15/10/2018
07:03

PRESIDÊNCIA – Na ESPONTÂNEA para Presidente:

Fernando Haddad 41,28%

Jair Bolsonaro 32,91%

Não sabe 13,55%

Nenhum 11,63%

Outro 0,35%

Não respondeu 0,28%

A íntegra da 1ª Pesquisa FIERN/Certus Retratos da Sociedade Potiguar sobre o 2º Turno das eleições 2018 estará disponível a partir das 12h, no site da FIERN.

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
10:00

A candidata ao governo do RN, Fátima Bezerra, conseguiu unir em torno do seu nome, os dois principais grupos políticos da cidade de Cruzeta, no primeiro turno, a senadora já tinha recebido o apoio do ex-prefeito Nena Dantas(MDB) , agora no segundo turno, o prefeito da cidade José Saly, (PSD), decide também apoiar Fátima Bezerra, o que vai garantir a senadora, segundo informações,  algo em torno de 80% dos votos da cidade.

No primeiro turno na cidade de Cruzeta, Robinson Faria, apoiado por Saly, venceu as eleições no município, com 1.688 votos , seguído por Fátima Bezerra que foi apoiada por Nena Dantas, com 1.650 votos e Carlos Eduardo Alves com 885 votos.

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Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
09:43

Wilson Dias/Agência Brasil

Entre os 251 reeleitos, apenas 108 disseram sim às duas reformas econômicas aprovadas pelo governo Temer

Dos 251 deputados federais que foram reeleitos este ano, menos da metade foi totalmente favorável às reformas econômicas aprovadas pelo governo de Michel Temer. Na mesma medida, partidos que estiveram ao lado da pauta econômica perderam força na Casa, como é o caso do PSDB, que encolheu 41%.

Os números reforçam, a princípio, o desafio do novo governo em dialogar com os novos integrantes da Câmara e avançar com pautas reformistas. Entre os 251 reeleitos, apenas 108 disseram sim às duas reformas econômicas aprovadas pelo governo Temer – a PEC do Teto de Gastos e a proposta de reforma trabalhista. Por outro lado, 65 dos que se reelegeram foram contrários às duas propostas.

Individualmente, a PEC do Teto, uma das primeiras medidas de impacto do então recém-empossado governo Temer, recebeu apoio de 144 parlamentares que conseguiram se reeleger no último fim de semana, ao passo que 72 disseram não e 34 não votaram.

Já a reforma trabalhista, aprovada no fim do ano passado sob um ambiente bem mais difícil – o emedebista havia acabado de sobreviver a segunda denúncia encaminhada ao Congresso pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot -, recebeu apoio menor: 120 disseram sim, 90 desaprovaram e outros 40 não votaram.

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
09:18

 

Com 2º turno polarizado, eleitores pedem: 'fica Temer'

Faltando duas semanas para o segundo turno das Eleições 2018, a polarização no Brasil nunca esteve tão acirrada. Para muito além de seus adoradores, os candidatos à Presidência da República Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) colecionam renegados, que não querem votar em nenhum dos dois.

Isso fez surgir uma inesperada (e, porque não dizer, irônica) terceira via. Pelo menos nas redes sociais. Ainda que vá sair do Palácio do Planalto como o presidente com maior índice de rejeição da história (gerando um clamor popular resumido no #ForaTemer), Michel Temer (MDB) viu seu nome se tornar uma “opção” entre aqueles desesperados com a ideia de entregar o país a Bolsonaro ou a Haddad.

Assim, surgiu o “movimento” #FicaTemer. Por meio da hashtag, eleitores clamam para que o emedebista se mantenha no Palácio Jaburu ao lado de Dona Marcela, destilando autoestima, poesias e mais quatro anos de memes.

“Sei lá, o jeito que ele tirava meus direitos era diferente”, escreveu uma eleitora, acometida de um saudosismo antecipado.

Leia no METRÓPOLES.

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
09:04

Foto: Reprodução

O delegado Walber Virgulino Walber Virgulino (Patriotas), eleito deputado estadual, concedeu entrevista ao Jornal da 101 FM nesta semana, onde agradeceu o apoio e os votos recebidos, apontou ideias para o mandato, seu compromisso com a segurança da Paraíba e disse que vai acabar com a “viadagem” se referindo a desordem. Ele garantiu que “a partir de janeiro nem um policial não vai sofrer mais”.

