07/03/2019
11:39

Opinião: aliados de Bolsonaro na PB evitam sair em defesa do 'mito'

Quando – num gesto de quem abre um novo crédito de confiança para o atual governo –  se imagina que o presidente Jair Bolsonaro teria decidido deixar para começar a sua gestão a partir de março, já que o ano novo produtivo brasileiro começa depois do Carnaval, nada… Nada, vírgula, algo aconteceu, sim: A não ser mais uma lambança, esta de repercussão internacional.

A lambança: como quem não tem a menor noção de suas responsabilidades de chefe de estado; de desconhecimento completo da liturgia do cargo, Jair Messias bolsonaro, para alguns “o mito”,  simplesmente publicou em suas mídias sociais um vídeo pornográfico de conteúdo tão impróprio que levou o YouTube a tirá-lo do ar. Nunca antes na história do Brasil uma postagem de um presidente da República havia sido censurada na rede mundial de computadores.

É de se lamentar que num país de dimensões continentais de problemas extremamente complexos o seu dirigente maior passe a se preocupar com tamanha bobagem. E o que é pior: projetar para o mundo uma imagem extremamente negativa de um dos maiores eventos populares, tradicionais e turísticos brasileiros: o carnaval, esta fabulosa indústria sem chaminé que movimenta milhões de Reais e proporciona trabalho e renda para muitas famílias.

O mundo inteiro ficou perplexo com atitude do presidente do Brasil. Um procedimento que também se configura em total desrespeito com a “tradicional família brasileira” decantada em verso e prosa pelo proprio Bolsonaro e seus aliados da extrema direita. Jornais e emissoras de TV e rádios do mundo inteiro comentaram de forma negativa ou lamentando o procedimento do presidente Jair Messias, o Bolsonaro.

Na Paraiba

Bolsonaro foi alvo de um tremendo tiroteio.  Uma verdadeira artilharia contra esta sua atitude desrespeitosa. Até aliados seus lhes dirigiram algumas críticas. Notoriamente constrangidos, claro, mas passíveis de uma saia curta se concordasse.

Aqui na Paraíba, particularmente, os aliados do presidente Jair Messias Bolsonaro senão o criticaram também não mexeram uma pedra para defendê-lo, mesmo que fosse da forma mais sutil possível. Pelo menos até a publicação desta coluna nenhum dos aliados de Bolsonaro na Paraíba postou qualquer mensagem ou fez qualquer discurso para defender aquele que teria vindo para acabar com a farra no Brasil…

A julgar pelo procedimento dos aliados de Bolsonaro na Paraíba como também em todo o restante do Brasil fica mais do que claro de que a essa altura do campeonato Bolsonaro está perdendo terreno apoio popular e apoio até no seu núcleo de aliados. Não se sabe porém até agora o que acham as forças armadas a qual Jair Messias Bolsonaro pertence e que foi uma das Molas propulsoras de sua ascensão ao mais relevante cargo da República.

De uma coisa é certa a semelhança dos aliados de Bolsonaro na Paraíba e no Brasil as forças armadas também não moveram uma palha para defender o Presidente da República neste Episódio.

 

Via Wellington Farias

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
11:18

Resultado de imagem para fotos de bolsonaro preocupadaA postagem em que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) divulga a imagem de um homem urinando em outro deixou a cúpula do Congresso perplexa, informa a jornalista Mônica Bergamo. “Loucura”, reagiu um dos principais apoiadores das reformas do governo e um dos principais líderes na Câmara, numa declaração “off the records” (sem permitir que seu nome seja mencionado).

O Brasil vai explodir, completou o parlamentar.

O comportamento de Bolsonaro e dos filhos nas redes sociais foi definida como medíocre e primária. Há princípio de pânico no Congresso e o temor de que o derretimento da imagem do presidente contamine as já difíceis negociações em torno da reforma da Previdência.

Com informações Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
11:08

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
10:55

Juíza condena Paulo Preto a 145 anos de prisão a um dia da prescrição

A juíza Maria Isabel do Prado, da 5ª Vara Criminal de São Paulo, condenou o engenheiro Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da estatal paulista Dersa conhecido como Paulo Preto, a 145 anos e oito meses de prisão nesta quarta-feira, 6. Ele foi considerado culpado por supostos desvios de 7,7 milhões de reais, que deveriam ser destinados à indenização de moradores impactados por obras da empresa.Essa é a segunda condenação criminal de Souza, suspeito de ser operador de propinas para o PSDB de São Paulo. Na semana passada, ele já havia sido condenado a 27 anos e oito meses de prisão por acusação de cartel nas obras do trecho sul do Rodoanel.

Além de Paulo Preto, o ex-chefe de assentamento da Dersa, José Geraldo Casas Vilella, também foi condenado a 145 anos e oito meses de prisão. Maria Isabel do Prado concedeu perdão à advogada Márcia Ferreira Gomes, que era ré no processo.

