o SUS financia pesquisas epidemiológicas, importantes para ajudar o governo a avaliar o risco de ocorrência de surtos ou epidemias e também trazer dados para o controle e prevenção de doenças. E, por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), fiscaliza a qualidade de alimentos em restaurantes e supermercados.

Vacinas exigidas para bebês também são oferecidas pelo SUS, por meio do Programa Nacional de Imunização, que oferece todas as proteções recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A estratégia é reconhecida mundialmente como um sucesso na vacinação infantil.

COMO ERA O SISTEMA DE SAÚDE NO BRASIL ANTES DO SUS?

Antes de o SUS ser regulamentado em 1990, só eram atendidas as pessoas que tinham carteira assinada, contribuíam para a Previdência e, portanto, faziam parte do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (Inamps).

Quem não tinha carteira assinada podia apenas participar de programas específicos do Ministério da Saúde ou das secretarias de Saúde estaduais ou municipais (como vacinação ou combate a alguma doença específica). Caso contrário, era preciso pagar plano privado ou buscar atendimento em instituições filantrópicas, como as Santas Casas de Misericórdia.

A criação do SUS aconteceu no contexto do fim da ditadura militar e diante de denúncias sobre a medicina previdenciária, como os seus custos. O sistema brasileiro foi inspirado no britânico, o NHS (National Health Service), que havia sido implantado 40 anos antes, após o fim da Segunda Guerra.

O NHS é pioneiro no modelo beveridgiano de serviço nacional de saúde, que entende a saúde como uma forma de cidadania. Outros modelos na Europa também se baseiam na ideia do NHS de fornecer cobertura integral para todos os cidadãos, como o de Portugal, criado em 1974, o da Itália, de 1978, e o da Espanha, de 1986.

INVESTIMENTO

Uma diferença entre esses sistemas e o SUS é que, no Brasil, apesar de o Estado ser obrigado a dar assistência de saúde gratuita à população, o governo, proporcionalmente, investe menos na área do que outros países.

De acordo com um relatório do Banco Mundial de 2017, mais da metade dos gastos totais com saúde no Brasil são financiados privadamente (individualmente e planos de saúde privados). No país, a despesa pública com saúde representa 48,2% do total, enquanto a média entre os integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de 73,4%.

Já entre nações com condições econômicas semelhantes, o Brasil está acima apenas da média entre os países do BRICS (Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), 46,5%.

Como afirma Alcides Miranda, médico especialista em saúde comunitária e professor de Saúde Coletiva na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), os demais países com sistemas de saúde universais como o SUS investem um valor, em relação ao PIB, bem maior do que o brasileiro.

“Temos mais população e financiamento público que chega a um terço de outros países na saúde. Mas, mesmo com essas dificuldades, o SUS tem cumprido uma função de priorizar os mais vulneráveis e os mais expostos a riscos, afirma Miranda.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


11/10/2019
11:15

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Após a vitória sobre o Atlético-MG, nesta quarta-feira (10), no Maracanã, em partida válida pela 24ª rodada do Brasileirão, o Flamengo abriu 8 pontos de diferença na liderança para o Santos, segundo colocado. O feito é um recorde do clube carioca na história do campeonato de pontos corridos, que teve a sua primeira edição em 2003.

O recorde anterior foi batido no Brasileirão de 2018, quando o Rubro-Negro abriu 6 pontos de vantagem na liderança para o Atlético-MG, na 11ª rodada da edição.

Na próxima rodada, o Flamengo encara o Athletico-PR, neste domingo (13), na Arena da Baixada, às 16h (horário de Brasília), em partida válida pela 25ª rodada.

ESPORTE INTERATIVO

Publicado por: Chico Gregorio


11/10/2019
11:12

O ex-diretor do IBGE no RN e atual secretário de planejamento do Governo Fátima Bezerra, Aldemir Freire, publicou em suas redes na manhã desta sexta-feira que o RN terá desde 2012 o melhor ano na produção de grãos. Destaque para o Milho.

Via BG

Publicado por: Chico Gregorio


11/10/2019
10:21

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta sexta-feira (11), nas cidades de Maceió (AL) e Curitiba (PR), operação que tem como alvo o senador Fernando Collor de Mello (Pros-AL). A ação, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, tem o objetivo de combater esquema de lavagem de dinheiro que envolve compra de imóveis em leilões públicos.

O senador Fernando Collor de Mello afirmou, por meio de sua assessoria, que vai se manifestar a respeito da operação por meio de rede social. Até a última atualização desta reportagem, o senador ainda não havia se pronunciado.

Na operação, a PF cumpriu 16 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Maceió e Curitiba, com 70 policiais federais.

Investigações

São investigados, de acordo com a PF, os crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato (desvio de dinheiro público), falsificações e pelo tipo penal de integrar organização criminosa.

As investigações da operação batizada de Arremate têm por objetivo identificar e comprovar o suposto envolvimento de Collor como responsável por arrematar imóveis em leilões públicos ocorridos nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2016, com o objetivo de ocultar recursos de origem ilícita.

Segundo a PF, o senador participava dos leilões por meio de um representante com o objetivo de ocultar seu envolvimento como beneficiário final das operações. Os valores sob investigação são de aproximadamente R$ 6 milhões, sem as correções.

G1

Publicado por: Chico Gregorio