“A segurança tem pessoas sérias, o Brasil foi tomado por uma gigantesca viadagem. Quando falo viadagem, não é homofobia, não, porque eu tenho muitos amigos homossexuais, amigos sérios, homens de bem. O que eu estou me referindo não é a sexualidade, mas a esculhambação em que o Brasil se encontrou. O povo quer de um candidato seriedade. Estou dentro da política pra provar que política não é sacerdócio, você se torna político, e que política é coisa séria. Não quero ser chamado de deputado, mas de delegado”, disse Virgulino.

O delegado é aliado de Jair Bolsonaro (PSL) e acredita que a insegurança foi um dos pontos preponderantes para sua eleição, além do “fruto de 13 anos de trabalho na polícia sem corrupção”. Ele disse que não fica em cima de muro e terá um gabinete aberto à população.

Virgulino não poupou críticas ao grupo adversário no âmbito nacional. “Hoje tem um presidiário comandando a política de dentro do presídio, que é Lula. Um cara que diz que salvou a pátria e está lá dentro condenado com um bocado de provas, e um bocado de imbecil aqui fora achando que ele vai salvar o país. É o momento da seriedade, é o momento dos homens de bem do Brasil. O povo tem em mim uma pessoa de bem que vai defender os interesses dela”, afirmou.

Virgulino obteve 47 mil votos no Estado, sendo o segundo mais votado, ficando atrás apenas de Cida Ramos, do PSB.

Redação com informações do Paraíba Todo Dia

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
08:50

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, disse ontem (13) que o plano de privatizações previsto por sua campanha, caso seja eleito, será de inteiro agrado do mercado e que, em princípio, as primeiras estatais que serão alvo de análise para privatização serão as criadas pelos governos do Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, as privatizações serão realizadas com responsabilidade.

“Em um primeiro momento, aquelas quase 50 estatais criadas pelo PT e ainda sobram 100. Essas outras têm que ter um modelo para privatizar com responsabilidade, logicamente que as estratégicas não privatizaremos, como Banco do Brasil, Caixa Econômica e Furnas, entre outras. Mas, como um todo, tenho certeza que o mercado vai gostar do nosso plano de privatização porque é uma maneira a mais de combater a corrupção e o Estado tem que estar com aquilo que é essencial nas suas mãos, que são as estratégicas”, avaliou.

Por: Agência Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
08:41

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A Frente Nacional de Defesa dos Jumentos vai promover neste domingo, 14, uma série de manifestações em todo o Brasil. Em João Pessoa, o ato público será às 15 horas no Busto de Tamandaré. O movimento é constituído por Organizações de Defesa dos Direitos dos Animais e ativistas da Causa Animalista, profissionais de diversos campos de atuação, tais como advogados, jornalistas, sociólogos, pedagogos e veterinários de todo o país, que tem por objetivo a proteção da integridade física e psíquica dos jumentos, em virtude de ocorrência de abate de jumentos em diversas localidades do Brasil.

A Frente Nacional de Defesa dos Jumentos salientou os seguintes argumentos: o animal é um símbolo do Nordeste, é importante para o ecossistema brasileiro, não há necessidade de inclusão de mais essa matriz alimentar no cardápio brasileiro, além de não haver no Brasil cultura de abate de jumentos nem de consumo desse animal. Outros fatores contra a morte dos jumentos são que a sociedade deseja a manutenção da vida repudia o abate desses animais, que correrão risco de extinção caso continuem sendo abatidos. “A Constituição Federal protege os animais e veda, na forma da lei, práticas que coloquem em risco a função ecológica, provoquem a extinção de espécies e ou submetam os animais à crueldade. Essa prática envergonha o Brasil diante dos demais países que cada vez mais reconhecem os animais não humanos como sujeitos de direito”, diz um trecho do manifesto em prol dos jumentos.

Os defensores dos animais lembram haver uma exigência na contemporaneidade quanto à mudança de paradigma na relação entre os animais humanos e os não humanos – sendo um imperativo ético-político-antropológico-filosófico e jurídico na defesa da vida dos jumentos, que exige que cesse imediatamente o abate desses animais; sejam criados e implementados, pelo poder público, santuários para acolher os jumentos.

O problema – Desde julho deste ano, um frigorífico do município de Amargosa, a cerca de 240 quilômetros de Salvador, iniciou o abate de jumentos visando vender carne e derivados ao exterior. A empresa diz que gera 150 empregos diretos e 270 indiretos com o negócio e que vai produzir cerca de 300 toneladas de carne por mês para exportação ao mercado asiático. Em Itapetinga, também em julho, outro frigorífico também iniciou o abate de jumentos, com foco principalmente no mercado chinês.