A sentença contra o engenheiro acontece um dia antes de ele completar 70 anos de idade, o que reduziria suas penas pela metade. O ex-diretor da Dersa está preso desde o dia 19 do mês passado, quando foi alvo da 60ª fase da Operação Lava Jato, que investiga suspeitas de atuação ilícita de Paulo Preto em favor da Odebrecht.

Defesa

O ex-dirigente da Dersa nega as irregularidades. Em interrogatório, em outubro, Souza se comparou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reclamou da mídia, do período em que ficou preso em regime fechado, no qual se disse humilhado, e negou ameaças a testemunhas do processo.

“Eu nunca ameacei ninguém na minha vida. Não sou nenhum santo, não, mas jamais cometi fraude, corrupção ou algum roubo”, disse na ocasião.

Na sexta-feira, 1º, ele virou réu pela terceira vez na Lava Jato de São Paulo. O juiz Diego Paes Moreira, da 6ª Vara Federal, aceitou uma denúncia da força-tarefa da operação contra o ex-diretor da Dersa por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Gilmar

Esta é a ação penal sobre a qual há controvérsia em relação à atuação do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 13 de fevereiro, o ministro concedeu uma liminar pedida pela defesa de Paulo Preto e atrasou a conclusão do processo, pedindo novas diligências reivindicadas pela defesa. Na última sexta-feira, 1º, o ministro atendeu, no entanto, ao pedido da juíza Maria Isabel do Prado e reconsiderou a sua decisão.A concessão desse pedido inicial provocou um ofício da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, que pede à Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestação pelo impedimento de Gilmar Mendes em casos relacionados a Paulo Preto. A justificativa é que o ministro do Supremo concedeu a liminar atendendo a um pedido do ex-senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). No processo que tramita no Paraná, Aloysio é citado como destinatário de um cartão de crédito, vinculado a uma conta através da qual Souza teria recebido propinas da Odebrecht.

Leia mais na Veja

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
10:34

A pedra causa cólica renal quando sai do rim e cai no canal que o liga à bexiga. Foto: Freepik

A pedra no rim pode ser a ‘ponta do iceberg’ de outros problemas, segundo a nefrologista Ita Heilberg, coordenadora do Ambulatório de Litíase Renal da disciplina de Nefrologia da Unifesp, referência no assunto.

“Existe uma razão para um cálculo estar se formando, principalmente se não for um cálculo único. É preciso fazer uma avaliação do metabolismo da urina com um nefrologista para saber o que está por trás disso”, afirma.

Ela explica que todas as pessoas excretam sais minerais pela urina, que formam cristais. Quando são pequenos, são eliminados. Já quando são um pouco maiores, a tendência é que se agreguem. Isso é provocado por um desequilíbrio metabólico na urina.

“A pedra é causada pelo desequilíbrio entre os promotores e os inibidores da formação de cristais na urina. Primeiramente, é necessário identificar quais são as alterações metabólicas que estão provocando isso para poder modificar o ambiente urinário que é onde essas compressões se formam”, explica.

Cirurgia bariátrica predispõe pedra nos rins

Essas alterações metabólicas estão relacionadas principalmente ao excesso de substâncias como cálcio, oxalato de cálcio, fosfato de cálcio e à falta de citrato de cálcio. Cerca de 85% dos cálculos são formados por oxalato de cálcio. “É preciso saber o que a pessoa tem para saber o que será corrigido”, diz.

“Alguns pacientes fazem muitas infecções urinárias e o núcleo da pedra é formado por bactéria”, completa.

Segundo a nefrologista, ainda existem diversas pesquisas em andamento para entender quais doenças estão por trás dos cálculos renais. “O cálculo renal seria uma consequência”, afirma.

Ela explica que hoje já se tem conhecimento que doenças, ou condições, provocam cálculo renal: diabetes, adenoma na paratireoide, cirurgia bariátrica, que pode predispor a pedras, doença inflamatória intestinal, que excreta determinadas substâncias e produz cálculo renal, alguns medicamentos que causam precipitação de sais na urina e alguns suplementos alimentares.

“Mesmo quem tem predisposição genética não vai ter necessariamente pedra. Pode não ter. Se toma pouca água, a urina fica concentrada, o que já é um fator de risco para cálculos”, diz. Segundo ela, a média de ingestão de água por dia deve ser de 2 litros.

“Quando se produz mais que 2 cálculos na vida, já é indício de maior propensão à formação de pedras. Já é pessoa com fator de risco para ter novos cálculos”, completa.

Dieta interfere na formação de cálculos

A hipertensão é outra doença que tem associação com a formação da pedra. A nefrologista afirma que ainda não existe um mecanismo que consiga explicar a razão disso. “Coincidentemente há muitos pacientes hipertensos que também formam cálculos renais”, diz.

A dieta interfere nas substâncias que serão excretadas na urina e influenciam a formação do cálculo. A nefrologista ressalta que contribuem para o problema, além da ingestão de pouca água, o consumo excessivo de sal e de proteínas.

“Quem tem pedras de oxalato não devem consumir, em excesso, alimentos que contenham a substância”, orienta o nefrologista Marcos Alexandre Vieira, presidente da Fundação Pró-Rim.

Ela afirma que as principais são carambola, beterraba e folha verdes, como couve e espinafre.

O nefrologista ressalta que uma dieta pobre em cálcio pode estimular a formação de pedras de oxalato. “O cálcio e o oxalato se unem no estômago, não deixando formar a pedra. Quando se restringe o cálcio, pode se formar pedra de oxalato”, diz.

Já sucos cítricos, como de laranja e limão, ajudam a prevenir pedras formadas por citrato, segundo Vieira.

Pedra é mais frequente entre 30 e 50 anos

A formação de cálculos renais é mais frequente no sexo masculino, entre os 30 e 50 anos de idade, segundo o presidente da Fundação Pró-Rim.

“A indicação para intervenção depende de cada caso, mas normalmente cálculos acima de 0,8 mm tem essa indicação, especialmente quando o cálculo obstrui o ureter, canal que leva urina do rim à bexiga”, afirma.

De acordo com Ita Heilberg, um dos principais avanços em relação às pedras nos rins se deu em relação aos meios de extração dos cálculos do organismo.

“Hoje em dia existem processos endoscópicos nos quais as pedras são retiradas por meio de cateter”, diz.

Ela se refere à ureterolitotripsia. O procedimento, realizado por um urologista, consiste em introduzir uma câmera endoscópica pela uretra, que alcança a pedra no ureter, quebrando-a e a removendo, segundo Vieira.

Outra técnica considerada avançada é o tratamento por meio de ondas de choque. O paciente entre em uma máquina na qual ondas de choque fragmentam a pedra. Reduzidas a poucos milímetros, elas são eliminadas espontaneamente.

Pedra costuma levar até 72 horas para ser expelida

A pedra só causa cólica quando ela sai dos rins e cai no ureter. Ao se mover ou obstruir o canal, causa dor intensa, comumente comparada à dor do parto. Ao cair na bexiga, a dor cessa. Nos homens, a dor pode voltar quando a pedra percorrer a uretra.

“O tempo que leva para ser expelida depende da sua localização e anatomia. Pedras menores que 5 mm tem 90% de chance de sair. Se ela está na bexiga, tem mais chance de sair, mas, se está alojada no rim, pode ficar lá até os 95 anos”, diz Ita.

Quando está no ureter, a tomografia é o exame de imagem capaz de detectá-la.

Ainda não existe remédio para dissolver a pedra, segundo o médico. Um recurso, considerado recente, é o uso de remédio contra hiperplasia de próstata que promove a contração do ureter e, por consequência, ajuda a expelir a pedra.

“Um cálculo costuma levar, em média, no máximo 72 horas para ser expelido. Não se recomenda que fique com o cálculo por mais que 15 dias, pois a obstrução a longo prazo pode levar à insuficiência renal crônica. Por isso é importante o acompanhamento de um urologista”, diz Vieira.

A médica explica que a pedra no rim é uma condição antiga na história da humanidade. “Tem muita evolução ainda. Estamos caminhando, mas não estamos totalmente livres dela”. “Como apresenta uma causa multifatorial, é difícil eliminar a formação do cálculo renal por completo”, conclui.

R7

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
10:26

Resultado de imagem para fotos do treinador do a b c ranielle

A comissão técnica alvinegra definiu nessa quarta-feira (6), depois do último treinamento preparativo da equipe, a relação com os jogadores convocados para o desafio diante do Moto Club/MA, marcado para esta quinta-feira (7), às 20h30, no Frasqueirão. O treinador Ranielle Ribeiro relacionou 23 atletas para o jogo, confronto válido pela 2ª fase da Copa do Brasil 2019.

O técnico segue sem contar com o zagueiro Vinicius, que passou por uma cirurgia no joelho, e com o meia Kaká, ainda em recuperação de uma lesão muscular na coxa.

As novidades são os retornos do meia Xavier e do atacante Rodrigo Rodrigues, que estão recuperados de lesão e voltam a ficar à disposição.

Confira a relação completa:

Goleiros: Edson e Saulo;
Laterais: Ivan, Wenderson, Jonathan e Evandro;
Zagueiros: Mauricio, Adalberto, Henrique e Yan;
Volantes: Anderson Pedra, Joílson e Felipe Guedes;
Meias: Xavier, Valdemir, Peu, Boris Sagredo e Pepe Álvarez;
Atacantes: Rodrigo Rodrigues, Neto, Eder, Anderson e Wanderson.

Com informações do site do ABC

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
07:47

CARLOS.FLAVIO.JAIR .EDUARDO.BOLSONARO 300x169 - Apagando incêndios – Ou como a 'família dinamite' pode acabar implodindo o governo! - Por Francisco Airton

Não há como evitar. Sento em frente a tela do meu computador e, por mais que relute, sinto-me na obrigação de escrever sobre o Brasil sob nova administração. A verdade é que o novo administrador não ajuda e, volta e meia, cá estou a comentar um outro (mal)feito! Fazer o que? Chego a imaginar o desespero de todos que fazem a equipe governante, fantasiados de bombeiros, correndo de um lado para o outro tentando apagar incêndios com focos que surgem a todo momento e em qualquer lugar, provocados pelo próprio “chefe” e pela família dinamite, sempre com o seu aval!
Os comentários a seguirem aqui surgem de um ponto de vista mais diferenciado, pois focam em todo o conjunto governamental formado de idealizadores, projetistas, protagonistas e coadjuvantes! Não é necessário se dizer que o Bolsonaro se elegeu sozinho e, só depois, foi escolhendo aleatoriamente a equipe. Tudo faz parte de um grande projeto (o qual envolve empresários, economistas, religiosos, militares das três esferas, classe média leiga, ricos e até pobres miseráveis), para a retomada do poder e que, por tanto, não se pode permitir que o líder escolhido por eles venha a fazer “uma” atrás da outra!
Mas parece que descobriram o erro tarde demais! No último episódio registrado no carnaval, em que o presidente quebra o decoro e posta em sua própria página na internet por onde governa o país, um vídeo com obscenidades – no qual tenta justificar estar fazendo um questionamento com a sociedade sobre comportamentos inadequados nos festejos de Momo – chocando muito mais o país e o mundo com uma conduta que não condiz com o mais alto cargo que ora ocupa!
E ai surgem óbvias indagações: ele faz isso por pura falta de conhecimento? Nunca esteve preparado para o cargo e por isso mesmo insiste em manter-se no erro? Ou por ser próprio do seu caráter usar de argumentos rasteiros, o que é mais provável?
Não se sabe. O que fica cristalino é que o “Messias” tem causado muitas dores de cabeça aos articuladores desse megaprojeto que, sobressaltados, o veem na iminência de a qualquer momento ruir! As trapalhadas são tantas que a irritação de alguns mais fortes, acaba saindo dos bastidores e vem a público de forma bastante acentuada! O ministro Paulo Guedes que o diga. Por outro lado, o vice-presidente, Hamilton Mourão, tem se colocado frontalmente contrário as atitudes presidenciais.
Bastante irritado, mas sem querer ser deselegante – ainda – com interlocutores, ao ser indagado sobre a postagem obscena no Twitter, Mourão respondeu rispidamente que não se envolverá nas decisões de Bolsonaro, pois não lhe cabe interferir e que se o presidente e o seu filho haviam decidido, estava certo! Será que somente eu senti essa pontinha de ironia nas palavras do vice-presidente?
A carga tem ficado mais pesada a cada momento para o governo e as dificuldades também aumentam. São muitos os problemas e ao que parece não se vê do lado do presidente, qualquer iniciativa no sentido de minorar a situação. Com isso vai ficando mais distante o sonho de o governo aprovar outros tantos e importantes projetos como Reforma da Previdência e Projeto Anticrime, – meninas dos olhos do próprio Bolsonaro. Como fazer parlamentares indecisos acreditarem em projetos, de uma vez que os próprios responsáveis por estes não transmitem a confiança necessária? Por sua vez a oposição passa a ganhar mais força nos plenários (Câmara e Senado) e nas ruas, ao apontarem furos e equívocos que fazem desses projetos verdadeiras bombas contra a população brasileira!
Está muito difícil. Bolsonaro tem se mostrado influenciável na forma de governar e com isso termina por negligenciar ações! Mas há quem defenda tais atitudes. Se por um lado uma parte do seu eleitorado já parece arrependida pela escolha – é o governo mais mal avaliado de todos os tempos com menos de 40% de aprovação ainda nos primeiros dias – outra parte acorre a defender o capitão e a repetir as palavras de ordem: “Bandido bom é bandido morto”, “A mamata vai acabar” (mas aumentou em 16% os gastos com os cartões corporativos da presidência) e outra infinidade de frases cantadas em toda a campanha rumo a presidência da república!
Em fim… o que espera o futuro do presidente Bolsonaro, a prosseguir com suas peraltices e dividir a cadeira presidencial com a sua prole? Existe muita coisa em jogo para se arriscar com erros grotescos! Não me arrisco a palpites, mas os pedidos de impeachment chovem e inundam a internet! Me arrepia o futuro sombrio que nos aguarda. Imaginem quem assume o governo numa eventual puxada de tapete?

Fonte: Francisco Airton

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
07:43

Dinaldinho foi afastado por pedido do Ministério Público Estadual (Foto: Walla Santos)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, negou o pedido de Dinaldinho Wanderley para reassumir a Prefeitura de Patos.

A defesa pediu o habeas corpus, solicitando a suspensão das medidas cautelares e a volta imediata ao cargo.

Celso de Mello negou o pedido por entender não estarem presentes os pressupostos necessários para a concessão de medida cautelar.

Ele determinou ainda que fossem solicitadas informações ao Relator do procedimento criminal instaurado no Tribunal de Justiça da Paraíba.

Dinaldinho foi afastado por pedido do Ministério Público Estadual (MPE) após a Operação Cidade Luz, que denunciou o prefeito por fraude em licitação, formação de quadrilha e peculato.

Via ClickPB

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
07:38

Luzes de Patos e Caicó numa imagem só, feita a partir do Pico do Jabre

Registro feito do alto do Pico do Jabre, às 19:04 desse dia 03 de março.

Patos fica a cerca de 30 Km do Pico do Jabre. A cidade mais ao alto na imagem é Caicó, uma das maiores do interior do Rio Grande do Norte, e está a uns 95 Km de distância.

Já a tempestade que gerou o raio, ocorria a mais de 150 Km, sobre o Vale do Açu, já na região central do Rio Grande do Norte.

Marcelo Zurita – (83) 99926-1152 – marcelozurita@gmail.com
APA – Associação Paraibana de Astronomia
BRAMON – Rede Brasileira de Observação de Meteoros
Asteroid Day Brasil – Coordenação Regional Nordeste

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
07:30

O ator José de Abreu fez uma brincadeira no Twitter nos últimos dias e se autoproclamou presidente no Brasil, ironizando Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente da Venezuela e tenta tirar Nicolás Maduro do pode. Nesta quarta-feira (6), o artista acabou discutindo com o presidente Jair Bolsonaro em uma conversa na rede social.

“Alo, @jairbolsonaro, seu meteoro chegou! Sou eu, seu fascista”, escreveu Zé de Abreu no Twitter. O presidente, então, respondeu minutos depois: “Estamos processando alguns e este ‘meteoro’ será o próximo”, afirmou.

Após a resposta de Bolsonaro, José de Abreu rebateu e também ameaçou processar o presidente. Ele também lembrou de polêmicas recentes de Bolsonaro, como a publicação de um vídeo pornográfico nas redes sociais e elogios ao ditador Alfredo Stroessner, do Paraguai, acusando de estuprar meninas menores de idade.

“Ameaça de processo? Também vou te processar por postar pornografia, idolatrar pedófilo, assassinos e torturadores. Eu enfrentei a ditadura de generais, tenente de m****. Só virou capitão quando foi expulso do exército”, respondeu o ator.

Briga no Twitter

Jose de Abreu Dia 8/3-18:00h-Galeão

@zehdeabreu

Alo, @jairbolsonaro, seu meteoro chegou! Sou eu, seu fascista!

Jose de Abreu Dia 8/3-18:00h-Galeão

@zehdeabreu

Alo, @jairbolsonaro, seu meteoro chegou! Sou eu, seu fascista!

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Estamos processando alguns e este “meteoro” será o próximo! 👍🏻

Jose de Abreu Dia 8/3-18:00h-Galeão

@zehdeabreu

Ameaça de processo? Também vou te processar por postar pornografia, idolatrar pedófilo, assassinos e torturadores. Eu enfrentei a ditadura de generais, tenente de merda. Só virou capitão quando foi expulso do exército.

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Replying to @zehdeabreu

Estamos processando alguns e este “meteoro” será o próximo! 👍🏻


IstoÉ

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
07:28

Email enviado no dia 14 de setembro por Zuleide para o TRE-MG – Reprodução

Uma integrante do PSL em Minas Gerais afirma que o atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a chamou pessoalmente para ser uma candidata laranja na eleição de 2018, com o compromisso de que ela devolvesse ao partido parte do dinheiro público do fundo eleitoral.

Zuleide Oliveira, 41, inscrita na disputa a deputada estadual, fez uma denúncia ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais em 19 de setembro, mas obteve apenas uma resposta protocolar da Justiça Eleitoral.

A candidata é a primeira a implicar diretamente o hoje ministro no esquema de desvio de dinheiro público por meio de candidaturas de laranjas do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

O caso foi revelado pela Folha no início de fevereiro e levou à queda de Gustavo Bebianno da Secretaria-Geral da Presidência. Polícia Federal e Ministério Público de Minas investigam o esquema.

Zuleide diz em entrevista à Folha ter se encontrado com Álvaro Antônio em seu escritório parlamentar, em Belo Horizonte, em 11 de setembro, na companhia do marido e de um amigo.

Ela afirma não saber se algum dinheiro foi depositado porque o controle das contas bancárias ficou, segundo ela, com os dirigentes do partido.

“Eu não entendia de nada, eles que fizeram tudo [para registrar a candidatura], eu não tirei uma certidão minha, eles tiraram por lá, eu só enviei meu documento e eles fizeram tudo. Acredito, sim, que fui mais uma candidata-laranja, porque assinei toda a documentação que era necessária e não tive conhecimento de nada que eu estava fazendo (…) Fui usada, a minha candidatura foi usada para fazer parte de uma lavagem de dinheiro do partido”, afirmou Zuleide.

Ela diz que, neste encontro, foi instada por Álvaro Antônio a assinar requerimento de solicitação da verba, endereçado ao então presidente nacional do PSL, Gustavo Bebianno.

Procurado pela reportagem, o ministro do Turismo diz não se lembrar da reunião.

“Ele [ministro] disse pra mim assim: ‘Então a gente vai fazer o seguinte: você assina a documentação, que essa documentação é pra vir o fundo partidário pra você. (…) Para o repasse ser feito, você tem que assinar essa documentação. E eu repasso a você R$ 60 mil, e você tem que repassar pra gente R$ 45 mil. Você vai ficar com R$ 15 mil para sua campanha. E o material é tudo por nossa conta, é R$ 80 mil em materiais’”, afirma Zuleide.

A reportagem teve acesso a emails e mensagens de áudio trocados por ela com cinco dirigentes do PSL mineiro, comandado à época por Álvaro Antônio, incluindo um recado escrito por Rodrigo Brito, então assessor parlamentar do ministro, com o endereço do escritório do político em Belo Horizonte.

Há também email do partido com requerimento para solicitação da verba da cota das mulheres a Bebianno.

“Marcelo ofereceu um monte de coisa”, diz Zuleide, afirmando que o hoje ministro prometeu que ela ganharia uma vaga na Funai ou na secretaria de Saúde da região. Ela mora em Santa Rita de Caldas, a cerca de 50 km de Poços de Caldas, no sul do estado.

Zuleide acabou tendo o pedido de registro de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral devido a uma condenação em 2016, transitada em julgado, por uma briga com outra mulher. Ela enviou a sentença ao PSL de Minas por email no final de agosto.

“Eles já sabiam que não ia dar em nada [a candidatura, por ser ficha suja]. Hoje eu sei que eles sabiam que não iam aparecer meus votos, que eu não ia conseguir concorrer às eleições porque eu estava com os direitos políticos suspensos. Eles sabiam de tudo isso. Ele quis falar para mim que não ia dar em nada [a condenação não seria problema] pra mim poder preencher a chapa”.

Zuleide afirma que tudo começou no fim de julho com um telefonema de uma assessora de Álvaro Antônio, Cláudia, questionando se ela não gostaria de sair candidata pelo PSL. Após o convite, foi para a convenção estadual do partido, na Câmara Municipal de Belo Horizonte, em 28 de julho, ocasião em que teve o primeiro contato com Álvaro Antônio.

Após isso, Rodrigo, o assessor do político, passou a enviar mensagens solicitando documentos.

Álvaro Antônio era filiado ao PR e migrou junto com Bolsonaro para o PSL, tendo sido o deputado federal mais votado em Minas.

No comando estadual do PSL, foi o responsável pela montagem da chapa de candidatos do partido e definiu, com o aval da direção nacional, o repasse das verbas públicas da legenda aos candidatos.

Até hoje, Zuleide não apresentou a prestação de contas à Justiça por se recusar a atender aos pedidos de dirigentes do PSL. A candidata afirma nunca ter ido ao banco ver os extratos.

Ela diz que recebeu 25 mil santinhos —em todos eles, Álvaro Antônio aparece dividindo o espaço— em 25 de setembro, em Belo Horizonte. Nem o PSL de Minas nem o PSL nacional declaram à Justiça gastos com a candidata.

Em uma das mensagens enviadas a Zuleide, Rodrigo Brito enviou a ela o telefone de Mateus Von Rondon, hoje assessor especial do ministro.

Rondon prestou serviços ao gabinete de Álvaro Antônio até 2018. O Ministério Público o investiga como o principal elo entre o ministro e o esquema de laranjas.

No TSE, no entanto, não aparece que tenha prestado serviço a candidata do sul de Minas.

Os dirigentes do PSL mineiro cujos nomes aparecem nos emails e nas mensagens de WhatsApp dela são, além de Rodrigo Brito, Aguinaldo Mascarenhas, então chefe de gabinete de Álvaro Antônio em Minas e hoje presidente do partido no estado, Michelle Paim, tesoureira, Gustavo Graça, também da direção do PSL em Minas, e Leonardo Andrade, advogado da sigla.

Como a Folha mostrou em reportagens publicadas desde 4 de fevereiro, um grupo de quatro candidatas do partido recebeu R$ 279 mil, tendo tido votação ínfima. Parte desse dinheiro voltou para empresas de pessoas ligadas ao gabinete do hoje ministro.

Uma quinta candidata, Cleuzenir Barbosa, deu depoimento ao Ministério Público em dezembro afirmando ter sido pressionada por dois assessores de Álvaro Antônio a devolver parte dos R$ 60 mil que recebeu da verba do PSL. Ela diz que o ministro sabia de tudo.

OUTRO LADO

Em nota, Álvaro Antônio afirmou não se lembrar de encontros específicos com Zuleide e nega que tenha feito oferta de valores do fundo ou pedido de devolução de dinheiro a ela.

“Em setembro, Marcelo Álvaro Antônio recebeu diversos pré-candidatos e eleitores na sede do PSL. Ele não se lembra ter se reunido especificamente com a sra, Zuleide. O ministro jamais ofereceu ou pediu a devolução de qualquer valor, seja do fundo eleitoral ou de qualquer outra fonte, à sra. Zuleide.”

O ministro também afirma que jamais indicou profissionais para qualquer candidatura.

Disse ainda que o PSL forneceu material de campanha aos seus candidatos e que “as despesas do partido foram devidamente declaradas à Justiça Eleitoral na prestação de contas”, não especificando se de forma individual ou coletiva. “O partido respeitou a impugnação declarada pela Justiça Eleitoral da candidatura da sra. Zuleide.”

O ministrou reiterou na nota não ter havido qualquer candidatura laranja no PSL de Minas. “A campanha político-partidária da Folha de S.Paulo contra o ministro Marcelo Álvaro Antônio, citado em mais de 100 matérias desde 04 de fevereiro, ultrapassou todos os limites do razoável. Ao julgar, condenar e atacar a honra do ministro, o jornal e os jornalistas agiram de forma leviana e, por isso, estão sendo processados.”

O ministro tentou censurar a Folha, mas teve seu pedido negado pela Justiça em Brasília.

Procurado, Mateus Von Rondon, assessor do ministro e também citado no escândalo, não respondeu.

Folha de São Paulo

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
07:19

José Aldenir / Agora RN

Fábio Faria e Walter Alves, deputados federais pelo RN

Os quatro parlamentares do Rio Grande do Norte que conseguiram se reeleger ao cargo de deputado federal nas eleições de 2018 encabeçam a lista dos que mais gastaram cotas passíveis de ressarcimento no 1º mês do exercício do novo mandato, com destaque para Fábio Faria (PSD) e Walter Alves (MDB).

De acordo com dados publicados no portal da transparência da Câmara Federal, Fábio utilizou R$ 39.935,19 em fevereiro, sendo maior parte destinada a divulgação da sua atividade como deputado (R$ 16.502,00). No gráfico, ainda aparecem R$ 9.379,13 gastos com combustíveis.

Já Walter Alves foi responsável por utilizar R$ 39.533,49 em cotas parlamentares durante o primeiro mês de seu novo mandato. Deste montante, maior parte (R$ 8.506,00) foi empregado para auxílio-moradia. Seu segundo maior gasto foi com passagens aéreas (R$ 7.509,21).

Completam o ranking de maiores “gastadores” potiguares na Câmara o deputado Beto Rosado (PP), com R$ 36.767,69 utilizados; Rafael Motta (PSB), responsável por R$ 26.499,79; Benes Leocádio (PRB), com R$ 2.501,75; General Girão (PSL), com R$ 1.648,21; João Maia (PR), com R$ 1.417,67; e Natália Bonavides (PT), única deputada a ter gasto zero reais no 1º mês.

Produtividade
Se analisados os desempenhos dos deputados potiguares na Câmara Federal, a composição do ranking muda. Rafael Motta, terceiro maior gastador de verbas parlamentares em fevereiro, foi o que mais apresentou proposições na Casa em início de mandato: 21. Na sequência aparece Natália Bonavides, com 7 matérias propostas.

Em terceiro lugar no ranking de produtividade está o deputado Fábio Faria, com 5 proposições; na quarta colocação aparece Beto Rosado, com 2 matérias apresentadas em fevereiro, número igual a Walter Alves. Por fim, os deputados Benes Leocádio, General Girão e João Maia não apresentaram nenhuma proposta neste início de mandato.

Publicado por: Chico Gregorio


07/03/2019
07:17

Andrei Torres / ABC FC

Em partida que valerá o pagamento de um cota no valor de R$ 1,45 milhão, o ABC vai encarar o Moto Club, do Maranhão, na noite desta quinta-feira, 7, no Estádio Frasqueirão. O duelo será válido pela segunda fase da Copa do Brasil.

Para este jogo, o treinador Alvinegro, Ranielle Ribeiro, espera poder contar com todos os seus atletas considerados titulares. Na partida do último fim de semana, contra o Salgueiro-PE, apenas o meia Xavier e o atacante Rodrigo Rodrigues não entraram em campo do 11 considerado “ideal”.

Desta feita, o time que deve encarar a equipe maranhense com Edson; Ivan, Maurício, Adalberto e Jonathan; Anderson Pedra, Felipe Guedes e Xavier; Neto, Rodrigo Rodrigues e Eder. Caso Xavier ou Rodrigo não adquiram condições, devem ser substituídos por Joílson e Anderson, respectivamente.

No lado do Moto Club-MA, o treinador Wallace Lemos também deve ter todos os seus principais jogadores a disposição. A equipe deve ser armada com Rodolfo; Diego Renan, Lucas Dias, Alisson e Mateus Mendes; Lucas Hulk, Nailson, Juninho Arcanjo e Evandro; Márcio Diogo e Diego Vitor.

Quem passar do confronto em Natal vai encarar o Santa Cruz-PE na terceira fase do torneio. A partir daí, os jogos passam a ser no sistema de ida e volta, com ordem a ser definida em sorteio realizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), organizadora do certame.

Via Agora RN

Publicado por: Chico Gregorio


06/03/2019
09:32

No primeiro mês de sessões da nova legislatura na Câmara, a maioria dos deputados tem ido a todas ou à maior parte das sessões. Mas há um grupo que vem se destacando pelas faltas. Três deputados não compareceram a mais da metade das 11 sessões deliberativas já ocorridas este ano. O mais ausente foi Josias Gomes (PT-BA), com oito faltas, seguido por Vinicius Gurgel (PR-AP), com sete. Depois, vem José Airton Cirilo (PT-CE), com seis. O GLOBO excluiu da conta deputados que justificaram as faltas exclusivamente por problemas de saúde.

Sete parlamentares aparecem na quarta posição ranking, dois deles lideranças relevantes do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (GO), e o presidente do PSL, Luciano Bivar (PE), faltaram em cinco sessões deliberativas cada um. A maioria dos 54 deputados do PSL não faltou a uma única sessão deliberativa.

O deputado Major Vitor Hugo afirmou que, por ser líder do governo, muitas vezes compensa mais ficar fora do plenário fazendo articulação política. E que, pelo posto que ocupa, suas faltas são automaticamente justificadas. Na agenda de Bolsonaro, há de fato reuniões com o deputado nos horários das sessões dos dias 14 e 25 de fevereiro.

— O líder do governo tem que fazer muitas articulações no Planalto, nos ministérios, nas lideranças, o que faz com que a gente fique fora do plenário. Como as faltas são justificadas, é mais estratégico para mim ficar articulando do que propriamente votando ou participando da sessão deliberativa — disse o líder do governo na Câmara.

O GLOBO também telefonou e mandou mensagem para Luciano Bivar para que ele pudesse se manifestar, mas não houve resposta. Todas as ausências de Vitor Hugo e Bivar foram justificadas, segundo informações no site da Câmara, o que o poupará de um desconto no salário. No caso de Bivar, a justificativa que aparece é “missão autorizada”.

Ausência de justificativa

Nem todos os deputados faltosos justificaram suas ausências. Eles precisam fazer isso em até 30 dias para não ter desconto no salário, prazo que ainda não terminou. No caso de motivos de saúde, sequer há um limite de tempo para apresentar a justificativa.

No levantamento, não foi levado em conta o dia 1º de fevereiro, quando houve uma sessão para a posse dos deputados eleitos em 2018 e outra para a escolha da nova mesa diretora da Câmara. Somente entraram no cálculo as 11 sessões deliberativas subsequentes. Josias Gomes, que foi o mais faltoso, deixou de aparecer nas oito primeiras. Ele somente voltou a frequentar o plenário na semana passada, quando houve três sessões. Ao GLOBO, alegou que foi escolhido para ocupar a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) no governo da Bahia e que ainda não se licenciou porque estava na transição entre os dois cargos.

Vinicius Gurgel atribui as faltas a três motivos: uma virose, uma doença da mãe e a renovação da carteira de motorista. Gurgel ressalta que em algumas situações opta por faltar porque considera o que será discutido improdutivo.

— Às vezes prefiro buscar recursos nos ministérios do que ficar igual macaco no plenário só discutindo ideologias , parecendo um campo de guerra — diz.

Em suas ausências, nos dias 25 e 26, o deputado José Airton Cirilo participou de compromissos políticos no Ceará, de acordo com publicações em sua conta no Facebook. O GLOBO tentou contato com o deputado, mas não obteve retorno.


O Globo

Publicado por: Chico Gregorio


06/03/2019
09:24

 

images cms image 000619378 300x107 - Mourão diz que 'o Brasil perde' com recuo de Moro sobre Ilona Szabó

O vice-presidente Hamilton Mourão disse em entrevista ao jornal Valor classificou a desnomeação de Ilona Szabó do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, pelo ministro Sergio Moro, como uma “derrota para o país”.

“Eu acho que perde o Brasil. Perde o Brasil todas as vezes que você não pode sentar numa mesa com gente que diverge de você. O Brasil perde. Não é a figura A, B ou C. Perde o conjunto do nosso país e nós temos que mudar isso aí”, disse Mourão.

Ilona foi desconvidada por Moro após conversa com o presidente Jair Bolsonaro que disse não sustentar a indicação da pesquisadora no Conselho. Apoiadores bolsonaristas pressionaram pela saída de Ilona por suas críticas a propostas como posse de armas e ao próprio pacote de medidas, chamado de Projeto Anticrime, do ministério

Mourão minimizou a influência dos filhos de Bolsonaro na campanha nas redes pela saída de Ilona. O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) foi um dos que insuflaram a campanha contra a escolha de Ilona Szabó. “Meu ponto de vista é como essa Ilona Szabó aceita fazer parte do governo Bolsonaro. É muita cara de pau junto com uma vontade louca de sabotar, só pode”, acusou.

Mourão, no entanto, atribuiu a crise ao que chama de “ala radical” de apoiadores do presidente e também dos que apoiam Ilona.

“Mas não foi (influência dos filhos). Ali, para mim, a minha visão é de que houve ataque de ambos os lados. Da ala mais radical dos apoiadores do presidente e houve ataques da ala mais radical que apoia as visões que a Ilona tem, que também diziam ‘você não tem que estar junto ai, você não tem que estar com esse pessoal’”.

Questionado se a saída da indicação de Moro não representaria um enfraquecimento do ministro no governo, Mourão disse que o recuo faz “parte da política”. “A política é isso aí, você não consegue impor, senão vira ditadura”, disse.

Fonte: Brasil 247

Publicado por: Chico Gregorio