09/12/2018
10:10

Flavio Bolsonaro

@FlavioBolsonaro

Continuo com minha consciência tranquila, pois nada fiz de errado. Não sou investigado.
Agora, cabe ao meu ex-assessor prestar os esclarecimentos que se fizerem necessários ao Ministério Público.

Flávio Bolsonaro foi ao Twitter comentar a “movimentação atípica” detectada pelo Coaf na conta de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

“Continuo com minha consciência tranquila, pois nada fiz de errado”, defendeu-se. “Não sou investigado. Agora, cabe ao meu ex-assessor prestar os esclarecimentos que se fizerem necessários ao Ministério Público”, escreveu o senador eleito.

Via BG.

Publicado por: Chico Gregorio


09/12/2018
10:07

POR VERA MAGALHÃES / ESTADÃO

O apresentador e empresário Luciano Huck diz não enxergar nas propostas do presidente eleito Jair Bolsonaro “um projeto de País”. Embora afirme que Bolsonaro “não enganou ninguém” durante a eleição e defenda um voto de confiança no futuro presidente, Huck cobra um plano de redução da desigualdade para o País “não ficar andando de lado para sempre”. O apresentador já admitiu que não tem mais como sair da “caixinha” da política, onde entrou quando passou a ser cotado como um potencial “outsider” na disputa presidencial deste ano. Após muitas especulações, ele não aceitou entrar na arena eleitoral. Nesta entrevista ao Estado, Huck admite que centro está convergindo para um novo partido e comenta as acusações contra o senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, deixou uma entrevista coletiva no meio na última sexta-feira com ares de indignação ao ser questionado sobre o relatório do Coaf que aponta movimentação de R$ 1,2 milhão em um ano na conta de um ex-assessor parlamentar do deputado estadual e futuro senador Flávio Bolsonaro. Esbravejou, dizendo que “setores” estão há um ano tentando “destruir a reputação” do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Antes, chegara a pedir uma “trégua” da imprensa em relação a Bolsonaro. Como é que é? Diante do piti do futuro responsável pela articulação política do governo, cumpre rememorar um pouco de sua trajetória política. Lorenzoni se notabilizou na Câmara por participar de toda e qualquer CPI, sempre com uma postura inquisidora e avessa a qualquer tipo de trégua.

Agora que ele próprio e pessoas importantes do núcleo do futuro governo se veem citados em acusações ou em casos que podem ser objeto de investigação, a indignação muda de endereço, para apontar perseguição, dizer que já acertou as contas com Deus ou simplesmente dar as costas sem as necessárias explicações.

Essa postura mostra a dificuldade de quem sempre atirou pedras de se colocar na posição de vidraça. Mas é bom o ministro já ir se acostumando, bem como todo o entorno de Bolsonaro. A eleição do futuro presidente e de boa parte do novo Congresso, bem como de muitos governadores, se deveu em grande medida à indignação – por eles trabalhada à exaustão – com a corrupção associada ao PT e aos seus aliados.

Ao inflamar ainda mais a sociedade contra os malfeitos, Bolsonaro e seus aliados atraíram para si a expectativa de um comportamento em tudo diferente daquele que condenaram em tom tão grandiloquente.

Não adianta virar as costas. Muito menos apelar para o “e no tempo do PT”, como também fez Onyx.

Os dois truques, aliás, foram usados por Lula e pelos petistas ao longo do tempo. Primeiro afetar indignação diante das evidências de desvios em casos como o mensalão e o petrolão, por exemplo. Os petistas adoravam evocar o passado de CPIs e denúncias contra adversários do partido, antes de chegar ao poder, como se isso fosse um salvo-conduto eterno.

E o segundo o de, diante da denúncia, sempre trazer à baila o adversário para demonizá-lo. “E no tempo do Fernando Henrique?” era o curinga que os petistas sempre tiravam da mão quando se viam em apuros.