Por: Blog do Gordinho

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
08:34

Resultado de imagem para fotos de bolsonaro  no exercito como paraquedistaUm relatório do Exército Brasileiro, divulgado pelo Diário do Centro do Mundo, detalha informações sobre a conduta reprovável do então capitão Jair Bolsonaro.

Como relata o jornalista Vinicius Segala, na peça investigatória, há dezenas de anotações feitas pelos oficiais com relatos da jornalista Cássia Maria Rodrigues, então trabalhando na revista Veja, que disse ter sido ameaçada de morte por Jair Bolsonaro.

“Para além do que denunciava a repórter, chama a atenção uma carta sem assinatura recheada de denúncias e comentários ofensivos contra Bolsonaro. A investigação não descobriu quem era o autor, mas constatou ser de um colega de farda do agora presidenciável. As autoridades militares que fizeram o relatório trataram de investigar as informações da carta apócrifa. Segundo informam, constataram a veracidade de uma parte do que consta ali. De outra, disseram não ter sido capazes de produzir provas”, diz o jornalista.

“Em uma outra carta revelada pela imprensa em maio de 91, o então chefe do Estado Maior das Forças Armadas, general Jonas de Morais Correia Neto, o chama de ‘embusteiro, intrigante e covarde’, acusando-o de ‘inventar e deturpar visando aos interesses pessoais e da política’”.

Leia a reportagem na íntegra no DCM.

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
08:29

Resultado de imagem para fotos de fhcNo momento em que as forças democráticas precisam se unir em torno de Fernando Haddad para barrar a ascensão do fascismo no Brasil, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ainda que a contragosto, indica a existência de uma possibilidade de diálogo. “Do meu ponto de vista pessoal, o Bolsonaro representa tudo que não gosto. Só ouvi a voz do Bolsonaro agora. Nunca tinha ouvido”, disse ele, em entrevista ao jornalista Pedro Venceslau. “É possível que a maioria dos líderes do PSDB seja pró-Bolsonaro, mas não é o meu caso.”

Aparentemente movido por orgulho, FHC ainda não se mostra disposto a apoiar Haddad, mesmo ciente de que negros, gays e opositores do bolsonarismo estão sendo agredidos nas ruas – e também de que a imprensa internacional está escandalizada com o neofascismo brasileiro. “Por que tem de automaticamente apoiar? É discutível. (O PT) Não faz autocrítica nenhuma. As coisas que eles dizem a respeito do meu governo não correspondem às coisas que acho que fiz. Por que tenho que, para evitar o mal maior, apoiar o PT? Acho que temos de evitar o mal maior defendendo democracia, direitos humanos, liberdade, contra o racismo o tempo todo”, afirma.

Para apoiar Haddad, FHC parece disposto a cobrar a adesão a seu programa. “Tenho relações pessoais e cordiais com o candidato Haddad, mas o que está em jogo é o que será feito com o Brasil. Minha preocupação não é comigo ou o PSDB, mas com o Brasil. Qual é a linha? Estão pensando que estamos nos anos 60 e 70 ou terá uma linha contemporânea?”, questiona. Ainda assim, ele afirma que há uma porta para dialogar com Haddad – ao contrário do que diz respeito a seu adversário. “O Bolsonaro pelas razões políticas está excluído. Um tem um muro, o outro uma porta. Figura por figura, eu me dou com Haddad. Nunca vi o Bolsonaro.”

Derrocada do PSDB

Em relação à implosão do PSDB e a briga entre João Doria e Geraldo Alckmin, FHC escolhe o lado do ex-governador que ele garante não ser traidor – o que Doria talvez seja. “Tenho certeza que Geraldo não é traidor. Não é do estilo dele. A eleição não está resolvida. O Doria ainda tem de disputar para saber qual será o grau de projeção dele. Não estou de acordo em apoiar o Bolsonaro. Não corresponde à minha história e ao meu sentimento.”

Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
08:22

Os 18 municípios circunvizinhos que compõem o Vale do Piancó formam, de acordo com o IBGE, uma área metropolitana (Foto: Reprodução)

Veneziano Vital do Rêgo (PSB), senador eleito no último pleito, irá propor ainda como deputado federal uma das duas emendas de bancada para possibilitar a construção de um ramal de 30 quilômetros interligando o Eixo Norte do projeto de transposição do Rio São Francisco à cabeceira do Rio Piancó, o chamado ‘Ramal Piancó’, que vai assegurar o abastecimento de água do conjunto de barragens Coremas-Mãe D’água, na Paraíba. A propositura de Veneziano será feita à bancada federal paraibana para o orçamento de 2019.

