25/09/2019
09:33

O presidente Jair Bolsonaro fez de bobo [outra vez] seu ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao articular com Congresso a derrubada de vetos à lei de abuso de autoridade.

Para o distinto público, o presidente jurou que vetou artigos da lei que pune juízes, procuradores e policiais que excedem no exercício de sua função. No entanto, por trás dos panos, Bolsonaro armou a cama de gato para o ex-juiz da Lava Jato.

A derrota no Congresso não foi de Bolsonaro, como diz a Globo e a Folha. A velha mídia desinforma ou por deficiência na análise ou por má-fé. Atribuem a derrota ao capitão quando este foi o grande vitorioso.

Moro foi feito de bobo, outra vez. Só tem levado bolada nas costas, desde que chegou ao governo.

Para piorar a situação, Bolsonaro citou nominalmente o ministro da Justiça em seu discurso na ONU.

Para o mais desavisado lavajatista, foi uma “homenagem” do presidente. Só que não. Foi um abraço de urso, daqueles que quebra as costelas do sujeito “agraciado”.

Via Esmael Morais.

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2019
09:28

O superintendência da Caixa Econômica Federal (CEF) informou à governadora Fátima Bezerra, em reunião realizada com equipe multidisciplinar do banco estatal e alguns gestores estaduais, que dispõe de R$ 700 milhões para investir em projetos que visem melhorar a qualidade de vida da população do Rio Grande do Norte. “Esta é a oportunidade que teremos para destravar diversas obras importantes, como o Pro-Transporte, que está parado e é muito importante para a mobilidade urbana na zona Norte onde residem cerca de 400 mil pessoas”, disse a chefe do Executivo estadual.

Para dar continuidade ao diálogo com a CEF, ela será recebida em Brasília na sede do banco, no início de outubro.  Os recursos são oriundos da linha de crédito Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), produto lançado pela CAIXA em 2012 para facilitar e ampliar a concessão de crédito para obras de saneamento ambiental, transporte e logística e energia. A governadora definiu que será instituído um Grupo de Trabalho para analisar como os recursos serão investidos. A sugestão foi muito bem aceita pela diretoria da CEF.

“Estamos ampliando nossas atividades aqui no Rio Grande do Norte através do projeto Caixa + Brasil. Uma vez definida a aplicação desses recursos, eu asseguro que o seu legado enquanto governadora e a ação da Caixa só existirão com obras entregues”, disse o superintendente no RN, Marcus Vinícius do Nascimento.

A superintendente nacional de rede executiva de governo, Taís Lanutti, informou que a presença da equipe multidisciplinar à reunião, com gestores de Brasília e do RN, revela o quanto o Rio Grande do Norte é estratégico e importante para o banco. “O que estamos iniciando aqui, que é o planejamento das ações, torna mais eficiente o uso dos recursos e facilita o processo como um todo”, expôs.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2019
09:12

Resultado de imagem para fotos da barragem das trairas

O secretário de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, João Maria Cavalcanti, acompanhado do assessor técnico, Paulo Varela, se reuniu na manhã desta terça-feira (24), em Brasília, com o secretário nacional de segurança hídrica, Marcelo Borges, e confirmou o compromisso de liberação de parte do convênio para início das obras de recuperação da barragem de Passagem das Traíras. “Concluímos a inclusão dos dados na plataforma federal e, assim que o convênio for aprovado, o MDR vai transferir uma uma parcela dos recursos para o estado iniciar as intervenções, ainda esse ano”. O secretário destacou também o compromisso firmado pelo Ministério de formalizar um convênio para as obras de implantação do Projeto Seridó. “Logo que as emendas parlamentares forem liberadas, será aberto o sistema para incluirmos os dados, depois aguardamos a aprovação no valor de R$ 150 milhões com o Governo do RN”.

Outro pleito com sinalização positiva por parte do governo federal foi para inclusão de um novo convênio do Programa Água Doce, no Sincov, no valor de R$ 30 milhões para a instalação de 150 dessalinizadores movidos à energia solar, além da redução da contrapartida do Governo do Estado. “Toda articulação foi iniciada pela Governadora Fátima Bezerra. Finalizamos a reunião com excelentes respostas e já providenciando os encaminhamentos”, ressalta o titular da Semarh.

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2019
09:06

Foto: Pedro França/Agência Senado

Em uma derrota para o governo e, em especial, ao ministro Sergio Moro, o Congresso Nacional derrubou na noite desta terça-feira (24) 18 vetos feitos por Jair Bolsonaro (PSL) à lei de abuso de autoridade. Outros 15 pontos que haviam sido barrados pelo presidente acabaram mantidos.A derrubada destes vetos teve aval do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que, assim como outros senadores, ficou bastante irritado com a operação da Polícia Federal, na semana passada, que teve como alvo o líder do governo na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE).

A operação criou um ambiente favorável à derrubada de vetos do presidente Jair Bolsonaro à lei de abuso de autoridade.

Alcolumbre decidiu adiar a votação do primeiro turno da reforma da Previdência para a próxima semana em uma sinalização ao governo.

No horário em que a matéria seria votada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), na manhã desta terça-feira, Alcolumbre marcou uma agenda de caráter corporativista: reuniu líderes partidários e foi ao STF (Supremo Tribunal Federal) conversar com o presidente do Judiciário, Dias Toffoli, para apresentar um recurso à decisão do ministro Luís Roberto Barroso que, na semana passada, determinou busca e apreensão em endereços

A articulação para se chegar ao adiamento envolveu partidos aliados, independentes e de oposição ao governo em reunião na residência oficial de Alcolumbre na noite de segunda-feira.

O grupo deixou fora a presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS) e o relator da PEC, Tasso Jereissati (PSDB-CE), que defendem blindar o projeto de questões políticas.

Alvo da operação da PF, Bezerra, responsável pelos interesses do governo no Senado, participou do conchavo, que teve a participação dos líderes do MDB, Eduardo Braga (AM); do PSD, Otto Alencar (BA); do PROS, Telmário Mota (RR); do PL, Jorginho Melo (SC); do Republicanos, Mecias de Jesus (RR); e do vice-líder do PT, Rogério Carvalho (SE).

Tebet descobriu na manhã desta quarta-feira, quando recebeu líderes partidários em seu gabinete, que o jantar havia acontecido sem ela e Tasso e que os líderes haviam articulado o adiamento da votação.

Diante de um Bezerra Coelho, descrito por colegas como abalado, senadores argumentaram que era preciso passar o recado de insatisfação e contar votos para a derrubada de vetos presidenciais à lei de abuso de autoridade.

No começo do mês, Bolsonaro vetou trechos de 19 dos 45 artigos constantes no texto aprovado pelo Congresso. O Senado tem um grupo de 33 parlamentares que querem manter todos os vetos. Um outro grupo queria derrubar 16 votos. Tentou negociar, sem sucesso, ao menos seis deles com o grupo lavajatista de senadores “Muda, Senado”. O resultado acabou sendo ainda melhor para eles.

Desde o inicio da noite, o tema dominou os discursos na sessão do Congresso. O próprio Bezerra foi ao microfone.

“É estarrecedor o excesso, o abuso de uma decisão monocrática, tomada em completo desacordo com quem está, de fato, na condição de avaliar a necessidade ou não de produção de prova, no caso o Ministério Público Federal, titular da ação, e ainda mais quando exige medida tão invasiva ao direito”, disse o líder do governo no Senado durante a sessão do Congresso.

Folhapress

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2019
09:05

Pedido do senador emedebista para a abertura de processo disciplinar contra procurador da Lava Jato já foi acolhido por 7 integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público, e rejeitado por outros dois; julgamento na tarde desta terça, 24, foi suspenso por pedido de vista do presidente do colegiado, Alcides Martins

Sete integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) votaram na tarde desta terça-feira, 24, a favor da abertura de um processo administrativo disciplinar contra o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol. A análise do caso, no entanto, foi interrompida por pedido de vista (mais tempo de análise) do procurador-geral da República interino, Alcides Martins, faltando um voto para o colegiado formar maioria e acolher pedido do senador Renan Calheiros (MDB) para que o órgão investigue Deltan.

A reclamação do emedebista ao colegiado envolve declarações do coordenador da força-tarefa do Paraná contra sua candidatura à Presidência do Senado.

A discussão ocorreu uma semana depois de o Senado barrar a recondução dos conselheiros Lauro Machado Nogueira e Dermeval Farias Gomes Filho. Os dois deram nesta terça-feira os únicos votos contrários à abertura do processo contra Deltan.

Eles não foram reconduzidos ao colegiado, e estão no fim de seus mandatos, após uma articulação por parlamentares críticos à Operação Lava Jato no Senado. Entre seus algozes no Legislativo, estão o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM) e o próprio Renan.

Demerval afirmou ter uma ‘visão mais liberal sobre o tema’ e não vê ‘justa causa para a abertura do PAD’. “Nas frases, o membro do MPF não faz nenhum ataque pessoal. A partir do momento em que a liberdade de expressão faz parte de um embate democrático, o CNMP não pode atuar como órgão de censura da capacidade crítica de um membro do MP principalmente aqueles que estão em uma linha de frente mais ferrenha com relação a esses aspectos que necessariamente fazem parte de sua atuação”.

Os outros conselheiros que votaram nesta terça, 24, acompanharam o voto do corregedor nacional Orlando Rochadel. Até o momento, são favoráveis Fábio Stica, Sebastião Caixeta, Leonardo Accioly, Erick Venâncio, Marcelo Weitzel e Otavio Rodrigues.

Para Stica, no ‘episódio, houve desbordamento dos limitres do que possa ser dito e replicado por um membro do MP’.

Em seu voto, Weitzel disse achar ‘complicado ‘complicado ver memebros interferindo na escolha interna de um poder’. “Mais agravante foi o fato de que aquela discussão já estava inclusive judicializada. Acho que isso não é papel… cada órgão, agências, tem sua forma de escolha, nem sempre nos agrada, e eu acho isso um pouco perigoso. Se a gente for multiplicar isso pelas Câmaras de vereadores, Assembleias, a gente pode criar desgastes desnecessários”.

Dos atuais conselheiros do CNMP, apenas Weitzel ainda aguarda deliberação para ser reconduzido pelo Senado

Afastamento

A sessão para votar a abertura do PAD contra Deltan se iniciou em 10 de setembro, quando o corregedor nacional do MP, Orlando Rochael, foi pela abertura de processo administrativo, apontando que Dallagnol “denegriu e menosprezou” as atribuições constitucionais do MPF por ter se manifestado “contra a eleição de Renan Calheiros buscando descredenciá-lo perante a opinião pública”. Segundo ele, o caso é passível de punição por censura. Um pedido de vista do conselheiro Fábio Estica, contudo, suspendeu a análise naquele dia.

Naquela sessão, os conselheiros resolveram negar pedido liminar para o afastamento de Deltan.

FAUSTO MACEDO / ESTADÃO

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2019
09:03

Com a Lava Jato pressionada, o plenário do Supremo Tribunal Federal prevê julgar na tarde desta quarta-feira (25) pedido de habeas corpus que pode anular uma das sentenças contra o ex-presidente Lula e provocar a principal reviravolta em casos já julgados da operação desde a sua deflagração, em 2014.

Os 11 ministros vão decidir se réus delatores devem apresentar suas considerações finais em processos antes dos demais acusados e se ações que não seguiram esse rito anteriormente devem ter suas sentenças revistas.

O plenário do tribunal foi chamado a se pronunciar sobre a questão após decisão da Segunda Turma da corte, composta por cinco ministros, que anulou no fim de agosto a condenação em primeira instância imposta pelo ex-juiz Sergio Moro ao ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine.

A defesa de Bendine argumenta desde a primeira instância que, para ter direito a ampla defesa, ele deveria apresentar suas alegações finais no processo após os réus colaboradores, que haviam feito acusações decisivas na ação penal.

A fase de alegações é considerada o último momento para manifestações das partes antes da publicação da sentença e é usada para reforçar os argumentos das defesas e acusações no processo.

Com a decisão de agosto, o caso de Bendine, que já estava julgado em segunda instância, retrocedeu para a etapa de alegações ainda no primeiro grau. Agora, caso o Supremo concorde que outros réus devem ter esse direito, o mesmo pode acontecer em relação a dezenas de acusados da Lava Jato, incluindo Lula.

O precedente do ex-presidente da Petrobras levou outras defesas ao Supremo para pedir a extensão do benefício nas últimas semanas. O caso a ser julgado nesta quarta tem origem em pedido de habeas corpus do ex-gerente da estatal Márcio de Almeida Ferreira.

Como a Folha mostrou nesta terça (24), uma saída costurada na corte para limitar os efeitos de uma decisão favorável às defesas seria atender apenas réus que pedem desde a primeira instância o direito de apresentar alegações finais por último.

Isso evitaria uma enxurrada de pedidos pelo país de anulação de sentenças à corte.

Entre os casos de Lula na Lava Jato, isso tornaria passível de revisão o caso do sítio de Atibaia (SP), mas não o do tríplex de Guarujá, sentenciado por Moro em 2017.

No processo em que o petista foi condenado em razão de reformas bancadas por empreiteiras no sítio, o processo poderia retroagir em nove meses. As alegações finais do processo foram entregues em janeiro, um mês antes da publicação da sentença.

Para o professor de direito constitucional Roberto Dias, da Fundação Getulio Vargas, essa régua esboçada não é adequada porque impede parte das defesas de ter o mesmo direito já garantido a um dos réus. “Não faz muito sentido do ponto de vista jurídico, se pediu [o benefício] naquela ocasião ou se pediu agora.”

Apesar da importância do julgamento do precedente, não deve haver um efeito imediato já a partir da decisão desta quarta sobre sentenças publicadas anteriormente. As defesas teriam que pedir caso a caso a anulação de sentenças não expedidas de acordo com o entendimento fixado.

Críticos da decisão que favoreceu Bendine e que pode ser estendida a outros réus afirmam que a fase de manifestação final não é destinada à produção de provas.

Na Lava Jato paranaense, as alegações finais dos delatores costumam apenas mostrar que a colaboração com a Justiça no processo foi efetiva e que esses réus são merecedores dos benefícios previstos anteriormente. Geralmente as defesas nos casos no Paraná não apresentam novas acusações nessa etapa —os principais relatos ocorrem na fase de audiência com os réus.

Também reclamam que a iniciativa do Supremo em relação a Bendine deixa pontos poucos claros quanto à futura dinâmica dos processos. Por exemplo, foi bastante comum na Lava Jato a colaboração informal de réus sem acordo homologado na Justiça na tentativa de reduzir as penas. Seria preciso definir se esses réus também precisariam apresentar alegações finais antes dos demais acusados.

“Isso não seria premiar indevidamente o réu não colaborador?”, escreveu em rede social o procurador Roberson Pozzobon. A força-tarefa da operação fala em 32 sentenças potencialmente afetadas.

A entidade Ministério Público Pró-Sociedade critica outro ponto do novo entendimento: “Levada às últimas consequências, essa decisão fora da curva do STF impossibilita a conclusão de qualquer processo criminal em que haja dois réus com versões colidentes. Ora, se um réu imputa a outro a responsabilidade pelo crime, quem deve apresentar alegações finais por último?”, escreveu em nota pública o grupo de procuradores e promotores.

Os críticos também afirmam que a medida causaria efeitos em várias áreas da segurança pública muito além da Lava Jato. No habeas corpus em tramitação no Supremo, um condenado por estupro de vulnerável na Justiça do Maranhão requereu a anulação de sua sentença também com base no caso Aldemir Bendine.

A decisão ocorre em meio à uma crescente tendência de oposição à Lava Jato no STF. Em março, o plenário da corte decidiu que casos com conexões com crimes eleitorais devem ser julgados na Justiça Eleitoral, e não na Justiça Federal.

A situação recrudesceu após a publicação de mensagens de procuradores pelo site The Intercept Brasil e outros veículos, incluindo a Folha, em junho. Em setembro, a Segunda Turma negou a abertura de ação contra o ministro do Tribunal de Contas da União Aroldo Cedraz, delatado na investigação.

FOLHAPRESS

Publicado por: Chico Gregorio


25/09/2019
09:00

Polícia Federal apreendeu R$55 mil em dinheiro, divididos em envelopes, cada um com R$2,5 mil, na casa do deputado federal Fernando Coelho Filho (DEM-PE), filho do líder do governo no Senado, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Além disso, a PF relata ter apreendido moeda estrangeira. “O montante total apreendido ficou em torno de R$ 120.000,00”, cita o relatório sobre a busca realizada na casa do deputado.

A informação está no relatório parcial da PF sobre as buscas e apreensões autorizadas pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), nos gabinetes e residencias dos parlamentares na semana passada , divulgado pelo “Jornal Nacional”.

“A forma como encontra-se disposto (lotes) indica que iriam ser depositados em pequenas quantias para não ser alvo de controle, sendo que parte do montante foram encontrados em envelopes de depósitos bancários já lacrados, entretanto, sem identificação externa de em quais contadas seriam creditados”, diz o relatório.

O relatório ainda ponta que foi apreendida um HD de um servidor no gabinete do senador Fernando Bezerra, contendo uma planilha considerada suspeita com uma relação de doadores ocultos, segundo a PF. De acordo com o delegado Edson Lopes, que assina o relatório, é preciso analisar melhor o material para uma conclusão.

“Esclareço que, à medida em que os exames periciais sejam concluídos, esta autoridade policial encaminhará a Vossa Excelência outras informações a respeitos dos elementos de informação coletados nos endereços vinculados aos parlamentares ora investigados”, afirmou.

A operação que acarretou nos mandados de busca e apreensão apura suspeitas de desvios em obras públicas do Ministério da Integração Nacional, da época em que Bezerra era ministro da pasta no governo Dilma Rousseff (PT), para recebimento de propina por meio de doleiros. Baseia-se em uma delação premiada assinada como desdobramento da Lava-Jato, do doleiro João Lyra. A ação se baseia em inquérito que apura irregularidades em obras da transposição do Rio São Francisco.

A  PF aponta que o senador recebeu R$ 5,5 milhões em propina enquanto seu filho, Fernando Coelho teria recebido R$ 1,7 milhão  do mesmo esquema.

A operação foi inicialmente solicitada pela PF e, há cerca de um mês, encaminhada ao STF pela procuradora-geral Raquel Dodge. A PGR concordou com os pedidos, mas se manifestou contra o cumprimento de buscas direcionadas ao senador Bezerra.

Foram expedidos 52 mandados de busca e apreensão contra os diversos alvos da operação, que incluem operadores financeiros que atuaram no esquema.  O ministro Barroso, relator do caso, autorizou todos os pedidos da PF.

Nesta terça-feira, Bezerra discursou na sessão do Congresso   Nacional se defendendo das acusações contra ele.

— Fui vítima de uma operação política, articulada para atingir o Congresso Nacional e o governo do presidente Jair Bolsonaro, do qual tenho a honra de ser líder no Senado Federal — disse o senador, lembrando que colocou o cargo à disposição do presidente.

— Pela ausência de elementos comprobatórios, terá o mesmo destino de outras acusações que enfrentei: o arquivamento. Inclusive com força de decisão do Supremo Tribunal Federal. Que fique claro, senhores parlamentares, não temo as investigações. Digo com veemência que jamais excedi os limites impostos pela lei e pela ética.

O senador disse que a presença da Polícia Federal no gabinete da liderança do governo é uma “afronta” e um “atentado” contra a independência dos poderes.

O GLOBO

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2019
11:33

Chuvas surpreendem o Sertão. Em Imaculada choveu 17,7 mm

Não é época de chuva, é época de muito calor, mas choveu em alguns municípios do sertão nas últimas 24 horas. Pequenas chuvas, mas o suficiente para animar os sertanejos.

Veja abaixo alguns índices divulgados pela a Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (AESA) e por colaboradores da Folha Patoense:

  • Água Branca: 5,2 mm;
  • Bernardino Batista: 17,2 mm;
  • Bom Jesus: 7,4 mm
  • Cajazeiras: 11,0 mm/Cajazeiras (Açude Lagoa do Arroz): 5,3 mm;
  • Cajazeirinhas: 1,5 mm;
  • Coremas (Açude Coremas): 6,8 mm
  • Imaculada (CAGEPA): 17,7 mm;
  • Lagoa: 15,1 mm;
  • Pombal: 0,6 mm (informação do leitor Alex Sousa)
  • Princesa Isabel: 3,8 mm;
  • Santa Helena: 4,1 mm;
  • Sousa (São Gonçalo): 7,0 mm.

Há informações de chuvas em outros municípios do Sertão paraibano e do Rio Grande do Norte.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2019
11:28

247 – Jair Bolsonaro discursou nesta manhã na Assembleia Geral das Nações Unidas e protagonizou o momento mais constrangedor da história diplomática do Brasil. Em seu discurso, ele atacou médicos cubanos, exaltou a ditadura militar no Brasil, atacou lideranças indígenas, como o cacique Raoni, e bajulou os Estados Unidos, país para o qual bate continência.

Após exaltar o golpe de 1964 no Brasil,  a “ditadura cubana trouxe ao Brasil médicos sem comprovação médica”. “Verdadeiro trabalho escravo. Respaldado por entidades de direitos humanos”, disse. “Acordo entre PT e governo cubano trouxe médicos sem comprovação ao Brasil.”

Bolsonaro afirmou que a “ideologia (de esquerda) invadiu a alma humana e deixou um rastro de miséria por onde passou. Fui esfaqueado por militante de esquerda. A ONU pode ajudar na derrota ao ambiente ideológico”, disse. “A ideologia invadiu nossos lares contra nossas famílias e tenta destruir a inocência de nossas crianças. O politicamente correto domina o debate público”, complementou.

Leia mais…

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2019
11:10

Repito para o juiz Siro Darlan o que disse sobre Garotinho: não os conheço o suficiente para garantir que são inocentes; mas há evidências gigantescas de que sofrem perseguição.

Hoje de manhã a Polícia Federal invadiu casa e escritório de Siro. A alegação, segundo O Globo – que move contra ele campanha implacável – é que um presidiário ouviu de outro presidiário que pagou a um intermediário de Siro R$ 50 mil por um habeas corpus.

Pode ser que sim, pode ser que não. O Judiciário está pleno de “intermediários” cobrando taxa de sucesso para determinadas sentenças. Em qualquer sentença, há duas possibilidades: ou o juíz concede, ou nega. Siro é um garantista, isto é, um juiz com tendência a absolver. Não seria improvável que despertasse espertalhões “vendendo” sentenças óbvias.

Não fica nisso. Além de garantista, Siro se tornou um dos principais críticos dos privilégios dos tribunais cariocas, uma estrutura de poder polêmica e estreitamente ligada às Organizações Globo. Além disso, como garantista, tomou decisões contrárias à Lava Jato carioca.

Recentemente, Luiz Zveiter, o polêmico desembargador fluminense, foi alvo de uma representação no Conselho Nacional de Justiça por suspeita de superfaturamento em obras do tribunal. Não se sabe de nenhuma operação da PF contra ele. Já Siro foi alvo com base na declaração de um presidiário que ouviu de outro presidiário que pagou R$ 50 mil a alguém que se disse intermediário de Siro.

Sabendo-se o que se sabe hoje sobre os abusos das delações, não há como ficar com os dois pés atrás em relação a essa operação da PM. Pode ser que Darlan seja culpado. Pode ser que seja inocente. Sendo inocente, quem irá reparar os dados fundamentais à sua imagem e às suas prerrogativas de desembargador ?

Via LUIS NASSIF

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2019
11:00

Circulam nas redes sociais imagens que mostram cabeças e membros de bebês em alimentos. Na legenda, é informado que se trata de um “chá de aborto” promovido pela esquerda. Por meio do projeto de verificação de notícias, usuários do Facebook solicitaram que esse material fosse analisado. Confira a seguir o trabalho de verificação da Lupa:

A esquerda que se ‘preocupa’ com a morte de uma criança, vítima de bala perdida, é a mesma que promove chá de aborto!”
Legenda de imagem que circula nas redes sociais que, até as 17h30 do dia 23 de setembro de 2019, tinha sido compartilhada por mais de 200 pessoas

FALSO

As imagens analisadas pela Lupa não têm qualquer relação com um suposto “chá de aborto” promovido pela esquerda. As fotos são de miniesculturas de gesso e fazem parte de uma coleção chamada “A Little Heart”, da artista plástica singapurense Lim Qi Xuan – mais conhecida por QimmyShimmy. Atualmente, as obras estão em exibição na Beinart Gallery, nos arredores de Melbourne, Austrália.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2019
10:47

Na quarta-feira (18), pela manhã, o auditório do Centro Administrativo de Caicó sediou a solenidade de premiação dos alunos das escolas que participaram das Olimpíadas de Língua Portuguesa. A secretaria municipal de Educação, Cultural e Esportes esteve representada no evento pela secretária Adjunta, Nadia Regina, a coordenadora municipal das Olimpíadas de Língua Portuguesa, Judih Lopes e as educadoras Maria da Conceição de Araújo, Lindalva Oliveira Lima Dantas e Eliete Honorato de Medeiros (comissão julgadora).

O Município de Caicó participou da Olimpíada de Língua Portuguesa com as seguintes escolas: Escola Municipal Auta de Souza, Escola Municipal Professora Maria Bernadete Marques de Souza Ginane, Escola Municipal Coronel Paulino Barcelos e Escola Municipal Walfredo Gurgel.

A Olimpíada de Língua Portuguesa é um concurso de produção de textos para alunos de escolas públicas de todo o país. Iniciativa do Ministério da Educação e do Itaú Social, com coordenação técnica do CENPEC, a Olimpíada integra as ações desenvolvidas pelo Programa Escrevendo o Futuro.

Nesta edição 2019, o tema das produções é “O lugar onde vivo”, que propicia aos alunos estreitar vínculos com a comunidade e aprofundar o conhecimento sobre a realidade local, contribuindo para o desenvolvimento de sua cidadania.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2019
10:43

Em entrevista ao radialista Cardoso Silva e repórter da TV União, o ex – prefeito de São José do Seridó , Jackson Dantas falou sobre o sucesso da VIII Cavalgada de São José destacando o sucesso pelo esforço do seu coordenador ( Duduca Dantas) :

”A Cavalgada teve inicio no final do meu primeiro mandato como prefeito de São José , naquela época conseguimos reunir 50 cavaleiros e amazonas e de lá para cá, graças o esforço de Duduca, que tem sido um baluarte na busca por apoios para a realização deste grande evento, 50% da iniciativa privada e o governo municipal tem ajudado a este grande evento com tudo que é possível para o seu crescimento.Hoje nós temos a 2ª maior cavalgada do Seridó perdemos apenas para a cavalgada de Santana em Caicó. Nos orgulhamos de ter dado o pontapé inicial a este grande evento. ”_ Disse Jackson.

Na entrevista Jackson também destacou outro grande evento que tem crescido a cada ano na cidade:

 Outro evento que é destaque e que também teve inicio na nossa gestão e que no primeiro ano reuniu 100 pessoas e que hoje é o maior evento de rock do interior do Estado também teve o apoio da nossa gestão. O bonita rock.Fico muito feliz do sucesso deste evento que o amigo Toucher promove e que contribui com o turismo da cidade e na economia local pois reúne púbico de todos os lugares do RN e de outros Estados.” Completou Jackson.

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2019
10:32

O deputado Francisco do PT apresentou, nesta segunda-feira (23), à secretária estadual adjunta do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (SETHAS), Joseane Bezerra, um pleito da 2ª Companhia do 6º Batalhão de Polícia Militar, em Jardim do Seridó. No ofício entregue pelo parlamentar, o capitão Michael, comandante da companhia, solicita o “desmembramento e doação, em nome da Polícia Militar…

Publicado por: Chico Gregorio


24/09/2019
10:15

NOTA

O Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (PROEDI), inserido no contexto de esforço do Plano RN + Competitivo, do Governo do Rio Grande do Norte, em manter e ampliar empregos na indústria, é um instrumento moderno e necessário para fortalecermos a competitividade potiguar. Atualmente, o programa garante 23.105 empregos diretos.

A ausência ou modificação do PROEDI trará prejuízos para as empresas potiguares que, perdendo competitividade, não poderão assegurar as contrapartidas assumidas, dentre as quais, a ampliação de investimentos e de postos de trabalho. É importante ressaltar que todos os Estados contam com programas semelhantes.

A FIERN, em nome das empresas industriais, apoia o PROEDI e espera a serenidade de todos para que o debate em torno do assunto considere, em todas as circunstâncias, os objetivos maiores que motivam o programa: a permanência das empresas no Rio Grande do Norte, a prospecção de novos investimentos e a manutenção e ampliação dos empregos na atividade industrial.

Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN)

Publicado por: Chico Gregorio