18/03/2017
10:34

Não serão necessárias muitas linhas para justificar a manchete. Bastou o Cristalvox abrir um Link perguntando sobre Henrique Meirells, JBS e irmãos Batista para que a tela ficasse repleta de artigos fazendo alusão a chegada de Meirelles ao maior grupo frigorífico da América.
 
A “Operação Carne Fraca” não começou hoje. Foi deflagrada extamente quando o Ministro da Fazenda de Michel Temer estava no comando das empresas da família Batista. Portanto, se algo de estranho e criminoso aconteceu de 2012 até a posse de Meirelles na Fazenda, a “máxima” é de que ele “sabia de tudo”.
Falta coragem para a grande imprensa dizer isso. Divulgar a verdade… Só está a falar nos corrompidos, “silenciando” sobre os corruptores.
Leia apenas duas publicações “coldas” e tenha, depois  a paciência de pesquisar no Google. O leitor vai entender o porquê do Brasil não ter mais conserto.
“O preço de Henrique Meirelles para o JBS. Para melhorar a imagem da JBS, Joesley Batista deu carta branca e uma montanha de dinheiro ao ex-presidente do Banco Central. A aposta se pagou em uma semana.
“Meirelles empresta credibilidade ao grupo”, diz um executivo próximo à JBS. “Além de ter excelentes conexões empresariais, ele transita muito bem no governo.” (Meirelles interrompeu a entrevista no dia 9 de março para receber o ministro Fernando Bezerra Coelho, da Integração Nacional, na sede da J&F, no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.) O anúncio da chegada de Henrique Meirelles fez com que as ações da JBS subissem até 4,4% na segunda-feira seguinte.”
Revista Exame
“Em março de 2012, preocupados com a crescente responsabilidade causada pela expansão dos negócios, os irmãos Batista chamaram o conterrâneo Henrique Meirelles para assumir a presidência do Conselho de Administração da J&F, holding que controla empresas e marcas famosas como JBS Friboi, Banco Original, Swift, Doriana, MassaLeve, Lebon, Pilgrim’s, Seara, Vigor, Rigamonti, Fiesta e Flora. Uma das missões de Meirelles era traçar a estratégia mundial do grupo, para não perder mercado.
Menos de um ano depois, surpreendentemente José Batista Júnior deixou de ser o principal sócio da holding J&F, tendo vendido sua participação para os irmãos Joesley e Wesley, que tiveram de manter Meirelles à frente do Conselho, porque hoje a credibilidade do grupo está diretamente associada à atuação do ex-presidente do Banco Central e do BankBoston, que está cada vez mais rico e se tornou também acionista do Itaú. (Tribuna Internet – Carlos Newton)

Publicado por: Chico Gregorio

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