De acordo com Veneziano, o Ramal Piancó é um canal que vai perenizar o Rio Piancó, abastecendo o maior conjunto de barragens da Paraíba, que é o Coremas-Mãe D’Água, que hoje sofre com os efeitos da seca. “Esse ramal vai ser a complementação da transposição do rio São Francisco e vai beneficiar todo o Vale do Piancó, composto por aproximadamente 18 municípios. Esse é um compromisso do nosso mandato”.

Os 18 municípios circunvizinhos que compõem o Vale do Piancó formam, de acordo com o IBGE, uma área metropolitana. A atividade econômica da região se apoia basicamente na agricultura, pecuária e no turismo comercial, setores cujo desenvolvimento deverá ser impulsionado com as condições geradas pelo ramal do Piancó, lembra Veneziano.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
08:13

O instituto Vox Populi promete divulgar na quarta-feira (17) sua 1º pesquisa deste segundo turno sobre a disputa pela Presidência da República.

O levantamento de véspera do Vox/247 foi o que mais se aproximou no resultado apurado nas urnas no dia 7 de outubro, apontando a realização do segundo turno.

De acordo com o site do TSE, a sondagem do Vox foi contratada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) pelo valor de R$ 194.540,50.

A pesquisa Vox/CUT está registra sob o n° BR-08732/2018 e apresentará margem de erro de 2,2% para mais ou para menos.

Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
08:02

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, disse que é “coisa de moleque” a afirmação feita por Fernando Haddad (PT) sobre ter sido perseguido por um simpatizante do capitão reformado.

“Poxa, isso é coisa de moleque, de criança. Nem dá para responder que eleitores meus fecharam ele. Coisa de criança, de moleque, de gente que não tem o que fazer”, afirmou.

Haddad disse ter sido vítima de perseguição em Brasília, na quinta-feira (11), quando participava de evento organizado pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

“O Brasil tem que estar nas mãos de homens e mulheres com responsabilidade, sem mimimi. Condeno qualquer ataque de quem quer que seja por questão política ou outra qualquer.”, afirmou Bolsonaro enquanto fazia gravações para um programa de TV.

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
08:01

Foto: Reprodução/TV Globo

Fernando Haddad teve encontro neste sábado (13) com artistas da periferia de São Paulo. O candidato da coligação “O Povo Feliz de Novo” ouviu muitas histórias de jovens que hoje têm diploma universitário e uma profissão, graças aos programas criados por Haddad como ministro da educação de Lula.

Em conversa com jornalistas, Haddad falou sobre alguns projetos do seu plano de governo, como o Minha Casa Minha Vida, o FIES e sobre alguns de seus planos para a área da Cultura da periferias. Ele falou ainda sobre a recusa de Jair Bolsonaro em ir a debates.

Haddad lamentou o fato de o Minha Casa Minha Vida estar parado, uma vez que o programa transformou a vida de milhões de pessoas. Afirmou que vai retomá-lo, anunciando a meta de construir 500 mil unidades ao ano, no mínimo. “Nós vamos pegar toda terra pública das grandes cidades, bem localizadas, e vamos doar para o Minha Casa Minha Vida. Uma das críticas que o programa recebeu era que as casas eram um pouco afastadas de onde está o emprego. Aqui em São Paulo existem terras da União, do INSS, da antiga rede ferroviária. São terras disponíveis, que serão doadas. E estarão mais perto do trabalho, já com infraestrutura instalada”, disse ele, afirmando que sua meta é entregar 2 milhões de moradias ao final de sua gestão.

O candidato também falou sobe o Fies, lembrando que é preciso gerar empregos no país para que todos possam saldar suas dívidas. “É preciso refinanciar o Fies. Não vamos deixar os estudantes inadimplentes. Eles estão se formando e não estão conseguindo emprego, por isso não conseguem pagar. Primeira providência é gerar empregos para quem sai da faculdade. Fies é muito importante. E neste governo caiu de 700 mil pra 100 mil novos contratos. Vamos retomar o programa, garantindo que quem sai da faculdade tenha emprego”.

Haddad voltou a afirmar que está disposto a ir a qualquer lugar, que tenha a garantia de um ambiente sereno de discussão, para debater com seu adversário Jair Bolsonaro. “Precisamos esclarecer a opinião pública sobre os temas que hoje afligem o cidadão brasileiro”, disse Haddad, lamentando a postura de seu oponente até aqui. “Quem não tem proposta não tem o que debater. Eu lamento porque se alguém quer presidir o país tem que apresentar um projeto para o país. Não pode passar incólume. Tem que passar pelo crivo do contraditório. Inclusive para esclarecer o que vem dizendo. Não tem paralelo de alguém querer chegar na presidência sem debater”.

