15/10/2018
14:51

Resultado de imagem para fotos da festa do ex- aluno do santa terezinha de caicoA Festa dos Ex-Alunos do Educandário Santa Teresinha será realizada no próximo dia 20 de outubro, a partir das 14h, segundo sábado da Festa do Rosário de Caicó e contará com animação de Rodolfo Lopes, Naldinho Cunha e Luiz Carlos. O repertório será montado com músicas dos anos 80, 90 e 2000.

De acordo com Pedro Gurgel, que é da comissão de organização do evento, o grande sucesso da festa em 2017, fez com que a equipe organizasse novamente o reencontro, “Com o sucesso da festa em 2017 não poderíamos deixar de realizar mais esse reencontro. Tenho certeza que assim como em 2017, nossa festa em 2018 será ainda melhor”, destacou.

Além das atrações musicais, o evento também terá sorteios e algumas atrações surpresa para interagir com os participantes. As senhas da Festa do Ex-Aluno do Santa Teresinha já estão à venda na Ótica Rio e com comissários e quem adquirir concorrerá a um final de semana na paradisíaca São Miguel do Gostoso.

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
14:46

Mossoró não está fora do clima de ódio que domina a política nacional neste segundo turno. Relatos nas redes sociais mostram ameaças de eleitores de Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas presidenciais.

O primeiro caso é o de Aryane do Vale que relatou o caso de uma caixa ameaçada por uma cliente em uma loja da cidade.

O segundo caso é o do professor do IFRN, Ângelo Gurgel que foi atacado por um perfil identificado por Alexandre Naide.

O terceiro caso é de ameaça ao estudante Laninho Araújo. Confira o vídeo abaixo:

Na Bahia houve o caso de um mestre de capoeira que morreu esfaqueado por um eleitor de Bolsonaro. Em Natal uma médica rasgou a receita de um idoso que declarou voto em Fernando Haddad.

O candidato do PSL, que já sugeriu que ia “metralhar a petralhada”, declarou que recusa o voto de quem pratica atos de violência.

Via Bruno Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
14:41

Segue abaixo o relato da jornalista Juliana Celli que foi alvo de assédio moral do deputado estadual Getúlio Rego (DEM).

Como jornalista, talvez esse seja o texto mais difícil que já escrevi. Olhos cheios de lágrimas, coração apertado, dúvidas sobre o que pode acontecer comigo a partir de agora. Mas muita vontade de dar a minha contribuição de viver num mundo melhor, pra mim e pra minha filha. Decidi não me calar.

Na última quinta-feira (11/10) eu fui vítima da intolerância política que estamos testemunhando no país e que chegou no seu mais grave momento com a chegada do segundo turno das eleições.

Eu já noticiei tanto sobre esses casos que estão acontecendo. O último, o de uma médica, no serviço público do Rio Grande do Norte, que rasgou uma receita porque ao perguntar em que candidato o paciente votaria, ele afirmou votar no candidato do PT. Fiquei indignada!

Mas, jamais pensei passar por isso. Estava enganada!

Na quinta-feira pela manhã eu estava trabalhando quando um superior fez o sinal usado pelo candidato Bolsonaro, aquele que simula duas armas. Ele me perguntou se eu estava pronta pra fazer o tal gesto. Eu falei que não faria porque não voto nesse candidato, na verdade decidi não votar em nenhum dos dois candidatos postos por não concordar nem com um nem com o outro. Foi aí a minha surpresa, o superior, o deputado estadual Getúlio Rêgo, que até então sempre tive uma boa convivência, começou a me insultar. Ouvi palavras como corrupta, mentirosa, e que eu deveria pedir exoneração do meu cargo (de confiança). Ele estava completamente alterado, falando alto, gesticulando em minha direção. Por um momento, pensei em explodir, me contive. Consegui me manter firme e respeitosa, mesmo que muito constrangida, principalmente pelo fato de na hora estar conduzindo convidados para uma reunião de trabalho. Argumentei que o voto é livre, e eu podia votar em quem quisesse ou até mesmo me omitir. Ele continuou esbravejando, na frente deles e de mais alguns servidores, que eu deveria votar em quem meu chefe mandasse. Eu voltei a argumentar que não estávamos mais no tempo de “votos de cabrestos”, algo muito utilizado nos “currais” eleitorais e que meu chefe direto é democrático, jamais iria me obrigar a votar em quem eu não quisesse.