Agora Lula está preso, deve continuar assim por um bom tempo, possivelmente terá novas condenações, o PT está fora do poder desde 2016 e Bolsonaro, Lorenzoni e outros que ascenderam justamente na onda antipetista estão no poder. Condição em que devem explicações. Não se trata de uma concessão ou de boa vontade, ministro Onyx, mas de obrigação, como o senhor corretamente sempre cobrou nas CPIs que o alçaram à fama.

A boa vontade que beira a condescendência do eleitorado de Bolsonaro com ele e seu entorno têm prazo de validade. Aliás, o próprio declínio da adoração a Lula deveria servir de exemplo. O discurso de combate a todo e qualquer desvio ético, pequeno ou grande, é um pilar importante – juntamente com o conservadorismo e o tema da segurança pública – do triunfo de Bolsonaro. Para que ele se mantenha sem abalos é necessário que casos como o do ex-assessor, o de Onyx e outros que apareçam sejam tratados com seriedade e as explicações sejam rápidas e suficientes.

Culpar a imprensa, o PT, forças ocultas ou sabe-se lá quem é uma saída marota para a qual a população, que nestas eleições viveu o ápice de um processo de discussão política acalorada, não vai comprar barato. Como, aliás, sempre pregaram aqueles que a maioria acabou de eleger.

Publicado por: Chico Gregorio


09/12/2018
10:04

O senador eleito Flávio Bolsonaro com o irmão Eduardo Bolsonaro, que é deputado federal, em Brasília – Pedro Ladeira – 7.nov.18/Folhapress

 

A partir de 1º de fevereiro, o sobrenome Bolsonaro não vai ficar restrito ao Palácio do Planalto. Marcará presença, simultaneamente, nos painéis de votação da Câmara dos Deputados e do Senado.

Além de inusitada, a onipresença da família no Executivo e no Legislativo tem provocado dúvidas entre parlamentares experientes e estreantes sobre qual será o papel do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filhos de Jair Bolsonaro (PSL).

Além do temor de que o excesso de interlocutores gere ruído na comunicação com a Presidência, há o receio de que a presença dos dois acabe por esvaziar o papel dos próximos líderes de governo e até mesmo o dos futuros ministros responsáveis pela articulação política, Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e o general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo).

Ainda durante a transição, parlamentares dizem, reservadamente, tentar entender como funcionará o próximo governo que, apenas na semana passada, começou a se aproximar das bancadas dos partidos. Até então, o diálogo se restringia a bancadas temáticas, como a evangélica.

Um experiente articulador avalia que a presença dos filhos no Congresso pode facilitar a relação com o Planalto desde que eles não atropelem os canais institucionais.

Esta não é a primeira vez que um presidente da República tem um filho no Parlamento. Sarney Filho (PV-MA) era deputado pelo PFL quando José Sarney (MDB) comandou o país, de 1985 a 1990. Mas, segundo o deputado, a divergência de ideias impediu que ele fosse um interlocutor informal de seu pai.

“Eu não tinha relação de liderança nenhuma porque a base de papai era muito mais conservadora do que eu. Eventualmente, uma pessoa ou outra queria falar com ele e pedia para ver se eu conseguia uma audiência e, às vezes, eu conseguia”, lembra Sarney Filho.

Flávio Bolsonaro afirma descartar a possibilidade de ser líder do governo no Senado, mas já se coloca como interlocutor ao lado de quem for escolhido para a função.

“Estou chegando agora, mas, certamente, por ser um senador e ter acesso direto ao presidente [Bolsonaro], e aos ministros, eu vou estar junto com esse líder do governo que for escolhido no consenso para levar as demandas legítimas dos senadores a quem possa resolvê-las”, disse o senador eleito, na terça-feira (4), em sua primeira visita a uma sessão da Casa após a disputa.