Sobre nomes para o seu ministério, Haddad afirmou que está conversando com algumas pessoas. Não quis revelar nomes, mas destacou que pessoas como Paulo Guedes jamais seriam seu ministro da Fazenda porque “banqueiro não está preocupado com geração de empregos”.

Haddad disse que vai levar para o governo federal um projeto que fez como prefeito de São Paulo, que destina uma parte do orçamento da pasta para produção cultural das periferias das grandes cidades. “Hoje a periferia é que mais produz cultura e nem sempre recebe apoio do poder público. Uma parte do orçamento voltado para produção cultura vai ser destinada a coletivos de periferia necessariamente”.

Perguntado sobre o Partido dos Trabalhadores fará autocrítica, Haddad falou que tem feito isso com frequência. “Todo dia, faço uma crítica de algo que fizemos de forma equivocada, mostrando formas de superação. O ministério que comandei quase 7 tinha uma controladoria muito forte e por isso não tivemos casos de corrupção. O ministério tinha um orçamento de 100 bilhões. Eu vou levar o mesmo tipo de controle para estatais. Para evitar erros que cometemos no passado. Vamos fortalecer esses órgãos de controle”, afirmou Haddad. O candidato lembrou que enquanto os acusados de corrupção tiverem recurso, ninguém pode ser considerado culpado. “É preciso garantir amplo direito de defesa. Só a justiça pode condenar. Isso está na Constituição”.

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
07:51

Propaganda eleitoral do candidato a presidente Fernando Haddad (PT) deste sábado (13.out.2018) diz que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) “sempre votou contra o povo brasileiro”. Em trecho, a vice do petista, Manuela D’Ávila (PC do B), diz que o militar foi contra o direito das domésticas, contra o fundo de combate a pobreza e aos direitos trabalhistas.

“Não se engane: o Bolsonaro é uma versão piorada do governo Temer”, diz a candidata a vice-presidente.

O programa apresenta vídeos em que Bolsonaro diz: “fui o único parlamentar que votou nos 2 turnos contra os direitos trabalhistas das empregadas domésticas”; “o trabalhador 1 dia vai ter que decidir, menos direito e emprego ou todos os direitos e desemprego”.

No programa, Manuela D’Ávila ainda afirma que a campanha do militar “joga sujo” ao compartilhar notícias falsas, atacar a moral e as famílias.

“Dá pra confiar em quem usa religião e até nossas crianças só para nos atingir?”, questiona Manuela. “Eles espalham mentiras para esconder a verdade”, completa. Em seguida, a candidata a vice-presidente afirma que é falsa a informação de que Haddad autorizou distribuição de “livro de educação sexual”.

Assim como no programa anterior, o ex-presidente Lula aparece em 1 único momento, em que elogia atuação do petista como ministro da Educação. Haddad diz que seu compromisso é “garantir oportunidade para todos”.

A propaganda eleitoral no rádio e na TV iniciou nesta 6ª feira (12.out.2018). Este foi o 2º programa eleitoral de Haddad do 2º turno. No 1º, o petista disse que o Bolsonaro incita a violência no país. Bolsonaro reprisou o seu 1º programa. O militar criticou o PT e se emocionou ao falar da filha.

Relembre os vídeos do PT e de Bolsonaro no 1º turno. O Poder360 fez 1 acervo com os vídeos em seu canal do YouTube. É possível assistir todas as propagandas dos candidatos à Presidência do horário eleitoral (acesse aqui a playlist e inscreva-se no canal).

Poder 360

Publicado por: Chico Gregorio


14/10/2018
07:48

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No olho do furacão que varreu a política tradicional das urnas, o MDB foi o partido que mais perdeu cadeiras na Câmara dos Deputados, encolheu no Senado e, regionalmente, viu clãs que protagonizaram a vida política das últimas décadas sofrerem derrotas fragorosas.

O candidato emedebista à Presidência, Henrique Meirelles, amargou o sétimo lugar, com 1,2% dos votos. E o presidente Michel Temer, o mais impopular da história recente, tornou-se artigo tóxico na prateleira política.

Entre as maiores bancadas eleitas no Congresso nas últimas três décadas e com posição privilegiada nas negociações com o governo de turno, o MDB começará 2019 com poder reduzido.

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio