03/09/2019
06:30

A criação de um partido único de centro é ideia que empolga diversas lideranças, João Doria (PSDB) e Rodrigo Maia (DEM) à frente, mas enfrenta resistências fortes por parte das principais siglas envolvidas na discussão.

Folha conversou com líderes tucanos, do DEM e do PSD, agremiações que formariam o núcleo do novo partido.

O diagnóstico é semelhante: é algo impossível ocorrer para o pleito municipal de 2020 e muito difícil para a eleição presidencial de 2022, quando uma frente contra Jair Bolsonaro (PSL) e a esquerda surge como hipótese mais provável.

A fusão, num cenário com 30 partidos com representação na Câmara dos Deputados, sempre pareceu lógica.

No mês passado, durante evento de estreia do deputado Alexandre Frota (SP) na bancada do PSDB em Brasília, o presidente da Casa, Maia, pediu a palavra quando o tema surgiu numa entrevista.

Disse que o fim das coligações em eleições proporcionais, que começa a valer em 2020, levaria à união entre DEM e os tucanos. Ao seu lado, o governador Doria (SP), principal interessado no arranjo.

O tucano trabalha para se viabilizar como candidato à sucessão de Bolsonaro, tentando afastar a imagem de político próximo ao então presidenciável no segundo turno de 2018 —o voto BolsoDoria.

Uma musculatura partidária que incluísse DEM e PSD, fora siglas menores, está no radar de seus estrategistas.

A virtude dos partidos como pretendentes a cortejar é a mesma que os faz serem refratários a tal acordo agora.

O maior ceticismo vem do DEM, paradoxalmente dadas as declarações de Maia. Seu presidente, ACM Neto, já disse ser contra a fusão.

Dirigentes do partido explicam: a sigla é forte no Nordeste, em especial na Bahia, onde ACM Neto é prefeito em segundo mandato. Além disso, o partido mira de oito a dez capitais na eleição de 2020.

Assim, negociar fusão só faria sentido após o pleito de 2020, numa posição de força —o partido já comanda as duas Casas do Congresso e tem peso em ministérios importantes do governo Bolsonaro, como o da Saúde.

Há também um ressentimento em relação ao que consideram arrogância paulista do PSDB. Um dirigente lembra que os tucanos não têm mais a força que tinham nas gestões de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Argumento semelhante é ouvido no PSD. A sigla se fortaleceu com dois senadores neste ano e, principalmente, filiando o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, a seu time.

Esse movimento mineiro será reforçado em breve pela provável adesão do senador Antonio Anastasia ao partido.

O ex-governador é figura de proa em articulações no estado e sua eventual saída do PSDB selará o afastamento de um antigo aliado, o deputado Aécio Neves, de quem também foi vice-governador.

Este é um acerto que agrada a Doria, dado que o governador não conseguiu ver Aécio, tóxico politicamente depois de se ver envolvido na delação da JBS, expulso do PSDB. Enfraquecer sua base é um caminho alternativo a seguir.

Nas contas do PSD, portanto, também não faz sentido pensar em aliança antes de ver assegurada a reeleição de Kalil, entre outras disputas.

O partido também aposta que seu pré-candidato em São Paulo, Andrea Matarazzo, será muito competitivo caso consiga ir ao segundo turno na hoje embolada corrida eleitoral.

Resta, obviamente, o problema de chegar lá num cenário altamente fragmentado.

Os tucanos próximos de Doria, por sua vez, acreditam que depois do rearranjo de 2020 será possível retomar com força a discussão de um partido, por mais que os aliados prefiram falar em uma frente.

Um de seus dirigentes afirma que é natural a resistência ao projeto, mas que a gravidade imposta pelo nome de Doria acabará falando mais alto.

Por mais que rejeite falar em candidatura em 2022, o governador hoje é o político de expressão nacional com projeto de poder mais claro, ainda que enfrente oposição aberta de alas de seu próprio partido —foi derrotado na Executiva Nacional em sua tentativa de remover Aécio da sigla.

Um político do DEM crê que, com o grau de turbulência do governo Bolsonaro, a chamada velha política terá a oportunidade de voltar a dar as cartas a partir do ano que vem e tende a chegar forte a 2022.

Só não sabe se o nome para isso seria o do tucano ou o de um outsider como o apresentador da Rede Globo Luciano Huck, que interessa ao grupo que orbita FHC, mas que gera suspeitas sobre a real intenção de entrar no jogo na hora H.