Durante a passagem pelo plenário do Senado, foi cumprimentado por futuros colegas de diversos partidos e chegou até a conversar por telefone com alguém a pedido do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), de saída por não ter conseguido se reeleger.

Eduardo Bolsonaro também já é alvo de assédio. De olho na indicação da Câmara para o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), candidatos ao posto têm procurado o deputado reeleito.

Apesar de Bolsonaro já ter escolhido o diplomata Ernesto Araújo para comandar o Ministério de Relações Exteriores, foi Eduardo quem falou recentemente em nome do próximo governo fora do país.

“O que vim fazer nos Estados Unidos é também dar os primeiros passos no resgate da nossa credibilidade e mandar uma mensagem clara de que não seremos mais um país socialista. E estamos bem animados de estarmos tão próximos dos Estados Unidos”, disse Eduardo em entrevista à TV americana Fox News.

Mas a atuação do deputado como porta-voz informal do governo tem gerado dor de cabeça para a futura equipe do Palácio do Planalto.

A investidores em Washington, por exemplo, Eduardo disse que o governo talvez não conseguisse aprovar a reforma da Previdência.

Na mesma viagem, em novembro, anunciou que a mudança da embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém estava decidida e que era uma questão de tempo.

As declarações no exterior incomodaram integrantes da base aliada de Jair Bolsonaro.

No fim desta semana, Eduardo protagonizou nova polêmica ao envolver-se em bate-boca no grupo de WhatsApp que reúne a bancada do PSL.

O clima tenso levou Bolsonaro a convocar uma reunião com a bancada na quarta-feira (12) para apaziguar os ânimos.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


09/12/2018
10:00

Publicado por: Chico Gregorio


08/12/2018
12:04

Tomaz Silva/Agência Brasil

247- Para o advogado Antonio Sérgio de Moraes Pitombo, que lança o livro “Imparcialidade da Jurisdição”, síntese de pesquisa feita para o seu pós-doutorado defendido na Universidade de Coimbra em 2012, “juiz-estrela, aquele que divulga tudo o que faz e alimenta o público em busca de apoio, comete um pecado mortal para o mundo do direito: tende a ser parcial”

Publicado por: Chico Gregorio


08/12/2018
11:55

Instagram

247- Fisgado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com movimentações de R$ 1,2 milhão, incompatíveis com sua renda, o policial Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro tinha total intimidade com o clã presidencial. A tal ponto, que saía para pescar com o próprio Jair Bolsonaro, que justificou a transferência de R$ 24 mil para a futura primeira-dama Michele Bolsonaro como o pagamento de um empréstimo não registrado em seu imposto de renda

Publicado por: Chico Gregorio


08/12/2018
10:01

O futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse nesta sexta (7) que a divulgação de um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) que indicou movimentação financeira atípica de um ex-assessor do deputado estadual Flávio Bolsonaro(PSL) é uma tentativa de destruir a reputação do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

“Setores estão tentando destruir a reputação do sr. Jair Messias Bolsonaro. No Brasil, a gente tem que saber separar o joio do trigo. Nesse governo é trigo. (…) Onde é que estava o Coaf no mensalão, no petrolão?”, disse ele, irritado, ao ser questionado por repórteres.

O documento aponta que o ex-assessor parlamentar e policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. Uma das transações seria um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Em Brasília, onde anunciou mais dois integrantes de sua equipe, o futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, não quis comentar o assunto.

Ao ser questionado, Moro apenas acenou com tchau e continuou a caminhar para ir embora.

O futuro ministro anunciou o novo diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Adriano Marcos Furtado, atualmente no Paraná, e o titular da secretaria de Defesa do Consumidor, que será o advogado Luciano Timm, do Rio Grande do Sul.



