19/11/2017
08:18

Resultado de imagem para fotos de agripino maia e garibaldi alvesLevantamento da Câmara dos Deputados aponta que Michel Temer é o presidente da República que, proporcionalmente ao tempo de governo, mais editou medidas provisórias (MPs) desde 1995, quando se iniciou o primeiro mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Após a Constituição de 1988, somente José Sarney e Itamar Franco usaram o recurso mais vezes que Temer. O atual presidente editou 83 MPs – em média, uma a cada 6,5 dias de governo. Itamar Franco fez em média uma MP a cada 5,7 dias e Sarney, uma a cada 5,8 dias.

O excesso de MPs editadas por Michel Temer tem sido alvo de críticas de congressistas, dentre os quais o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Eles querem que o Executivo recorra menos a MPs e envie ao Congresso mais propostas na forma de projetos de lei. O governo recorre às MPs porque entram em vigor de imediato e têm tramitação mais rápida que a dos projetos de lei.

Segundo a Constituição, as MPs devem ser utilizadas somente em questões de caráter urgente e relevante. A partir da publicação, a MP passa a ter eficácia imediata e tem prazo de até 120 dias para ser votada na Câmara e no Senado.

Além disso, após 45 dias, uma medida provisória passa a trancar a pauta da Casa em que estiver tramitando. É justamente por isso que os parlamentares têm feito críticas ao envio de MPs – porque isso atrasa a análise de outros projetos.

G1

Vejam  a posição de Agripino Maia nos governo do PT:

A medida provisória que abre crédito extraordinário no valor líquido de R$ 42,5 bilhões em favor de diversos órgãos e de empresas estatais (MP 598/2012) provoca embate entre governo e oposição no Senado. O líder do DEM, senador José Agripino (RN), anunciou à Agência Senado que “os partidos com responsabilidade no Congresso Nacional” recorrerão ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o uso de medida provisória para a abertura de crédito extraordinário em valor tão expressivo.

Publicado por: Chico Gregorio


19/11/2017
08:15

Tabela de classificação Série B

Classificação P J V E D GP GC SG % Últimos jogos
1-América-MG  70 37 19 13 5 45 25 20 63.06  
2-Internacional  68 37 19 11 7 52 26 26 61.26  
3-Ceará 64 37 18 10 9 45 32 13 57.65  
4-Paraná  63 37 18 9 10 48 27 21 56.75
5-Londrina  59 37 17 8 12 55 46 9 53.15
6-Vila Nova-GO  58 37 15 13 9 38 29 9 52.25
7-Oeste 58 37 14 16 7 42 30 12 52.25
8-Juventude  51 37 13 12 12 33 33 0 45.94
9-Boa Esporte  49 37 12 13 12 39 41 -2 44.14
10-Brasil de Pelotas  48 37 14 6 17 40 48 -8 43.24
11-Paysandu  48 37 13 9 15 41 40 1 43.24
12-Criciúma  48 37 12 12 13 39 43 -4 43.24
13-CRB  45 37 12 9 16 35 49 -14 40.54
14-Figueirense  45 37 11 12 14 43 49 -6 40.54
15-Goiás 44 37 12 8 17 34 45 -11 39.63
16-Guarani  44 37 11 11 15 36 44 -8 39.63
17-Luverdense  41 37 9 14 14 35 40 -5 36.93  
18-ABC  34 37 9 7 21 28 48 -20 30.63  
19-Santa Cruz  34 37 7 13 17 38 52 -14 30.63  
20-Náutico  32 37 8 8 21 29 48 -19 28.82

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2017
12:40

 

Por Renato Lisboa

O ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Emanoel Pereira, criticou a intenção de juízes de não aplicarem a nova lei trabalhista, que passou a valer desde sábado (11).

Ele participou nesta sexta do seminário “Novas regras trabalhistas: agora é lei!”, organizado pela Fiern e Fecomércio.

Mesmo com a lei sendo implantada entre muitas dúvidas tanto de empregadores quanto de empregados, o ministro diz que a segurança jurídica virá junto com o andamento da reforma. “Evidentemente, ela terá de ser decantada, passar de cinco a seis anos sendo aplicada para que trabalhadores e patrões comecem a entender as mudanças que ela traz”, falou ele.

Pereira criticou, sem citar o nome da entidade, a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), entidade que reagiu à nova CLT, suscitando dúvidas sobre a aplicação da norma.
Entre as teses aprovadas pela Anamatra, conforme divulgado em seu site, está uma alegada incompatibilidade da nova lei com convenções internacionais da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

“Não adianta dizer que não vai cumprir a reforma. Trata-se de uma lei posta e ela terá de ser cumprida. Se vai ser bem ou  mal seguida, o judiciário dirá. O TST e o STF decidirão se as sentenças emitidas estão acertadas ou não, de acordo com a lei”, declarou.

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2017
12:24

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Conversa Afiada reproduz artigo de Luis Nassif no GGN:

Primeira Encrenca

Das 11 pessoas com pedido de indiciamento à PGR no relatório da CPI da FIFA, Marco Polo Del Nero, José Maria Marin, Ricardo Teixeira, Kleber Leite e J. Hawilla são beneficiários diretos do esquema que envolvia a Globo.

Antônio Osório e Carlos Eugênio Lopes tinham cargos de diretores da CBF (o primeiro financeiro e o segundo jurídico) – portanto também executavam os planos criminosos.

Outros dois são políticos: o deputado federal Marcus Antonio Vicente (PP) da bancada da bola, atuante na defesa da CBF e seus “negócios” no Congresso. O outro é Gustavo Feijó, que no relatório é apontado como recebedor de dinheiro para campanha eleitoral – nada a ver com a Globo ou algo relacionado a contratos.

Como era de se esperar, Feijó foi o único que sofreu uma ação do MP. Foi no início de junho último, conforme artigo do nosso colunista Augusto Diniz (clique aqui)

 

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Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2017
12:18

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A recomendação da procuradora do Trabalho Luísa Carvalho Rodrigues é que os sindicatos reajam às perdas dos direitos trabalhistas. (Foto arquivo pessoal da procuradora)

Do Blog do Marcelo Auler:

Em luta há algumas semanas contra as perdas de direitos que o Supermercado Mundial (rede popular com 19 lojas espalhadas na capital do Estado do Rio de Janeiro) quer lhes impor, respaldado na legislação retrógrada promovida pelo governo ilegítimo de Michel Temer, certamente os seus nove mil trabalhadores jamais ouviram falar de Joaçaba.

Mas, de lá, pequena cidade do meio oeste catarinense (390 quilômetros de Florianópolis),  com 29.310 habitantes (pouco mais do que três vezes o número de trabalhadores do Mundial) vem um excelente respaldo à luta pela manutenção dos direitos dos empregados do supermercado fluminense. Como, de resto, aos demais trabalhadores brasileiros.

Na cidade e na vizinha Herval d’Oeste, os quinze sindicados de empregados receberam, na terça-feira (14/11), uma Recomendação, tal e qual a de nº 8870/2017, do Ministério Público do Trabalho (MPT) de Joaçaba.

Assinada pela procuradora do trabalho Luísa Carvalho Rodrigues, ela incita as entidades de classe a não permitirem a perda de direitos de seus associados. Tal e qual a briga que os empregados da Rede Mundial, em uma iniciativa espontânea, desencadearam e que logo foi assumida pelo Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro.

Pela iniciativa da procuradora do Trabalho, os sindicatos da região onde ela tem jurisdição – o que acaba valendo para os demais sindicatos em outras regiões – são instados a se abster “de celebrar acordo coletivo ou convenção coletiva que contenha cláusula que represente exclusão ou redução de garantias, direitos e vantagens assegurados
atualmente por lei”.

Entre esses direitos, Luísa relaciona: redução de intervalo para descanso e alimentação;  modalidade de registro da jornada que não assegure o efetivo registro dos horários de entrada, de saída e de intervalo efetivamente praticados; enquadramento do grau de insalubridade em patamar inferior ao estabelecido nas Normas Regulamentadoras e na legislação de regência; prorrogação de jornada em ambientes insalubres, sem licença prévia das autoridades competentes do Ministério do Trabalho; elastecimento da jornada diária de trabalho para além do limite de 2 (duas) horas; situação pior do que aquela que o empregado teria se não houvesse a cláusula celebrada, ou norma coletiva que não corresponda aos anseios da categoria; a inexistência de concessões mútuas ou contrapartida, não sendo considerada contrapartida a mera manutenção dos empregos.

Resistência espontânea – No Rio, a briga dos nove mil empregados do Mundial é justamente para preservar alguns direitos que a empresa decidiu retirar a partir da reforma trabalhista retrógrada que o governo Temer promoveu.

À mudança da legislação somou-se ainda o inusitado Decreto nº 9127, de 16 de agosto de 2017, editado em surdina, sem maiores debates. Ele reconhece os supermercados como “atividade essencial da economia”. Com isto, ficam autorizados a abrir aos domingos sem a necessidade do pagamento do adicional de 100% nas horas trabalhadas. Ou seja, mais uma gatunagem no salário dos trabalhadores.

O corte deste extra foi que gerou a mobilização dos empregados da Rede Mundial, tão logo a empresa resolveu implantá-lo. Surgiu o movimento espontâneo, a partir de 6 de novembro.  Os trabalhadores decidiram não abrir mão da Convenção Coletiva em vigência. Querem ainda acrescentar à mesma a manutenção do que já vinha sendo praticado pela empresa, mas que ela decidiu cortar.

Do Blog do Marcelo Auler:

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18/11/2017
12:05

Austeridade fiscal vale só para saúde, educação, pesquisa e infra-estrutura.

Quando se trata da Globo, Veja, Facebook, Folha, Estadão, Istoé, o governo federal é o mais generoso do mundo.

Segundo números atualizados da Secom, compilados com exclusividade pelo Cafezinho, os recursos de publicidade federal destinados à TV Globo cresceram 55% nos dez primeiros meses de 2017, na comparação com o mesmo período de 2015.

Comparei 2017 com 2015 para medir com mais clareza a mudança no período anterior e posterior ao golpe.

Em 2015, a TV Globo detinha um percentual de 42% das verbas federais destinadas a veículos de TV, o que já era uma concentração bizarra.

Em 2017, a fatia da Globo ficou em 51,27%.

A Veja também se deu bem no governo Temer: em 2017, ficou com 43% de toda verba destinada às revistas.

Os jornalões viram suas verbas de publicidade federal crescerem dramaticamente depois do golpe.

O Estadão recebeu, nos dez primeiros meses de 2017, um total de R$ 1,2 milhão, um crescimento de 677% sobre igual período de 2015.

No total, os veículos do grupo Globo receberam R$ 46 milhões do governo federal em Jan/Out de 2017, aumento de 50% sobre 2015.

 

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18/11/2017
11:38

Resultado de imagem para fotos da industria medeiros s/a de jardim do seridóA Vara do Trabalho de Caicó liberou R$ 1.876.457,16 para 170 trabalhadores do grupo econômico Medeiros S/A Industria e Comércio.

Esse valor corresponde à primeira parcela de um acordo firmado pela juíza do trabalho Rachel Vilar, no valor de R$ 10 milhões, com as empresas do grupo, formado pela Soridem Jardim Confecções, Sabonáceos do Seridó e Via Direta Shopping, que chegou a ser penhorado em função dessa dívida.

Várias empresas do grupo encerraram suas atividades sem cumprir o dever legal de pagar verbas rescisórias, salários atrasados, férias, FGTS, aviso prévio, dentre outros direitos a seus ex-empregados.

Diante desse fato, ocorrido em 2008, os trabalhadores demitidos ingressaram com inúmeras ações na Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte.

Agora, após dez anos de espera, 170 deles, a maioria moradores do município de Jardim do Seridó, estão sendo beneficiados pelo acordo.

Via Bg

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18/11/2017
10:59

Resultado de imagem para fotos de fila de pacientes a espera de atendimento medico

A Associação Médica Brasileira (AMB) manifestou “total apoio à moratória” e cobra até mesmo o cancelamento de editais anteriores, pleito negado pelo MEC. “Médicos mal formados são mais inseguros, solicitam exames desnecessários, não utilizam os tratamentos apropriados, não seguem os protocolos corretos, aumentando o tempo de internação dos pacientes e de intervenção médica sem real necessidade”, diz o presidente da AMB, Lincoln Ferreira.

Resultado de imagem para fotos de medicos  com adesivos de aecio nevesDesde a criação do programa Mais Médicos, pelos governos Lula e Dilma, como também a ampliação de novos  cursos de medicina, a elite médica brasileira, se união, fez campanha política contra Dilma, como não conseguiram eleger Aécio Neves, apoiaram o golpe, tiraram o PT do governo, agora Temer e seus aliados atendem seus desejos de impedir que  os cursos de medicina continuassem a serem ampliados, para que população tivesse acesso aos serviços médicos com maior  facilidade, acabando como monopólio da classe dominante,

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18/11/2017
10:46

Marido grava confissão da esposa 24 horas depois da traição
Um marido, que parece calmo, faz a mulher confessar a traição para câmera

Está ficando cada vez mais comum homens e mulheres postarem os flagras de casos extraconjugais. Alguns tem o intuito de fazer o companheiro passar vergonha, outros apenas querem curtir uma fama momentânea de algo ruim. Independente do flagra, as gravações sempre acabam sendo constrangedoras e mostram momentos lamentáveis, como agressões, xingamentos e até ameaças de morte. No entanto, uma gravação que começa a viralizar na internet mostra tudo ao contrário. Um marido, que parece calmo, faz a mulher confessar a traição para câmera.

Toda a gravação se passa no que parece ser um escritório do casal, onde apenas a mulher aparece. A esposa infiel começa falando, com grande ar de inocência, que “só foi o ato só”, indicando que teria tido apenas uma relação sexual com o amante. O homem, então, aparentemente mantendo a calma, começa a fazer uma espécie de interrogatório. Logo na primeira pergunta, sobre uma prática íntima, a mulher segura-se para não rir, mas afirma que não havia feito aquilo.

Depois, o traído começa a questionar sobre a traição. Conforme as palavras da esposa, ela havia ficado apenas quatro horas com amante, na casa do rapaz, tomando cerveja e whisky. O marido então pergunta o motivo de ela não ter conseguido confessar. A mulher não consegue mais olhar diretamente para a câmera e começa a esfregar os braços, mostrando-se nervosa. A infiel apenas diz que não conseguiu, porque não sentia “nada”. Então, o homem pede se ela confirma a traição. Sem pensar duas vezes, a esposa manda na lata: “Confesso”.

Publicado por: Chico Gregorio


18/11/2017
10:27

O blog recebe a informação que faleceu na capital do estado, o ex-craque do Caicó Esporte Clube, Chagas  que foi   Considerado o melhor jogador da cidade caicoense, na década 60. Até hoje se fala no nome do atleta, que chegou a ser cogitado pelo Sport-PE, inclusive tendo viajado ao Recife,  mas desistiu da ideia de se tornar jogador profissional de um grande clube do Nordeste, na época  preferindo permanecer no  Caicó, seu único clube na carreira.

Chagas residiu muitos anos no bairro da Acampamento em Caicó,onde exercia a profissão de sapateiro, é,  nos últimos anos, enfrentando problemas de saúde, foi levado por familiares para residir em Natal, onde faleceu.

Resultado de imagem para fotos antigas dos atletas do caico esporte clube

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18/11/2017
10:01

Benes Leocádio, presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), afirmou que não pretende se pronunciar sobre as acusações que vem recebendo do Ministério Público sobre – supostamente – participar de esquema de propina e compra de votos envolvendo o ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB).

 Benes afirmou que irá adotar a política do silêncio quanto a este assunto. Ele é acusado, conforme desdobramentos da delação do ex-secretário Fred Queiroz, de passar uma lista de beneficiados a José Geraldo (assessor particular do ex-ministro) que deveriam ser recompensados financeiramente por apoiarem Henrique durante sua candidatura ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014.

Benes seria responsável por coordenar a campanha de Henrique nos municípios do interior. Ainda de acordo com a delação de Fred Queiroz, o presidente da Femurn resolver sair da campanha de Henrique Alves por causa das dificuldades em se obter mais recursos.

Via Agora RN

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18/11/2017
09:57

 

 

Garibaldi Alves, José Agripino e Joanilson de Paula

José Aldenir / Agora Imagens

Com a proximidade das eleições de 2018, diversos nomes estão começando a se apresentar como opções para a disputa do Senado Federal pelo Rio Grande do Norte, afinal, duas das três cadeiras que são ocupadas por parlamentares potiguares na Casa estarão em jogo. Elas correspondem, atualmente, aos mandatos de Garibaldi Alves Filho (PMDB) e José Agripino Maia (DEM), e entre os postulantes a uma delas está o advogado e ex-vereador de Natal Joanilson de Paula Rêgo, presidente do PSDC no RN.

 

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18/11/2017
09:49

O homem que organizou um “tomataço” no mês passado contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STFGilmar Mendes jogou tomates na rampa do Palácio do Planalto e tentou invadir o prédio. Nesta sexta-feira, houve gritaria e correria entre os seguranças do palácio.

Segundo Ricardo Rocchi, ele e uma mulher pediram para que o motorista do Uber parasse repentinamente na pista em frente ao Planalto, em meio à chuva. Os tomates foram jogados e ele tentou pular a cerca do prédio, mas não conseguiu. Dentro do palácio, seguranças gritavam e corriam para a rampa. Depois que cerca de 20 militares da guarda presidencial ficaram em frente ao manifestante, Rocchi gritou palavras de ordem com um alto-falante. O alvo principal foi o presidente Michel Temer, que está em São Paulo nesta sexta-feira.

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18/11/2017
09:46

Capa edição 1013 Revista Época  (Foto: Época)

O assessor parlamentar Job Ribeiro Brandão, funcionário de confiança do ex-ministro Geddel Vieira Lima e de seu irmão Lúcio, deputado federal, foi convocado para uma missão delicada. Graças a um habeas corpus, Geddel, um líder do PMDB, ex-ministro do governo Temer e integrante do círculo de amigos mais próximos do presidente Michel Temer, havia deixado a penitenciária da Papuda, em Brasília, na noite de 13 de julho. De volta a Salvador para cumprir prisão domiciliar, Geddel tinha pressa. Preocupado com a possibilidade de as investigações da Operação Lava Jato o devolverem ao cárcere, Geddel incumbiu Job de destruir documentos, agendas e anotações. Assim fez Job. Papéis foram picotados e jogados na privada; outros documentos foram colocados em sacos de lixo e descartados. Estava limpo o terreno caso houvesse uma nova batida da Polícia Federal.

Mas memória não vai para o lixo. A operação secreta foi revelada por Job, em um depoimento inédito ao qual ÉPOCA teve acesso com exclusividade, e constitui um grave relato de interferência nas investigações, capaz de agravar a situação de Geddel. Job contou um pouco do que sabe ao delegado Marlon Cajado na Superintendência da Polícia Federal da Bahia, em Salvador, na terça-feira, dia 14, como uma mostra de boa vontade e disposição para firmar um acordo de delação premiada com a Lava Jato. A memória de Job é perigosa para Geddel e seu irmão Lúcio. Em prisão domiciliar desde setembro, o ex-­assessor pretende tornar públicas suas lembranças para se livrar da pena.

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18/11/2017
09:42

Resultado de imagem para fotos de temer com presidente da cbf

Por El País

O cronista Nelson Rodrigues, há mais de 50 anos, já constatou: “o pior cego é o que só vê a bola”. Numa corte de Nova Iorque, nesta semana, é um senhor frágil, de cabelo e tez branca que se depara diante da juíza federal Pamela Chen. O julgamento contra José Maria Marin, entretanto, não é apenas contra um dirigente que comandou a CBF. Trata-se, na realidade, de um processo sobre o próprio futebol nacional, sobre seus cúmplices e suas entranhas do poder. Um processo contra aqueles que promoveram uma cegueira quase generalizada.

Conforme a data do julgamento se aproximava, não foram poucos os dirigentes da Fifa e da CBF que me admitiam que estavam preocupados sobre o que poderia surgir do processo. Hoje, depois de pouco mais de dez dias de audiências, tudo o que essas entidades temiam se transformou em realidade. Acusados e testemunhas passaram a usar a corte como um palco privilegiado para revelar um lado obscuro do esporte. O futebol como ele é.

Para se defender das acusações de corrupção, os advogados de Marin usaram um fato que qualquer um envolvido na CBF sempre via: ele jamais a governou sozinho. Seu braço direito, vice-presidente e homem que o acompanhava a todas as reuniões era Marco Polo Del Nero, o atual comandante do futebol brasileiro desde 2015. Para a defesa de Marin, quem “tomava as decisões” era o seu vice.

Ainda que seja uma estratégia dos advogados para reduzir a responsabilidade de seu cliente, a realidade é que a tática surpreendeu a muitos dentro da CBF e Del Nero foi jogado para o centro do debate.

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