Ele continuou sem respeitar a minha decisão. Se alterou ainda mais, falando em tom ameaçador. Eu decidi encerrar o assunto entrando na sala para participar da reunião que estava programada. Pedi desculpas aos convidados pelo ocorrido, mantive a calma para terminar aquela demanda, mas depois desabei. Conversei com colegas, ouvi familiares, procurei um advogado.

Algumas pessoas disseram que seria meu fim eu expor esse assunto, outras me apoiaram, me incentivaram. Passei alguns dias analisando sozinha, pedindo a Deus uma resposta, deixando a “poeira” baixar e a emoção ser controlada para aí sim tomar uma decisão mais acertada.

Se eu, jornalista, assessora de imprensa, apresentadora de um jornal na rádio, de um programa de TV, não pode falar, quem pode?

As milhares de mulheres e homens que estão passando por isso em seus empregos em todo país ou em outros locais?

Não. Eu digo não à intolerância política!!!

O voto é livre!!! Se você vota num candidato que eu tenho repulsa eu preciso respeitar.

Não deixe ninguém lhe dizer que você é menos inteligente ou menos cidadão por isso.

Se você quer votar em Haddad, vote livremente. Se você vota em Bolsonaro, vote livremente. Se quiser votar em branco, nulo, vote livremente.

Em tempos de #elenão e #elesim eu o convido a levantar uma bandeira muito mais importante, a da tolerância. Essa é a minha campanha. #intoleranciaNao #toleranciasim

Bia Bruno Barreto.

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
12:05

NOTA

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Norte vem a público repudiar os atos de intolerância e autoritarismo cometidos em todo o País, à medida que se aproxima o dia da votação do segundo turno da campanha eleitoral à Presidência. Práticas totalitárias, violentas e preconceituosas, têm manchado a história da nossa democracia e colocado a vida de muitos em risco, inclusive dos colegas que fazem a imprensa norte-riograndense.

Repudiamos veementemente atos como o praticado pelo deputado estadual Getúlio Rêgo contra a colega jornalista Juliana Celli, no interior da Assembleia Legislativa, durante o expediente de trabalho. Tais atos foram relatados por ela em suas redes sociais nesta segunda-feira (15). Por anunciar um voto contrário ao do deputado, numa conversa corriqueira, a jornalista teve seu direito à livre opinião abafado pelo discurso autoritário do parlamentar, que passou a agredí-la verbalmente, na presença de diversas pessoas, numa clara prática de assédio moral e constrangimento profissional.
Num processo democrático, atitudes como a do parlamentar colocam em risco direitos constitucionalmente garantidos como a liberdade de opinião e de expressão, e revela o perigo que nos cerca.

O Sindjorn estará sempre na trincheira da democracia, base de nascimento de todas as conquistas sociais que temos hoje. Nos solidarizamos com a colega Juliana Celli, colocando os setores do Sindjorn à disposição para o acompanhamento do caso.

SINDJORN

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
08:03

O virtual ministro da educação do candidato à presidência Jair Bolsonaro, general Aléssio Ribeiro Souto, diz que “é muito forte a ideia” de se fazer extensa revisão dos currículos e das bibliografias usadas nas escolas para evitar que crianças sejam expostas a ‘ideologias e conteúdo impróprio’ – sic; ele propõe a ideia de que professores exponham a “verdade” sobre o “regime de 1964”, narrando, por exemplo, mortes “dos dois lados”; para o general, ainda, haverá repressão nas salas de aula, mas uma ‘repressão democrática.