Fonte: Pragmatismo Político

Publicado por: Chico Gregorio


08/12/2018
09:49

O episódio envolvendo movimentações financeiras suspeitas por parte do policial Fabrício José de Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, vem sendo visto como uma prova de fogo para o presidente eleito, Jair Bolsonaro.Aliados do capitão, segundo a Folha de S. Paulo, têm observado a maneira pela qual ele vem lidando com o caso, tendo em vista que uma de suas principais bandeiras de campanha foi o combate à corrupção.

Na sexta (7), Bolsonaro alegou ao site O Antagonista que os R$ 24 mil pagos em cheque a sua esposa fizeram parte do abatimento de uma dívida que Queiroz mantinha com ele. Disse também que cortou relações com o ex-assessor do filho até que ele explique as demais movimentações suspeitas às autoridades.

Via Folha.

Publicado por: Chico Gregorio


08/12/2018
09:35

Sobe para 14 número de mortos em confronto entre policiais e assaltantes em Milagres, no Ceará

Troca de tiros entre criminosos e policiais deixou 14 mortes em Milagres; pelo menos seis pessoas mortas eram reféns de duas famílias — Foto: SVM

Duas pessoas baleadas no tiroteio durante uma tentativa de ataque a bancos em Milagres, no interior do Ceará, morreram no início da noite desta sexta-feira (7). Com os óbitos, sobe para 14 o número de mortes no tiroteio. Das 14 vítimas, seis foram identificadas como reféns e outras seis são criminosos; a polícia não tem informações sobre outras duas pessoas mortas.

Três suspeitos foram presos. A polícia vai ouvir o depoimento dos detidos para tentar identificar o restante da quadrilha, de acordo com a Polícia Militar de Milagres.

Doze pacientes morreram no local do tiroteio, na Rua Presidente Vargas, no Centro de Milagres. Duas pessoas baleadas estavam em hospitais das cidades de Barro e Brejo Santo. O Instituto Médico Legal de Juazeiro do Norte confirmou a morte dos dois às 18h40. A identidade dos dois não foi revelada e não se sabe se eles eram criminosos ou reféns.

Mais cedo, a Polícia Militar confirmou que seis de 12 vítimas que morreram no local eram membros de duas famílias mantidas reféns pelo bando. Os policiais investigavam o bando e foram alertados de que eles pretendiam atacar as agências bancárias de Milagres.

Publicado por: Chico Gregorio


08/12/2018
09:26

A vereadora e deputada federal eleita Natália Bonavides , participa no período de 7 a 10 de dezembro na Argentina   do   4to Encuentro Latinoamericano de Feminismos.  Nesse evento  mulheres de toda a América Latina  debaterão os desafios da defesa de nossos direitos. Será também um momento para a celebração da diversidade.

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo, em pé e texto

Publicado por: Chico Gregorio


08/12/2018
09:13

O empresário e delator Joesley Batista, um dos donos da JBS, peticionou nesta sexta (7) ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin pedindo providências contra supostas ameaças sofridas por ele na semana passada, como telefonemas com pedidos de dinheiro e chamadas para a Polícia Militar ir à casa dele, em São Paulo.

Na petição, a defesa de Joesley sugere que as ameaças podem ter partido do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso pela Lava Jato em Curitiba. Cunha foi um dos alvos da delação da JBS, firmada em maio de 2017 com a PGR (Procuradoria-Geral da República).

Os advogados solicitam a Fachin, relator da delação da JBS no Supremo, que determine à Polícia Federal que investigue as ameaças.

Folha não conseguiu localizar a defesa de Cunha nesta sexta-feira.

O documento enviado ao STF narra que, no último dia 28, Joesley prestou depoimento à Justiça Federal, “na qualidade de colaborador”, em uma ação que tem como réus Cunha, o ex-deputado Henrique Alves (MDB-RN) e o operador financeiro Lucio Funaro. A audiência foi por meio de videoconferência e teve a participação dos réus no processo.

Segundo o relato dos advogados de Joesley, a defesa de Cunha fez perguntas com “cunho nitidamente pessoal” ao delator, incluindo questões sobre o ministro Fachin. “Tais indagações não só fugiram do contexto da acusação como também procuraram atingir esse relator [Fachin]”, disseram os advogados de Joesley ao ministro.

A defesa do empresário anexou à petição uma representação criminal encaminhada à PF de São Paulo na terça-feira (4) na qual afirma que, durante a audiência judicial, os advogados de Cunha perguntaram a Joesley qual era o endereço da casa dele em São Paulo.

“Coincidentemente, ou não, no dia seguinte, 19 de novembro, o requerente passou a receber diversas ligações em seu telefone fixo instalado em sua residência […]”, relatou a defesa de Joesley.

As ligações, feitas por um homem, ainda conforme o relato da defesa do empresário, foram atendidas por funcionários da casa e traziam sempre a mesma mensagem: “’Mande um recado para o Joesley: aqui quem fala é o delegado da PF amigo dele, para quem ele deve. Anote o número de uma conta: Caixa Econômica Federal […] e mande depositar R$ 50 mil. Diga que o Eduardo está chegando em Brasília’”.

A defesa de Joesley afirmou no documento que os dizeres “denotam uma ameaça velada”, pois a menção à Caixa seria uma alusão à operação Sépsis, que originou a ação penal em que Cunha, Alves e Funaro são réus. A Sépsis investigou desvios no banco estatal e políticos do MDB.

Após as ligações, segundo afirmou a defesa de Joesley à PF e a Fachin, carros da Polícia Militar foram até a casa dele, no Jardim Europa, área nobre de São Paulo, “cercaram a casa e abordaram os seguranças e funcionários, pedindo informações sobre os moradores, pois teriam recebido denúncia anônima de que haveria naquela residência um roubo em andamento”.

Joesley informou à PF e a Fachin que esses episódios ocorreram por três vezes, na sexta (30), no sábado (1º) e no domingo (2), o que teria gerado estresse e temor em sua família.

Por fim, os advogados André Callegari e Ariel Weber pedem a Fachin para que Joesley não seja obrigado a responder perguntas sobre assuntos pessoais nos próximos depoimentos que vier a prestar. Eles invocam a cláusula nona do acordo de delação que prevê a possibilidade de solicitar medidas de proteção ao colaborador e a familiares. Na noite desta sexta, o ministro enviou o pedido à PGR para manifestação do órgão.

delação da JBS foi rescindida pela PGR em setembro do ano passado, mas falta o Supremo deliberar sobre a rescisão. O relator, Fachin, está ouvindo testemunhas para depois levar o caso ao plenário.​

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


08/12/2018
09:09

Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e o assessor Fabrício Queiroz Foto: Reprodução
Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e o assessor Fabrício Queiroz Foto: Reprodução

 

Em fotos postadas por amigos nas redes sociais, o subtenente da Polícia Militar Fabrício José Carlos de Queiroz, de 53 anos, aparece como uma pessoa próxima da família Bolsonaro . Sua presença é registrada em jogos de futebol, atos de campanha e churrascos de confraternização.

Queiroz, como é conhecido, ganhou primeiro a confiança do presidente eleito, Jair Bolsonaro, antes de ir, há mais de dez anos, trabalhar no gabinete do deputado estadual Flávio Bolsonaro, o filho mais velho de Jair.

A exoneração do subtenente só veio em 15 de outubro deste ano. Oficialmente, a versão é que ele saiu para tratar de sua ida para a reserva. Policial desde 1987, Queiroz já foi lotado no Batalhão Policial de Vias Especiais (BPVE). Há relatos, porém, de que a exoneração, a pedido, ocorreu após divergências na campanha de Flávio para o Senado.

No relatório em que cita a movimentação atípica de Queiroz, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) informa que o policial militar tem renda mensal de R$ 23 mil, o que indica que acumulava os salários de subtenente e do gabinete, o que é permitido.

Família empregada

A mulher de Queiroz, Márcia Oliveira de Aguiar, e duas filhas, de um total de quatro, também foram lotadas no gabinete de Flávio. Márcia tinha salário bruto de R$ 9.835 entre março de 2007 a setembro do ano passado.

Nathália Melo de Queiroz, uma das filhas, trabalhou, entre setembro de 2007 a fevereiro de 2011, no gabinete da vice liderança do PP, partido de Flávio à época, com salário de R$ 6.490. Depois, passou pelo Departamento Taquigráfico e Debates e, em agosto de 2011, foi para o gabinete de Flávio, com salário de R$ 9.835, onde ficou até dezembro de 2016.

Nathália foi substituída pela irmã, Evelyn Melo de Queiroz. Nathália, que tem quase 15 mil seguidores no Instagram, estava lotada no gabinete de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, mas deixou o cargo em 15 de outubro, mesmo dia em que o pai pediu exoneração.

O GLOBO

Publicado por: Chico Gregorio


08/12/2018
09:06

Sete servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) que passaram pelo gabinete do deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) fizeram transferências bancárias para uma conta mantida pelo ex-policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz.

O levantamento foi feito por VEJA com base em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão ligado ao Ministério da Fazenda, mas que irá para a pasta da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, pai de Flávio. Segundo o relatório, esses servidores transferiram no total 116.556 reais para a conta de Queiroz entre 1º de janeiro de 2016 e 31 de janeiro de 2017. O conteúdo do documento foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo nesta quinta-feira, 6.

O ex-PM trabalhou durante cerca de dez anos com Flávio e foi motorista dele na Alerj. Além desses sete servidores, o próprio Fabrício Queiroz depositou outros 94.812 reais nesta conta, mantida em uma agência do banco Itaú no bairro da Freguesia, zona oeste da capital fluminense.

O relatório foi produzido no âmbito da Operação Furna da Onça, que levou à prisão dez deputados estaduais do Rio em 8 de novembro. Flávio não é investigado pela operação. Contudo, todos os servidores da Alerj tiveram suas contas bancárias esmiuçadas pelo Coaf, a pedido da Polícia Federal.

VEJA

Publicado por: Chico Gregorio


07/12/2018
12:12

A professora sabugiense , Cida Julião, militante dos movimentos  sociais em defesa da mulher, participou ontem à noite na cidade de Caicó, na Câmara municipal, de uma  audiência pública para apresentação do Pacto Municipal de Enfrentamento à violência contra as Mulheres.  Após a audiência, Cida prestigiou a lançamento do livro da professora e promotora de justiça, Érica Canuto, intitulado ” A masculinidade no banco dos réus”.

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e pessoas sentadas

Publicado por: Chico Gregorio


07/12/2018
11:58

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em péA Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, por propositura do presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), irá homenagear os 15 anos da Fundação de Apoio à Pesquisa do RN – FAPERN nesta segunda-feira (10), às 9h. A sessão solene irá reunir pesquisadores e ex-presidentes da entidade.

“A pesquisa, além de ser uma via para a construção de conhecimento  e informações, é  base para o progresso humano. Por isso temos que valorizar essa instituição, que há 15 anos tem como missão apoiar e fomentar a realização da pesquisa científica, tecnológica e a inovação para o desenvolvimento social e econômico do Rio Grande do Norte”, justifica Ezequiel Ferreira.

Atualmente, a FAPERN é presidida pelo professor João Maria de Lima. Além dele, outros gestores que passaram pela instituição serão homenageados.

História

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Norte foi criada pela Lei Complementar Nº 257, de 14/11/2003 e tem seu funcionamento regido pelo Decreto Nº 17.456, de 19/04/2004, com recursos previstos na Constituição Estadual e na legislação pertinente à pesquisa científica e tecnológica. É vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico – SEDEC, integrante da Administração indireta.

Publicado por: Chico Gregorio