Outro fator de incerteza, todos concordam, é o desempenho de Bolsonaro. Mesmo com muito tempo de governo à frente, parece improvável arrumação política, mas eventual melhora econômica é algo que ninguém descarta.

Esse fator reforça o discurso de alguns aliados de Doria, que defendem a criação de um polo político alternativo a Bolsonaro, sem oposição econômica, o que demandaria uma costura política antecipada.

Já outros, em especial entre os relutantes aliados tucanos, preferem esperar para ver.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


03/09/2019
06:29

Os resultados alcançados pelo presidente no Nordeste são tão ruins que políticos da região já preveem uma eleição municipal “arrasadora para o PSL” por lá.

Integrantes do PT e do PSDB acham que Bolsonaro ainda não atingiu seu piso de apoio. O índice de aprovação, hoje em 29%, poderia, portanto, minguar ainda mais na avaliação deles.

Pessoas próximas ao presidente afirmam que ele ouve um número cada vez menor de pessoas, com ênfase no grupo alinhado a Olavo de Carvalho.

PAINEL FOLHA SP

DO BLOGDOBG: O BlogdoBG publicou e teve acesso há 9 pesquisas realizadas no RN entre os dias 14/08 e 29/08 nos municipios de Natal, Parnamirim, Macaíba, Ceará-Mirim, Areia Branca, Mossoró, Assu, São Gonçalo e Extremoz, a reprovação a gestão de Bolsonaro nessas 9 pesquisas atingiu uma media de 62% em apenas 8 meses de gestão.

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
11:45

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De acordo com informações recebidas pelo blog, a municipalização do trânsito na cidade de Caicó, depende de uma obra de ampliação e restauração da velha ponte sobre o rio Barra Nova, que é antiga, precisa de reparos e construção de mais uma via pista de rolamento, pois atualmente, só comporta a passagem de um veículo de grande porte.
Segundo informação existe um Termo de Ajustamento de Conduta assinado pelo município de Caicó,e o  DNIT, condicionando o recebimento da rodovia federal que corta o nosso município a execução dessa obras na velha ponte.

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
11:04

A deputada federal, Natália Bonavides,  participou ontem na cidade paraibana de   Monteiro de um ato com presença de lideranças nacionais com Fernando Haddad , do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, em  defesa da transposição do Rio São Francisco e dos investimentos no Nordeste. Segundo a parlamentar há  dois anos, durante a inauguração popular da transposição, que contou com a presença de Lula e Dilma, as águas do Velho Chico corriam pelo canal passando pela cidade de  Monteiro. Agora, no governo Bolsonaro, as obras e e o bombeamento estão  suspensos, um  grande desrespeito com o povo nordestino. Nos mobilizaremos para que a transposição seja retomada.

A imagem pode conter: 7 pessoas, pessoas sorrindo, multidão e close-up

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
10:42

Haddad com os governadores: hora de construir uma frente

Um dado da pesquisa Datafolha de hoje chama particularmente a atenção. Não é o do aumento da reprovação, previsível diante do espetáculo diário de incompetência, sectarismo e vulgaridade, protagonizado nas portas do Palácio do Alvorada.

O dado mais relevante do ponto de vista politico é o dos arrependidos: pessoas que votaram em Bolsonaro no segundo turno, mas não repetiriam o gesto se a eleição fosse hoje. Essa revelação está na análise do diretor do Datafolha, Mauro Paulino. Ele escreveu:

“A prova do diagnóstico está no contingente de arrependidos —um em cada quatro dos que votaram no capitão reformado não repetiria a opção caso o pleito fosse hoje, garantindo a Fernando Haddad (PT) uma liderança apertada, mas fora dos limites da margem de erro.”

Ou seja, Bolsonaro é considerado hoje produto de um erro admitido por 25% dos seus eleitores no segundo turno.

Erro, por sua vez, proporcionado pelo ambiente polarizado da eleição, em que duas candidaturas foram interpretadas como equivalentes, e Bolsonaro, equivocadamente, foi visto como um mal menor.

A disputa sempre foi entre a barbárie representada pelo ex-deputado e a civilização, no segundo turno encarnada por Fernando Haddad.

Faltou à imprensa colocar o debate nos termos corretos. Mas já era previsível que esta não o faria, dado o antipetismo que tomou conta de seus dirigentes.

Nesse vácuo, era preciso que as lideranças políticas do campo progressista se comunicassem diretamente com os eleitores ou à sociedade, através de outros mecanismo, que o bolsonarismo usa bem, a rede social.

Também poderia fazer uma comunicação direta com a sociedade através das mobilizações corretas de campanha.

E por que isso não ocorreu?

Porque a principal liderança política do país se encontra presa, naquela época proibida de dar entrevista. E quem poderia falar por ela não teve a mesma força.

Ou esperou que, com a mediação feita pela imprensa, a tarefa fosse cumprida.

Não foi. Nem seria. Nem será.

É a política que tem de ocupar o espaço vazio, com ações concretas, não apenas no palco da velha mídia.

A pesquisa de hoje mostra que grande parte dos eleitores se arrepende.

Não é hora de tripudiar — de dizer “eu bem que avisei”.

É hora de diálogo e da construção de uma frente que ajude a consertar o estrago que já está feito e de viabilizar o retorno à plenitude democrática.

Via DCM.

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
07:06

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O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Pinacó-Piranhas-Açu (CBH PPA) e a Comissão de Acompanhamento do Termo de Alocação de Água do Sistema Hídrico Sabugi, em São João do Sabugi, comunicam aos usuários de água da montante e jusante do reservatório Santo Antônio, que nesta segunda-feira, dia 02 de setembro, às 10h30 minutos, será feita a abertura da comporta…

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
07:01

A senadora Zenaide Maia dedicou a agenda do fim de semana para o interior do RN. Na manhã desta sexta-feira (30), a senadora Zenaide Maia, esteve presente na inauguração da Casa de Regentes do IFRN-Apodi, uma demanda antiga do Instituto e que foi possível através de emenda parlamentar da então deputada federal no ano de 2017. A senadora, que é uma grande defensora da educação, fez questão de ir a Apodi para entregar a obra que será de grande importância para os alunos.

Ainda na sexta-feira Zenaide Maia seguiu para a cidade de Mossoró tendo como destino o IFRN-Mossoró, que recebeu em 2017 recursos parlamentares por meio do mandato da então deputada federal.  Um dos recursos foi aplicado na reforma de todo bloco administrativo, e a outra na reforma e ampliação dos banheiros, essa última vai garantir ao Instituto o atendimento para mais jovens nas olimpíadas escolares.  Ainda em Mossoró, a senadora Zenaide participou da abertura oficial da Feira Regional de Negócios, Ciência, Tecnologia e Inovação – Feneciti, na Estação das Artes Elizeu Ventania, em sua segunda edição. A feira é promovida pelo Governo do Estado em parceria com a CDL Mossoró e a FCDL do RN.

No sábado, a senadora participou do encerramento da 1° Agrofest, na comunidade de Poço de Pedra, zona rural de São Gonçalo do Amarante.

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
06:54

Bolsonaro deboche - 'BRASIL CAMINHA PARA SER A GATA BORRALHEIRA': não dá para ignorar os gols contra do Governo Bolsonaro - Por Fernando Henrique CardosoÉ difícil escrever mensalmente sem tocar em temas sensíveis que eu preferiria não abordar. É o caso agora. Foram tantos os gols contra praticados pelo Governo atual que não há modo de deixá-los de lado. Pior, passei três dias na Argentina na semana anterior e lá participei de um encontro promovido pelo jornal Clarín em que estavam presentes e em diálogo público Macri e Fernandez. Não pude fugir da imprensa local e da brasileira. Queriam saber, naturalmente, dos “temas quentes” sobre o Brasil. Como de hábito, não me furtei a responder, tomando o cuidado de lembrar que estava em país estrangeiro, embora irmão. A diplomacia a que me imponho por haver sido presidente obriga a não avançar com as velas pandas no exterior sobre temas nacionais de cá e de lá, sobretudo os que podem ser sensíveis às pessoas que lideram as duas nações.

Assim, com luvas de pelicas, de volta ao Brasil, vamos ao que interessa. É indiscutível que o Brasil, no exterior, marcha para ser a gata borralheira. Também com o desaguisado presidencial na questão do meio ambiente, nas supostas relações com as “milícias”, em casos de nepotismo, e por aí vai, é difícil contestar a avalanche de críticas e afirmações, nem sempre corretas, que desaguam nas mídias mais influentes do estrangeiro. Por que e para que isso?

Aparentemente, o presidente e seu círculo mais íntimo parecem não haver entendido que não estamos mais na Guerra Fria. Não há mais o confronto entre dois blocos ideológicos. Mesmo Trump, capitaneando uma relação comercial belicosa com a China e pensando em levantar muros na fronteira mexicana, não se pauta pela lógica bipolar de um mundo dividido entre esquerda e direita. Nem a China. E muito menos a Europa. Qual o sentido, pois, em fazer desaforos ao presidente da França e sua esposa, em ressuscitar um nacionalismo anacrônico parecido ao que aflorou (à época com maior razão) diante do projeto de um think tank americano, Hudson Institute, que nos anos 60 aventou a ideia estapafúrdia de transformar a Amazônia em um grande canal de navegação alternativo ao do Panamá?

A reação dos europeus ao aumento das queimadas na Amazônia responde a motivos distintos e não se deu de forma uniforme. Há uma preocupação genuína com questões que têm impactos globais (mudança climática e extinção da biodiversidade). Existem também razões menos universais, como a defesa de interesses protecionistas, e motivações circunstanciais, como o receio de derrotas em eleições locais a se realizar no próximo ano. Em lugar de reagir toscamente, negando dados empíricos e insultando cientistas e chefes de estado de outros países, deveríamos ter reagido prontamente para combater as queimadas e mostrar, na prática, o compromisso soberano do Brasil com a proteção do meio ambiente. Não há meio mais eficaz para desinflar a conjectura inaceitável sobre conferir um estatuto internacional à Amazônia.

Nessas horas precisamos de bom senso e racionalidade, virtudes difíceis em um país polarizado. Patriotismo não se mede por bravatas nacionalistas, sobretudo quando insultuosas. A proteção do bioma amazônico é, acima de tudo, do interesse do Brasil, um interesse coincidente com o dos demais países que compartilham esse bioma e também com o do planeta. Dadas as restrições fiscais, recursos do exterior são bem-vindos. Não nos falta capacidade para bem administrá-los, com transparência, e em parceria com a sociedade civil, que pode e deve ser aliada e não inimiga na preservação do meio ambiente e na realização de projetos de desenvolvimento.

Há queimadas que em parte são cíclicas, em parte são legais, mas em grande parte (é preciso avaliar o tamanho) são criminosas: derrubada ilegal de mata para queimá-la e transformar a floresta em pasto ou em áreas para grãos. Se nos faltasse terra, vá lá, caberia a discussão sobre o que fazer. Mas elas são abundantes e o agronegócio brasileiro, aquele que opera dentro da legalidade, não precisa depredar para ser competitivo. Ao contrário, só continuará a ser competitivo se não depredar, como prevê a Constituição e está estatuído nas leis.

Enquanto vozes lúcidas do agronegócio clamam por racionalidade, noGoverno há quem insista em distorcer os fatos. Como se fosse pouco negar a validade de dados científicos, busca-se transformar vítimas em algozes. Nessa linha, aponta-se a demarcação de terras indígenas como o grande obstáculo para o desenvolvimento da Amazônia.

É essa retórica de desinformação, insulto e incentivo a práticas ilegais, reiterada ao longo de oito meses, a principal responsável pela crise atual. De um lado, ela abriu a porteira para que os interessados no desmatamento ilegal se sentissem autorizados a tocar fogo no cerrado e na floresta. De outro, deu o pretexto para que a defesa de interesses protecionistas se revestisse com a capa de legitimidade da preocupação ambiental. A retórica oficial tem sido danosa aos interesses do Brasil. Pode colocar em risco, até mesmo, o acordo do Mercosul com a União Europeia.

De positivo nesse quadro, só há dois pontos a destacar: primeiro, a reação rápida e vigorosa de vários setores da sociedade brasileira; segundo, a prontidão das Forças Armadas em responder à situação de emergência provocada pelo descontrole das queimadas na região amazônica.

Com tanto horror perante os céus, como disse um poeta, devemos aguentar firmes (imprensa, Congresso, Judiciários, líderes empresariais e da sociedade civil) para não deixar que arroubos personalistas e interesses familiares comprometam o futuro do país.

Creio que foi Octávio Mangabeira quem disse: a democracia é como uma plantinha tenra, precisa ser regada todos os dias para crescer. Trata-se agora de preservá-la. Como mostram muitos livros recentes sobre a crise da democracia, a forma moderna de corrompê-la não passa por golpes militares, mas por atos governamentais que, quando não encontram reação à altura, pouco a pouco lhe vão arrancando as fibras.

O preço da liberdade é a eterna vigilância. É preciso nos manter atentos e fortes para que as instituições do Estado continuem a cumprir, com independência, as obrigações impostas pela Constituição.

Fonte: El País

Créditos: Fernando Henrique Cardoso

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
06:48

Resultado de imagem para fotos sos transposição ontem

O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) anunciou neste domingo, durante discurso no ato SOS Transposição, que estará entrando junto com senadores e deputados com uma representação no Ministério Público Federal (MPF) contra o presidente Jair Bolsonaro por suspender há quase seis meses o bombeamento das águas do eixo Leste do Rio São Francisco.

“Já está pronta uma representação no sentido de cobrar medidas imediatas para que o governo Federal retome o bombeamento das águas. É preciso fazer imediatamente isso porque o município de Monteiro já está em racionamento e todos os açudes da região como Sumé, Congo e Poções estão no volume morto. É preciso que essa água volte a chegar na Paraíba para que a gente retire o fantasma do racionamento e a população volte a ter água em sua porta”.

Via WScom

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
06:44

Ricardo e Haddad participaram de ato neste domingo em Monteiro (Foto: Reprodução)

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad participou neste domingo (1º), do ato intitulado ‘SOS Transposição’, em Monteiro, Cariri paraibano. Fernando Haddad também falou sobre a polêmica quando Bolsonaro se referiu aos governadores nordestinos como “paraíbas.

” Se alguém me chamar de Bolsonaro vai me ofender,mas se me chamar de Paraíba está no meu coração”.

Haddad intitulou o presidente Bolsonaro, como um “pobre coitado, cabra ruim”. Segundo ele o atual presidente, não tem empatia, não consegue se colocar no lugar de ninguém.

Em relação ao ato, Haddad disse que Bolsonaro deveria está participando para prestar contas ao povo e explicar porque as bombas estão fechadas desde fevereiro.

“Estamos unidos em 2019 para defender a obra mais importante para o desenvolvimento dessa região”, disse o ex-prefeito.

Para finalizar, Fernando Haddad afirmou que o Brasil inteiro precisa de cuidado.

“Não vamos esquecer do Nordeste”, finalizou Haddad.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
06:42

A carta diz que a elite não quer as águas correndo pelo Sertão, porque não querem o povo feliz, produzindo e conquistando sua autonomia. (Foto: Reprodução)

O ex-presidente Lula enviou uma carta para ser lida duranta o ato SOS Transposição realizado, neste domingo (1º), na cidade de Monteiro, na Paraíba. A carta foi lida pelo ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho e compartilhada pelo deputado estadual Gervásio Maia.

Na carta Lula diz que poucas coisas da vida o fizeram tão feliz quanto tirar do papel e tornar realidade a Transposição do Rio São Francisco, e que lembra da inauguração no 2017, onde esteve ao lado de Dilma e de Ricardo Coutinho.

A carta diz que a elite não quer as águas correndo pelo Sertão, porque não querem o povo feliz, produzindo e conquistando sua autonomia.

Para finalizar, Lula diz na carta que em breve estará”em carne e osso, molhando o corpo e alma, nas águas abençoadas do Velho Chico”.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
06:38

Resultado de imagem para dep isolda dantas
Comenda
A deputada Isolda Dantas (PT) apresentou projeto de lei criando a “Comenda Educador Paulo Freire”, a ser concedida pela Assembleia Legislativa a educadores populares.
A expectativa é de que a discussão da matéria no parlamento estadual tenha mais “decência” do que a aprovação da ‘Comenda Marielle Franco” pela Câmara Municipal de Natal, em abril passado.
O bate-boca entre alguns vereadores consegui mostrar parte das mazelas que norteiam o parlamento natalense.
Via Rosalie Arruda.

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
06:30

A pesquisa do instituto Consult em parceria com o Blog do BG também quis saber do povo de Ceará-Mirim, qual a avaliação deles quanto ao governo Jair Bolsonaro e 70% disseram que desaprovam a forma como o presidente vem conduzindo o país. Outros 20,4% disseram que aprovam.