247 Brasil.

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
08:00

 

Segundo o instituto Certus, na pesquisa de hoje, a diferença entre Fátima Bezerra (PT) e Carlos Eduardo Alves (PDT), que terminou o primeiro turno em 13 pontos, é de 6 pontos.

Confira os números para governador:

Só relembrando que as pesquisas do Certus nunca admitiram o senador Garibaldi Filho (MDB) na quarta colocação para o Senado como atestaram as urnas.

Via Thaisa Galvão.

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
07:55

Reportagem especial do Globo Rural neste domingo (14) mostra importância de escola federal no RN

Do Globo Rural

No sertão de Pau dos Ferros, no Grande do Norte, divisa com o Ceará, uma escola profissionalizante virou marco na paisagem e símbolo de esperança. Lá é ministrado o primeiro – e único – curso de apicultura de um instituto federal do país.

Curso técnico em apicultura em instituto federal em Pau dos Ferros, Rio Grande do Norte (Foto: Reprodução/TV Globo)

A estrutura é de fazer inveja a muita escola de elite mundo afora. Grande parte da eletricidade que consome é gerada lá mesmo, captando luz solar nos telhados. O Instituto Federal Rio Grande do Norte (IFRN) tem ainda ar condicionado e aparelhagem completa de data show, com telão e controle remoto para os professores, em todas as salas.

As turmas fazem Ensino Médio completo, incluindo aulas de língua estrangeira. Classes de música também estão na grade de ensino. Mas os estudantes não recebem apenas a educação padrão, aprendem junto uma profissão.

Além do curso de apicultura, eles podem escolher o curso de tecnologia de alimentos e de informática.

Dos 1 mil alunos do instituto, 250 cursam apicultura. A seleção é concorrida e, do total de vagas, 50% são reservadas para alunos de escolas públicas.

João Victor, filho de agricultores (Foto: reprodução BCS)

Segundo a diretora Antônia Francimar da Silva, de cada dez alunos, sete vêm de classes mais populares.

É o caso do João Victor Pires da Silva, filho de agricultores, que acorda às 4h30 e viaja 60 quilômetros todos os dias, de moto e ônibus, para chegar à escola.

Também é o caso de José Kelvin de Araújo Silva, filho de um conhecido tapioqueiro da região, José Zildomar Silva, chamado de Zé Tapioca.

A instituição provoca na região uma transformação parecida com a que acontece quando chove na caatinga, quando a vida explode e fica tudo verdinho. Com educação de excelência, a juventude floresce e a cidadania frutifica.

Apicultura do campo à indústria

O curso de apicultura vai na vida real das profissões, para que o aluno já possa, se for o caso, ter um ganha pão longo que conclui o Ensino Médio. Por isso, as aulas práticas são intensas.

Em um dos experimentos práticos, por exemplo, os estudantes desenvolvem estruturas que simulam ninhos para que os apicultores possam criar as abelhas solitárias, sem ferrão e que não formam enxames, que polinizam com mais eficiência algumas culturas e também têm papel importante na preservação da vegetação nativa da região. Já foram coletadas no instituto cerca de 300 dessas abelhas, de 15 espécies diferentes.

Além de técnicas de produção, propriamente, o curso oferece também uma formação mais científica sobre os chamados aspectos físico-químicos dos derivados da abelha, com muita pesquisa de laboratório. É que só uma análise técnica pode indicar a qualidade do mel.

“Por que ter aulas com todo esse conhecimento de análise? Porque enquanto técnicos eles podem prestar consultoria aos produtores, para já dividir e classificar (o mel)”, diz a química e professora do instituto Luciene de Mesquita Carvalho.

IFRN de Pau dos Ferros é um privilégio quando na verdade deveria ser um direito comum no país (Foto: reprodução BCS)

Poderão também prestar consultoria para solucionar um desafio que, na caatinga, é maior que em outras regiões do país, a falta de pasto apícola causada pelos longos períodos de estiagem.

Nas classes, os alunos aprendem a produzir o chamado “bife das colmeias”. Trata-se de uma pasta feita de albumina, uma proteína presente no ovo, da qual os insetos passam a se alimentar quando não encontram mais néctar nem pólen na vegetação ao redor.

Diferentes tipos de alimentação artificial para as abelhas vêm sendo testadas em laboratório há três anos pelo professor do instituto e biólogo Antonio Abreu.

Formação que abre mercado

A educação integrada com formação profissional atraiu novas empresas, novos negócios, novos empregos na região de Paus dos Ferros.

Em um sítio em Marcelino Vieira, os produtores vivem um momento histórico. Fazia seis anos que a caatinga, o semiárido do Alto Oeste do Rio Grande do Norte não via chuva. Com ela, a agricultura voltou e a apicultura também.

Eles acabaram de realizar a primeira safra de mel deste ano: cerca de 10 toneladas, um resultado até bom diante do baque que os enxames sofreram com a longa estiagem.

Dois fatores contribuíram para a reviravolta que estão dando, além do clima: o conhecimento prático do seu Antonio Medeiros, o pioneiro que 30 anos atrás começou a montar apiários na região e, sobretudo, a contribuição do curso do curso que o apicultor Euzir de Queiroz fez. Ele se formou na primeira turma de apicultura do IF, em 2015, e aprimorou várias técnicas para manter e fortalecer os enxames na época que não tem florada.

Produto teve crescimento este ano (Foto: reprodução BCS)

“Antes eu era criador e com o curso eu adquiri o conhecimento teórico. E hoje vejo isso como fundamental para o crescimento dos meus enxames”, avalia Euzir.

E o dinheiro do mel ficou importante na região. “Com ele é que a gente mantém a criação de gado, que compra a ração dos animais, para quem tira leite especialmente. Ele é importante demais para a gente”, diz Antonio.

Educação que amplia horizontes

Mas nem todos os alunos do instituto pretendem abraçar a profissão aprendida ali. Segundo a diretora, pela qualidade do ensino, muita gente procura o curso profissionalizante como plataforma para a universidade.

O José Kelvin, por exemplo, quer ser psicólogo. Há mais de 50 alunos que saíram do IF para fazer medicina e mais de cem fazendo engenharia.

“A qualidade do ensino que é ofertado aqui é que proporciona isso. Ele (o estudante) pode até não ser o apicultor (…) mas ele vira um engenheiro agrônomo, um engenheiro de produção, um médico, um enfermeiro, um advogado”.

Porém, boa parte da turma de apicultura sonha em trabalhar com as abelhas, como João Victor.

“Antes de entrar no curso de apicultura, eu não me via como apicultor, eu não sabia, na verdade, a definição de apicultura. Hoje eu posso afirmar que sou apaixonado pela apicultura.”

Veja a reportagem completa (em vídeo) que foi veiculada no programa Globo Rural da Rede Globo de Televisão neste domingo (14), clicando AQUI.

Via  Blog Carlos Santos

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
07:49

GOVERNO DO RN – Se a eleição fosse hoje no cenário ESTIMULADO para governador:

Fátima Bezerra 44,61%

Carlos Eduardo Alves 38,58%

Nenhum 9,72%

Não sabe 6,88%

Não respondeu 0,21%

Pesquisa registrada sob os números BR – 00385/2018 e RN – 02146/2018.

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
07:46

GOVERNO DO RN – Se a eleição fosse hoje no cenário ESPONTÂNEO para governador:

Fátima Bezerra 39,22%

Carlos Eduardo Alves 34,40%

Não Sabe 15,67%

Nenhum 9,65%% Outro 0,35%

Pesquisa registrada sob os números BR – 00385/2018 e RN – 02146/2018.

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
07:29

Resultado de imagem para fotos do publicitário Lucas SalesA campanha do candidato a presidente, Jair Bolsonaro (PSL), rescindiu o contrato com a produtora Mosqueteiros Filmes, de João Pessoa. Segundo denúncia da revista Época, a empresa só existia no papel. Dos R$ 240 mil previstos de início, serão pagos apenas pouco mais da metade, segundo o comitê de campanha. O publicitário Lucas Sales não se pronunciou apesar de tentativas do Portal WSCOM.

A reportagem de Época mostra que quem prestava serviço à campanha de Bolsonaro eram os funcionários da 9Ideia, de Lucas Salles, em João Pessoa, e que a Mosqueteiros Filmes, de Petrolina (PE), estava apenas registrada no contrato entre as partes. O contrato nada fazia referência à 9Ideia.

A responsável pela contratação de contas da campanha de Bolsonaro, Karina Kufa, confirmou à Época que o contrato foi rescindido e explicou que a equipe não sabia da “irregularidade interna” e que foi “uma surpresa” para o grupo da campanha.

Ela detalhou ainda que a confusão existe porque a Mosqueteiros Filmes está registrada no nome do filho de Lucas, Gabriel Salles, a 9Ideia está no nome do empresário e eles consideravam serem as duas uma coisa só.

Kufa disse que serão pagos pouco mais da metade dos R$ 240 mil previstos porque isso corresponde ao período de 15 dias de serviço prestado, já que depois disso Bolsonaro sofreu a facada e ficou sem gravar com a produtora.

Neste segundo turno, a campanha de Bolsonaro providenciou uma nova produtora para as gravações de vídeos.

PARLAMENTOPB

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
07:24

PRESIDÊNCIA – Se a eleição fosse hoje no cenário estimulado apenas com os votos válidos:

Fernando Haddad 56,82%

Bolsonaro 43,18%

A íntegra da 1ª Pesquisa FIERN/Certus Retratos da Sociedade Potiguar sobre o 2º Turno das eleições 2018 estará disponível a partir das 12h, no site da FIERN.

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
07:22

As primeiras informações são de que a menina bateu na espingarda do pai, houve o disparo e ela foi atingida na cabeça, de raspão.

acidentes de moto lideram atendimentos no hospital de trauma na capital - Menina de três anos esbarra em espingarda do pai e bala atinge a cabeça

Uma criança de apenas três anos foi baleada na cabeça, em Guarabira, no Brejo paraibano. O fato aconteceu neste domingo (14), no Sítio Queimadas.

As primeiras informações são de que a menina bateu na espingarda do pai, houve o disparo e ela foi atingida na cabeça, de raspão.

A criança foi socorrida e encaminhada ao Hospital de Trauma de João Pessoa. O estado de saúde não foi informado.

 

Fonte: Click PB

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
07:15

 

Blog do Esmael Morais.

O Estadão virou chacota nas redes sociais ao fazer ginástica com uma fake news contra o presidenciável Fernando Haddad (PT). 

Leia mais

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
07:10

PRESIDÊNCIA–Se a eleição fosse hoje no cenário ESTIMULADO:

Fernando Haddad 45,46%

Bolsonaro 34,54%%

Nenhum 11,42%

Não sabe 8,37%

Não respondeu 0,21%

A íntegra da 1ª Pesquisa FIERN/Certus Retratos da Sociedade Potiguar sobre o 2º Turno das eleições 2018 estará disponível a partir das 12h, no site da FIERN.

Publicado por: Chico Gregorio


15/10/2018
07:06

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, perguntou, neste domingo (14), quem paga a “campanha caluniosa” de Bolsonaro via WhatsApp, e fez um apelo “para eles pararem com isso”.

“Aí eles dizem: ‘mas eu não posso me responsabilizar’. Mas quem está pagando por tudo isso? Será que custa barato fazer essa campanha por WhatsApp?”

O petista disse também que Bolsonaro não o enfrenta em debate porque seria confrontado sobre a origem de mentiras difundidas nas redes sociais:

“E tem uma razão para ele não participar de debates. Ele não vai poder dizer isso na minha cara, né? Não vai poder afirmar nada do que ele afirma pela internet frente a frente, não vai conseguir sustentar”.

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio