19/11/2018
08:17

247 – O ex-presidente Lula está sendo patrulhado pelo Estadão, que neste domingo (18) levantou as visitas recebidas pelo petista nos últimos seis meses. De acordo com o jornalão, que torceu pela eleição de Jair Bolsonaro (PSL), o ex-presidente recebeu 572 visitas de advogados, amigos e familiares, informa Esmael Morais.

“Os mais presentes foram os paranaenses Manoel Caetano Ferreira e Luiz Carlos da Rocha, com mais de 100 visitas cada, que cumprem as funções de representantes legais e também de companhia para o ex-presidente”, dedurou o Estadão.

Os dois candidatos em questão lideram a oposição à seccional paranaense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A atual direção, digamos, tem um viés de direita.

Dito isto, o Estadão ainda entregou que há “o barbeiro de Lula” — Eliseu Clemente — detentor de confidências preciosas como aquela de que o ex-presidente lê muito e escreve bastante na prisão.

“Fico até com pena dele, é uma pessoa de idade, alguém que, querendo ou não, governou o País e ajudou muitas pessoas e está em uma situação daquela. É um ser humano, né”, disse o barbeiro de Lula para o Estadão.

Publicado por: Chico Gregorio


19/11/2018
08:11

Via Esmael Morais.

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste domingo (18) que Tereza Cristina (DEM-MS), futura ministra da Agricultura de seu governo que está sendo acusada de prática de corrupção, tem a sua confiança.  

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Publicado por: Chico Gregorio


19/11/2018
08:09

Via Esmael Moriais.

O professor de Direito Previdenciário da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Arthur Weintraub, integrante da equipe do governo de transição de Jair Bolsonaro (PSL), sugeriu restringir o acesso ao benefício assistencial pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. 

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Publicado por: Chico Gregorio


19/11/2018
08:02

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, disse neste domingo, 18, que o presidente Michel Temer está tratando da questão da saída dos médicos cubanos do programa Mais Médicos. Bolsonaro afirmou que será necessário avaliar os casos das centenas de municípios que ficarão sem profissionais, pois, segundo ele, alguns dispensaram seus médicos para ingressar no programa federal.

“Eu não sou presidente. Dia 1° (de janeiro, após a posse), nós vamos apresentar o remédio para isso, mas o presidente Temer já está trabalhando nesse sentido”, disse.

Segundo ele, algumas prefeituras mandaram embora seus médicos para receber um profissional, com o custo assumido pelo governo federal.

“Tem prefeitura que mandou o médico embora para pegar o cubano. Quer ficar livre da responsabilidade. A saúde também tem sua responsabilidade”, disse, frisando que a convocação de profissionais do Exército só é feita em caso de necessidade.

O presidente voltou a chamar o regime de trabalho dos cubanos no Brasil de “escravidão” e afirmou que será possível substituir os profissionais se for oferecido “tratamento adequado”.

“Não podemos admitir escravos cubanos trabalhando no Brasil e não podemos continuar financiando a ditadura de Cuba”, completou.

Estadão Conteúdo

Publicado por: Chico Gregorio


19/11/2018
07:59

Ugo lemos guimaraes - NA UTI DA UNIMED: Médico Ugo Guimarães falece duas semanas após ser atropelado por quadriciclo

O médico otorrinolarinologista Ugo Lemos Guimarães faleceu na manhã deste domingo, 18, no Hospital da Unimed, em João Pessoa. Ele estava internado na unidade desde o início deste mês, quando foi atropelado por um quadriciclo enquanto caminhava em uma calçada em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte.

No acidente, Ugo Guimarães sofreu diversas fraturas, passou por cirurgia no Hospital de Trauma da Capital e estava na Unidade de Terapia Intensiva da Unimed.

Em conversa com a filha do médico, Luciana Guimarães, o Polêmica Paraíba recebeu a confirmação que o falecimento aconteceu por volta das 9h de hoje e o corpo ainda não foi liberado. Ainda não há informações sobre local e horário de velório, mas Luciana adiantou que seu pai tinha o desejo de ser cremado.

Fonte: Polêmica Paraíba

Publicado por: Chico Gregorio


19/11/2018
07:54

Graças à onda de renovação na eleição de 2018, políticos “novatos” receberam 30% dos votos nominais dos eleitos para a Câmara dos Deputados – quase o dobro da parcela obtida em 2014. Apesar desse crescimento, a tradição na política mostrou que ainda tem força: sete em cada dez votos dos deputados eleitos foram dados para “veteranos” que já haviam exercido ao menos um mandato eletivo – como prefeitos ou nas esferas estaduais ou federais do Executivo ou do Legislativo.

Um avanço ainda maior dos novatos pode ter sido brecado por ação das grandes máquinas partidárias. PTPSDB e MDB, as três legendas que dominaram a política brasileira nos últimos 30 anos, tiveram renovação baixa: em média, 90% dos votos dos eleitos dessas bancadas foram para concorrentes que disputavam a reeleição ou já haviam exercido mandatos eletivos. Eles também tiveram mais dinheiro para fazer campanha: nos três partidos, os veteranos abocanharam 92% dos recursos entre os eleitos.

A diferença fica clara quando se compara o PT ao PSL, por exemplo. As legendas, que formaram as maiores bancadas para a nova legislatura, têm lógicas inversas: dentre os petistas, 50 dos 56 eleitos já ocuparam algum cargo eletivo; no partido do presidente eleitoJair Bolsonaro, 47 dos 52 são novatos.

A proporção de votos nominais espelha a representação que os novatos terão na Câmara a partir do ano que vem. Dentre os 513 parlamentares eleitos, 161 deles, ou 31%, serão pessoas cuja estreia na política se dará na Casa. Considerando todas as bancadas, os novatos gastaram apenas 18% dos recursos. Ou seja, tiveram aproveitamento melhor, já que obtiveram 30% dos votos nominais.

As campanhas deles custaram, em média, R$ 6 por voto — metade do custo para os veteranos, que desembolsaram cerca de R$ 12 por cada eleitor, numa divisão das despesas de campanha pelo número de votos. “Isso pode estar ligado a um perfil diferente de político, que usou muito as redes sociais, e pelo efeito de manada dos grandes puxadores de voto”, disse a cientista política Lara Mesquita, da FGV.

Alguns casos são emblemáticos e ilustram bem o cenário que as urnas pintaram em outubro. O voto mais “barato” para deputado em todo o País foi o de Alexandre Frota(PSL-SP), com média de nove centavos – conforme revelou o Estado. Ele não recebeu verbas do partido.

Outro caso de destaque é o de Joice Hasselmann, também do PSL paulista, que desembolsou cerca de 22 centavos por eleitor. Ambos são ativos nas redes sociais e ajudaram, mesmo com pouco dinheiro declarado à Justiça Eleitoral, a difundir o bolsonarismo, que teve na internet sua maior arma de campanha.

Apesar de ser a legenda que mais chama atenção por causa da avalanche de deputados novatos — que propiciaram o aumento superlativo da sigla —, o PSL não foi quem teve o maior porcentual de votos nominais em estreantes para a nova Câmara. O nanico PRP, que elegeu apenas quatro parlamentares, sendo três iniciantes, registrou 72% para esses candidatos. Antes do PSL, ainda aparecem o PHS, com 69%, e o PTB, com 65%. O porcentual de votos em inexperientes do partido de Bolsonaro foi de 64%.

Com dados que mostram o resultado da estratégia aplicada pelos partidos tradicionais neste ano, PT e PSDB têm o menor porcentual de novatos na lista de eleitos: 9% e 11%, respectivamente. O enxugamento dos recursos nos últimos quatro anos, com a proibição da doação empresarial, fez com que as legendas grandes focassem em concentrar o dinheiro do novo fundo eleitoral em candidatos viáveis, sem margem para grandes aventuras.

Funcionou no caso do PT, que, apesar de perder parlamentares por causa do aumento da fragmentação da Casa, saiu das urnas com a futura maior bancada. Os tucanos, por outro lado, sofreram um baque: passaram da terceira legenda com mais representantes eleitos em 2014 para a nona em 2018.

Mato Grosso e Rio de Janeiro são destaques na eleição de iniciantes

O Estado com maior taxa de novatos foi o pouco populoso Mato Grosso, onde cinco dos oito eleitos (63%) para a Câmara dos Deputados não têm experiência prévia em cargos obtidos pelo voto. O destaque, porém, é o segundo colocado na lista: o Rio de Janeiro. Terceiro maior colégio eleitoral do País e berço político de Jair Bolsonaro, o Rio terá 52% de parlamentares novatos.

O PSL foi quem melhor aproveitou o espaço aberto nas terras fluminenses após o colapso das forças que dominaram o Estado nas últimas duas décadas. Elegeu 12 dos 46 deputados.

Mais votado para a Câmara, Hélio Lopes, conhecido como “Hélio Negão”, era “Hélio Bolsonaro” na urna – ele obteve 345,2 mil votos e foi o único a ter Bolsonaro como doador oficial da campanha. Dos R$ 78,7 mil que gastou, segundo o Tribunal Superior Eleitoral, R$ 45 mil foram contribuição do então candidato a presidente.

Hélio, que tem aparecido atrás de Bolsonaro em quase todos os pronunciamentos e entrevistas do presidente eleito, chegou a concorrer a vereador pelo PSC em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em 2016. Obteve menos de 500 votos e não se elegeu. “Você vai ser o meu cara no Parlamento”, disse Bolsonaro num vídeo compartilhado por Hélio após a vitória do presidenciável no segundo turno.

A unidade da Federação que mais elegeu veteranos, em termos proporcionais, foi a Paraíba. Lá, 11 dos 12 escolhidos para a Câmara já ocuparam algum cargo eletivo antes.

ESTADÃO CONTEÚDO

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2018
08:48

Via Esmael Moriais

O Diário Oficial da União desta sexta (16) trouxe a publicação da Portaria Nº 3.659 suspendendo o repasse de R$ 77,8 milhões, pelo Ministério da Saúde, para os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial). 

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Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2018
08:37

 

O que o senador Jean-Paul Prates alertou como novidade para a segunda-feira, o Blog de Thaisa Galvão publica no sábado.

O jantar de ontem na casa de praia do presidente da ALE, Marcelo Alecrim, com presença da governadora eleita Fátima Bezerra, abriu diálogo para a distribuidora de combustíveis, com sinal verde de outros estados para se transferir do Rio Grande do Norte, permanecer no RN.

Fátima já havia aberto canal com empresários investidores no estado durante a campanha, e agora continua conversando.

Fátima foi ouvir de Marcelo Alecrim a real situação do grupo no Estado e iniciar o diálogo para assegurar a manutenção da ALE e dos empregos gerados pelo grupo no Rio Grande do Norte.

Marcelo e Elinor receberam Fátima, a irmã Tetê Bezerra, o senador Jean-Paul Prates e Murielle.

Eles conversaram sobre as recentes mudanças no controle acionário da empresa, que foi adquirido pelo grupo suíço-britânico Glencore, maior trading mundial de granéis minerais, vegetais e combustíveis.

“Nos últimos anos não recebemos qualquer sinalização que valorizasse a nossa contribuição para o PIB e para a arrecadação fiscal do RN o que, de fato, nos levou a considerar mudanças administrativas quanto a isso”, disse o presidente do Conselho de Administração da ALE, Marcelo Alecrim.

“Estivemos conversando para assegurar a Marcelo e a seu grupo de novos acionistas a porta aberta na nova gestão do Estado, a partir de 2019, no sentido de reconhecer o papel importante da empresa para o Rio Grande do Norte e pensar formas de aprimorar e ampliar a sua presença em investimentos no nosso Estado”, disse a governadora eleita.

A ALE é a 23ª maior empresa do Brasil e a maior do Nordeste em faturamento.Resultado de imagem para fotos de fatima bezerra com marcelo alecrim

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18/11/2018
08:29

José Aldenir/Agora RN
Fátima Bezerra e Jean Paul Prates recebem cumprimentos de participantes da caminhada

A governadora eleita Fátima Bezerra e o futuro senador Jean Paul Prates, que assume a vaga dela a partir de janeiro, participaram da 7ª Caminhada Histórica do Natal, que foi realizada na tarde deste sábado, 17, tendo como ponto de partida a praça André Albuquerque, no bairro da Cidade Alta.

Os dois percorreram o trajeto que terminou na avenida Duque de Caxias, mas não quiseram comentar nada sobre política, nem sobre o processo de transição de governo que está acontecendo junto ao fim da gestão de Robinson Faria. Muito cumprimentada pelos participantes da Caminhada Histórica do Natal, a governadora Fátima Bezerra disse apenas que hoje é um dia especial voltado para a memória da história da cidade, em uma manifestação cultural boa de ver e melhor ainda de participar.

O futuro senador Jean Paul Prates acompanhou Fátima Bezerra e nada comentou sobre o futuro governo. Após a caminhada foi realizado um festival de música, com temas voltados para o patrimônio histórico da cidade, além de concursos de fotografia – nas categorias amador e profissional – cujos resultados serão conhecidos na próxima semana. A Caminhada Histórica do Natal teve cerca de 5 mil participantes.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2018
08:20

A Associação Médica Brasileira (AMB) qualificou de retaliação a decisão do governo cubano de romper o acordo firmado com o Brasil no âmbito do Programa Mais Médicos e retirar os intercambistas do país.

Em nota divulgada hoje (17), a AMB diz que o governo brasileiro transferiu “de forma temerária” para Cuba parte da responsabilidade pelo atendimento na atenção básica e que isso deixou o Brasil “submisso aos humores” do governo de outro país. “Os impactos negativos previstos são os que estamos comprovando agora”.

No comunicado, a AMB afirma que o programa foi criado a partir de uma premissa equivocada: a de que não havia médicos em número suficiente no Brasil. O que não existe, segundo a entidade, são políticas públicas que atraiam e fixem esses profissionais nos municípios – sobretudo os menores e os mais distantes dos grandes centros.

“O governo brasileiro acabou lançando mão de importação de mão de obra, trazida numa condição análoga à escravidão: obrigada a abrir mão de mais de 70% do que o Brasil desembolsava e alocada independentemente das condições de trabalho existentes”. lembra a Associação Médica.

Para a AMB, resolver a questão que envolve a oferta de médicos em locais de difícil provimento ou de difícil acesso não é algo a ser feito por meio de ações paliativas. De acordo com a nota, a solução definitiva passa pela criação de uma carreira médica de Estado.

Os atuais 458.624 profissionais contabilizados no Brasil atualmente são classificados pela entidade como suficientes para atender às demandas da população. “Essa crise será resolvida com os médicos brasileiros”, destacou a AMB. “Não vamos aceitar esta sabotagem com o povo brasileiro”, conclui o comunicado da associação.

O documento sugere ainda como ações emergenciais para a serem adotadas em meio à “crise deflagrada” na saúde a reformulação e reforço do Piso de Atenção Básica; aumento do valor repassado pela União para a atenção básica para que municípios consigam contratar médicos na própria região; mudanças na forma de cálculo, garantindo mais recursos para municípios menores; e reforço do atendimento em áreas indígenas e de difícil acesso.

A AMB propõe também que se aumente o investimento nas Forças Armadas para aproveitar a experiência destas tanto em áreas de difícil acesso quanto em áreas indígenas, levando médicos e toda a infraestrutura de saúde necessária a essas localidades. Para tanto, a União utilizaria os atuais médicos das Forças Armadas, incrementaria o efetivo por concurso e selecionaria também novos médicos oficiais voluntários para atuar de forma temporária.

Outras sugestões são incentivar a adesão de médicos jovens ao Mais Médicos e promover mudanças no edital do programa, que será lançado em breve, conforme anunciado pelo Ministério da Saúde, criando subsídios e incentivos a profissionais jovens com dívida no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). No período em que estes médicos atuarem no programa, as parcelas do financiamento ficariam suspensas. Além disso, haveria o benefício de descontos no montante geral da dívida, de acordo com o tempo de permanência e o município ou região escolhido (quanto menor o município ou de mais difícil provimento, maiores os descontos).

A Associação Médica Brasileira alerta que é preciso garantir a esses médicos mesmas condições ofertadas aos cubanos até então: moradia, alimentação e transporte.

Agência Brasil

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2018
08:13

A futura ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro (PSL), Tereza Cristina (DEM-MS), concedeu incentivos fiscais ao grupo JBS na mesma época em que manteve uma “parceria pecuária” com a empresa.

A deputada arrendava uma propriedade em Terenos (MS) aos irmãos Joesley e Wesley Batista para a criação de bois e, ao mesmo tempo, ocupava o cargo de secretária estadual de Desenvolvimento Agrário e Produção de Mato Grosso do Sul.

Os documentos assinados por Tereza foram entregues pelos delatores da JBS em agosto de 2017 como complemento ao acordo de delação premiada fechada em maio entre os executivos da empresa com a PGR (Procuradoria-Geral da República) e homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

ereza foi secretária do agronegócio do então governador André Puccinelli (MDB-MS) de 2007 a 2014, que foi preso em julho pela Operação Lama Asfáltica da Polícia Federal sob acusação de corrupção.

A política de incentivos fiscais do governo estadual está no centro da delação premiada fechada pela JBS com a PGR no ano passado no capítulo que tratou da corrupção em Mato Grosso do Sul.

De acordo com as investigações, Wesley e Joesley atribuíram ao então diretor tributário do grupo JBS, Valdir Aparecido Boni, a tarefa de negociar a propina ao longo dos anos com três governadores: Puccinelli, Zeca do PT e Reinaldo Azambuja, do PSDB.

Em um período de 13 anos, até 2016, teriam sido pagos R$ 150 milhões em propina.

É Boni quem firma, pela JBS, os documentos que tiveram a assinatura de Tereza e foi ele quem entregou as cópias dos papéis no seu acordo de delação.

Ouvido pela PGR em maio de 2017, Boni não foi indagado sobre o papel de Tereza e de outros secretários estaduais nos acordos de crédito. O depoimento se resumiu a poucos minutos sobre Mato Grosso do Sul.

CommentsVia BG

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2018
08:10

Com a saída dos 8.332 médicos cubanos que integram o programa Mais Médicos, ao menos 611 cidades brasileiras podem ficar sem médicos a partir do próximo ano, de acordo com estimativa de secretarias municipais de saúde, conforme adiantou o jornal O Globo.

O alerta foi feito neste sábado, 17, por Mauro Junqueira, presidente do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). Segundo ele, os médicos cubanos foram os únicos a aceitar trabalhar em unidades de saúde localizadas nas cidades mais distantes, isoladas ou pobres do País. Junqueira afirma que dificilmente será possível substituir todos os profissionais nessas localidades, tendo em vista que os médicos brasileiros preferem trabalhar nos grandes centros urbanos.

O Conasems calcula que os médicos cubanos representam mais da metade dos profissionais contratados pelo programa, que permitiu acesso à saúde a cerca de 29 milhões de brasileiros. No País, 79,5% dos municípios (3.243 de 5.570) são beneficiados pelo Mais Médicos e os cubanos representam 90% dos profissionais que aceitaram atuar em postos de saúde em aldeias indígenas. Além disso, compõem 100% do quadro em 611 cidades.

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2018
08:07

Um juiz criminal do Rio de Janeiro censurou a TV Globo em decisão liminar (provisória), ao proibir a divulgação do conteúdo de qualquer parte do inquérito policial que investiga os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, informa o site G1.

A determinação é do juiz Gustavo Gomes Kalil, da 4ª Vara Criminal do Rio, e foi feita a pedido da divisão de homicídios da Polícia Civil e do Ministério Público do estado. O magistrado diz na sentença que “o vazamento do conteúdo dos autos é deveras prejudicial, pois expõe dados pessoais das testemunhas, assim como prejudica o bom andamento das investigações, obstaculizando e retardando a elucidação dos crimes hediondos em análise”.

Ele proíbe a emissora de publicar termos de declarações mesmo que as testemunhas não sejam identificadas. Também não permite que sejam divulgados procedimentos sigilosos usados em investigações e conteúdos de gravações de áudios, emails ou mensagens de vítimas, testemunhas ou investigados.

A Globo afirma que, em suas reportagens sobre o caso, evitou divulgar algo que pudesse pôr em risco as testemunhas ou as investigações.

Em nota exibida em seus telejornais, o Grupo Globo diz que irá cumprir a decisão judicial, mas irá recorrer. “[A decisão] fere gravemente a liberdade de imprensa e o direito de o público se informar, especialmente quando se leva em conta que o crime investigado no inquérito é de alto interesse público, no Brasil e no exterior”, diz a nota.

Via BG

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2018
12:49

 

José Cruz\Agência Brasil

 

A Defensoria Pública da União (DPU) ajuizou ação civil pública (ACP) em que pede à União a manutenção das atuais regras do programa Mais Médicos e a abertura deste a profissionais estrangeiros de qualquer nacionalidade. O objetivo, segundo a própria defensoria, é garantir a continuidade dos serviços prestados à população.

“O pedido de tutela de urgência em caráter antecedente à ACP visa evitar que ‘a população atendida seja prejudicada com a saída abrupta de milhares de médicos sem que a União previamente promova medidas efetivas de modo a repor imediatamente o quantitativo de médicos que estão em vias de deixar o programa’”, informou o órgão, por meio de nota.

A Defensoria Pública da União alega que qualquer mudança – incluindo a não necessidade de submissão ao Revalida – deve estar condicionada à realização de prévio estudo de impacto e comprovação da eficácia imediata de medidas compensatórias que assegurem a plena continuidade dos serviços.

O Revalida reconhece os diplomas de médicos que se formaram no exterior e querem trabalhar no Brasil. O exame é feito tanto por estrangeiros formados em medicina fora do Brasil, quanto por brasileiros que se graduaram em outro país e querem exercer a profissão em sua terra natal.

Publicado por: Chico Gregorio


17/11/2018
12:43

 

Saída dos médicos cubanos ‘vai encher estradas de ambulâncias’, avalia João

O governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB), tem demonstrado muita preocupação com a saída dos médicos cubanos do Estado. Em entrevista à CBN João Pessoa, o socialista previu a volta da “ambulancioterapia”. As declarações foram dadas em decorrência da decisão do governo cubano de retirar do Brasil todos os profissionais de saúde até o fim do ano. A decisão decorre de declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) de que seriam reavaliadas as regras para a permanência dos médicos do país caribenho. Eles teriam que fazer, por exemplo, o “revalida”, exame de conhecimento para validar o diploma recebido no exterior.

“O que vai acontecer é que você vai ter ambulâncias e ambulâncias pelas estradas levando pessoas com pequenos problemas de saúde aos hospitais e vai sobrecarregar os hospitais. É claro que isso vai acontecer”, ressaltou João Azevêdo. Ele alegou que o programa viabilizou o atendimento em localidades onde antes não era possível, por se tratarem de regiões afastadas. “Eu vejo, independente de conceito, você não pode desmobilizar um programa destes, que tem mais de 8.500 profissionais da forma como está sendo anunciado. Em 40 dias não haverá reposição destes profissionais e nós teremos a população pagando um preço extremamente alto”, acrescentou.

Azevêdo disse que há no sistema de saúde como um todo um número de vagas enormes, mesmo com os médicos cubanos na ativa. “Se não houve interesse dos médicos brasileiros para ocuparem estas vagas (disponíveis), como é que nós vamos repor além das vagas abertas, as dos 8.500 profissionais que estarão saindo agora?”, destacou. “O que me preocupa é que a consequência maior será a falta de atendimento para a população. Esta vai ficar desprotegida. Eu vi na imprensa aí que tem municípios que vão perder mais de 60% a 70% dos seus profissionais na área de saúde e isso inviabiliza o atendimento”, acrescentou.

O governador eleito prevê que haverá consequências danosas nos hospitais regionais e estaduais. “Provavelmente haverá filas e mais filas de espera nos hospitais. É isso o que acontecerá, porque os médicos deixarão de atender as grandes demandas, a alta complexidade, para atender casos de uma diarreia, de um mal-estar, por exemplo. As pessoas terão que procurar um local de apoio e estes locais serão os hospitais. Vai superlotar os hospitais, não tenho dúvida nenhuma”, enfatizou o governador eleito, que assumirá o cargo a partir de 1° de janeiro.

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Publicado por: Chico Gregorio