A pesquisa do instituto Consult divulgada pelo Blog do BG foi realizada no dia 25 de agosto com 500 entrevistados. Ela foi calculada com margem de erro de 4,3% para mais ou para menos e com confiabilidade de 95%.

Via Bg.

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
06:27

Pesquisa nacional feita pelo Datafolha aponta a erosão da popularidade de Jair Bolsonaro (PSL) em pouco menos de dois meses.

A reprovação do presidente subiu de 33% para 38% em relação ao levantamento anterior do instituto, feito no início de julho, e diversos indicadores apontam uma deterioração de sua imagem. Foram ouvidas 2.878 pessoas com mais de 16 anos em 175 municípios.

A aprovação de Bolsonaro também caiu, dentro do limite da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou menos, de 33% em julho para 29% agora.

A avaliação do governo como regular ficou estável, passando de 31% para 30%.

Na pesquisa de julho e na anterior, de abril, estava consolidado um cenário em que o país se dividia em três partes iguais: quem achava Bolsonaro ótimo ou bom, ruim ou péssimo e regular.

De dois meses para cá, o presidente viu aprovada na Câmara a reforma da Previdência, sua principal bandeira de governo. Ato contínuo, iniciou uma escalada de radicalização, acenando a seu eleitorado mais ideológico com uma sucessão de polêmicas.

Neste período, Bolsonaro sugeriu que o pai do presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) havia sido morto por colegas de luta armada na ditadura, indicou o filho Eduardo para a embaixada brasileira em Washington e criticou governadores do Nordeste —a quem também chamou de “paraíbas”.

O último item coincide com a região em que mais disparou a rejeição a Bolsonaro. O Nordeste sempre foi uma fortaleza do voto antibolsonarista, mas seu índice de ruim e péssimo subiu de 41% para 52% na região de julho para cá.

O período viu o presidente bater de frente com o ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) acerca de mudanças na Polícia Federal e extinguir o Coaf (órgão de investigação financeira em atuação desde 1998), recriado de forma ainda incerta sob o Banco Central —medidas lidas como tentativas de coibir investigações sobre seu filho Flávio, senador pelo PSL-RJ.

Também nesses dois meses explodiu a maior crise internacional do governo até aqui, sobre o desmatamento e as queimadas da Amazônia. Como a Folha mostrou no domingo (1º), há grande rejeição à condução de Bolsonaro no quesito (51% a consideram ruim ou péssima).

Aqui, a crise teve demissão do diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) por falta de concordância do presidente com os números de desmate aferidos pelo órgão e bate-boca internacional com o presidente francês Emmanuel Macron.

A perda de apoio de Bolsonaro também foi acentuada entre aqueles mais ricos, com renda mensal acima de 10 salários mínimos. Neste segmento, a aprovação ao presidente caiu de 52% em julho para 37% agora —bastante significativa, ainda que se mantenha acima da média.

A pior avaliação do mandatário é entre os mais pobres, que ganham até dois salários mínimos (22%), os mais jovens (16 a 24 anos, 24%) e com escolaridade baixa (só ensino fundamental, 26%).

Voltando ao corte regional, a disparada de rejeição no Nordeste é acompanhada também em áreas tradicionalmente bolsonaristas. A região Sul, por exemplo, teve um aumento de 25% para 31% entre os que avaliam o governo como ruim ou péssimo.

As mulheres seguem rejeitando mais o mandatário do que os homens: 43% delas o acham ruim ou péssimo, ante 34% dos homens.

Com tudo isso, Bolsonaro segue sendo o presidente eleito mais mal avaliado em um primeiro mandato, considerando FHC, Lula e Dilma.

Há outros indicativos dos motivos do azedume da população com o presidente, cujo governo ganhou nota 5,1 dos entrevistados.

Nada menos que 44% dos brasileiros não confia na palavra do presidente, enquanto 36% confiam eventualmente e 19%, sempre.

O estilo presidencial, que o entorno de Bolsonaro tenta vender como autêntico e direto, não está lhe rendendo também boa avaliação.

É preponderante a percepção de que o presidente nunca se comporta conforme o cargo exige. Subiu de 25% para 32% o contingente que pensa assim —em abril, eram 23%. Já os que acham que Bolsonaro cumpre a liturgia do cargo caíram de 22% para 15%, ante 27% em abril.

Ao mesmo tempo, cai a expectativa sobre o governo. Acreditavam em abril que Bolsonaro faria uma gestão ótima ou boa à frente 59%. Em julho, eram 51% e agora, 45%. Na mão contrária, creem numa administração ruim ou péssima 32% —eram 24% em julho e 23%, em abril.

Já a opinião sobre o que o presidente já fez pelo Brasil segue estável, negativamente: 62% creem que ele fez menos do que o esperado, 21% acham que ele correspondeu às expectativas e 11%, que fez mais do que o previsto.

Previsivelmente, quem votou em Bolsonaro no segundo turno de 2018 é quem mais está satisfeito com o governo: 57% o acham ótimo ou bom. Na via inversa, quem apoiou Fernando Haddad (PT) o reprova mais: 69%.

O corte partidário traz uma curiosidade: no momento em que o governador João Doria (PSDB-SP) vem assumindo um papel antagonista ao antes aliado Bolsonaro, os entrevistados que se dizem tucanos aumentaram sua aprovação ao governo. Eram 35% em julho, são 42% agora.

O aumento veio da desidratação de quem o acha regular (48% para 31%), com consequente aumento também na rejeição, de 17% para 27%.

O Datafolha também apresentou alguns assuntos para avaliar em quais áreas o governo vai melhor e pior.
Para 17%, a relação com presidentes estrangeiros e com a população brasileira é o destaque. Já 15% acham que é o relacionamento com os ministros, 12%, com a imprensa e 10%, com o Congresso. Nove por cento acham que ele vai melhor nas declarações sobre o governo.

Já na avaliação negativa, 33% apontam a relação com a população, 22%, com a imprensa e 13%, com presidentes de outros países. Depois vêm as declarações sobre o governo (9%), diálogo com Congresso (6%) e ministros (4%).

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


02/09/2019
06:25

O cônsul-geral da França em São Paulo, Brieuc Pont, respondeu neste domingo (26) ao vídeo em que Renzo Gracie, embaixador da Embratur, chama o presidente francês, Emmanuel Macron, de “franga”.

“Cachaça deve ser consumida com moderação, e nó de gravata, ajustado. Sem falar dos modos na mesa”, escreveu Pont em uma rede social.

O diplomata reagiu ao vídeo no qual Gracie diz que Macron “vai tomar um gogó nesse pescoço de franga”

“Macron… I’m sorry, Micron, Micron. ​Tá falando mal do meu país… O único fogo que tem é no coração dos brasileiros e do nosso presidente, seu palhaço”, disse Gracie, em referência às acusações de omissão do governo brasileiro em relação às queimadas na Amazônia.

“Vem aqui que tu vai tomar um gogó nesse pescoço, nesse pescoço de franga. Não me engana não, porra. Aqui o mertiolate tá ardendo.”

Gracie faz parte da família responsável por espalhar o jiu-jitsu pelo mundo. Ele foi nomeado embaixador do turismo internacional do Brasil pela Embratur em agosto deste ano.​

Brasil e França vivem a mais séria crise diplomática desde a década de 1960. Os desentendimentos entre os dois líderes se acirraram desde que o brasileiro ameaçou deixar o Acordo de Paris sobre o Clima e o francês reagiu prometendo barrar o acordo comercial entre União Europeia e Mercosul.

O ápice desta crise ocorreu após o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, zombar da mulher do mandatário francês, Brigitte Macron, no Facebook, ao endossar um comentário ofensivo à primeira-dama da França feito por um de seus seguidores.

O usuário Rodrigo Andreaça publicou uma imagem na qual se vê uma fotografia de Bolsonaro e de sua esposa, Michelle Bolsonaro, abaixo de um retrato de Macron junto a sua mulher.

Ao lado das fotos dos casais, há os dizeres: “Entende agora por que Macron persegue Bolsonaro?”. O perfil do mandatário brasileiro respondeu a Andreaça: “Não humilha, cara. Kkkkkkk”, dando a entender que as recentes críticas do francês seriam motivadas por inveja de Michelle.

“Penso que as mulheres brasileiras sentem vergonha ao ler isso, vindo de seu presidente, além das pessoas que esperam que ele represente bem seu país”, afirmou o líder europeu, classificando as palavras do brasileiro sobre sua mulher como “extremamente desrespeitosas”.

“Como tenho uma grande amizade e respeito pelo povo brasileiro, espero que tenham logo um presidente que se comporte à altura [do cargo]”, disse Macron.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio